Verdade ou Mentira: Os PCs vão morrer!?

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E aí o que vocês acham? Me deparei com essa questão ontem e precisava perguntar pra vocês…e aí?
Bom…com a popularização da plataforma móvel, como notebooks, tablets, smartphones, ultrabooks e bla bla bla…muito tem se falado sobre a morte do computador de mesa, os desktops, aquele com gabinete e monitor, sabe!? Aquele chato que fica parado sobre a mesa! Brincadeiras a parte, para dar argumentos mais concretos pra vocês fui dar uma procurada por aí e selecionei alguns pra vocês.

E o primeiro é de nada mais, nada menos que do Google. Recentemente, novos indicativos da indústria de computadores pessoais reforçaram a ideia de que algo não está bem no mercado de computadores de mesa. É incrível pensar que um website possa indicar mudanças na sociedade com base no uso que as pessoas fazem da página. Mas esse tipo de previsão deve ser levado a sério quando os dados vêm do Google.

O alto tráfego do mecanismo de buscas pode render indicativos muito relevantes para a prevenção ou solução de problemas, como é o caso, por exemplo, do acompanhamento de epidemias: de acordo com o número de pesquisas por uma determinada doença ou vírus vindas de uma região, é possível especular que, naquele local, está havendo um surto daquela doença. Uma boa aplicação construída nesse conceito é o Google Flu Trends, que mantém o registro de casos de gripe pelo mundo. Sendo assim, também é possível que o Google possa nos ajudar a prever outras mudanças na sociedade, desde informações relativamente banais, como quem é o ídolo pop do momento, até casos mais importantes, que afetam, por exemplo, investimentos de mercado. E pesquisas indicam baixa procura por computadores.

É claro que o mercado é bastante dinâmico e, em alguns anos, uma nova invenção pode alterar o cenário atual. Mas, por enquanto, o computador pessoal como conhecíamos começa a apresentar indícios de que está caminhando para o seu fim. Nesta semana, a Apple, outra opinião de peso apresentou números muito curiosos durante o lançamento do iPhone 5 e que atestam a popularidade do iPad. Até junho de 2012, por exemplo, foram vendidas 84 milhões de unidades do tablet, o que representa uma fatia de 62% do mercado e 91% do tráfego web de tablets em todo o mundo. Os dados mais recentes da imprensa especializada dão cada vez mais respaldo às palavras da Apple: estamos mesmo na era pós-PC. É claro que as pessoas continuam navegando e fazendo buscas online, mas elas não têm usado um desktop para isso. Para completar o quadro, os notebooks também têm sido deixados cada vez mais de lado.

É claro que os computadores comuns ainda têm espaço no mundo de hoje, mas isso não nega o fato de que estão perdendo a popularidade! Ok! Mas eu particularmente acho que NÃO! Os PCs não vão acabar tão cedo e aí vão os meus motivos para acreditar nisso…

A história nos mostra, basta olhar um pouco para trás, para perceber que, na maioria das vezes, as tecnologias andam de mãos dadas, em vez de substituir umas às outras.

Existe também uma grande diferença entre criar e consumir. Não há como negar: tablets e smartphones são bem mais práticos de se usar. Este tipo de aparelho é mais leve e menor, e portanto altamente portáteis. E tudo isso mostra qual é a principal função deste tipo de gadget: o consumo de informações. Sim, os portáteis são bons para você ver algum vídeo ou ler sites e revistas, mas criar algo utilizando essas plataformas é praticamente impossível. Programar num teclado minúsculo ou escrever um livro no IPad é inviável.

Além disso as vendas continuam bem, não crescem, porém estão bem longe de estarem baixas. As vendas de aparelhos portáteis vêm mostrando números impressionantes. E a previsão é que essa curva de crescimento continue, uma vez que são esperadas, para 2012, vendas na casa dos 107,4 milhões de aparelhos – isso falando somente dos tablets. Números impressionantes, mas que não vêm abalando tanto assim as saídas de computadores. Apesar de o crescimento da demanda de PCs ter caído, ela segue uma tendência semelhante à dos últimos anos. E há várias explicações para isso, como o fato de o ciclo de vida de um computador ser maior. Existe um grande número de pessoas que conta com o mesmo PC em sua casa há vários anos. Basta ver que, somente agora, o Windows XP vem perdendo a liderança do mercado, por exemplo.

As atualizações também jogam a favor dos computadores de mesa. Se você tem um smartphone ou um tablet, para conseguir um hardware melhor você precisará comprar um novo aparelho por completo. Já se você tem um notebook, trocar peças é tarefa complicada, pois há diversos problemas de compatibilidade – isso sem falar no preço elevado, na maioria dos casos.
Ai ai…é tudo especulação, pois fazer previsão nesse mundo da tecnologia é quase impossível, vai saber se amanhã não lançam algo revolucionário e muda tudo. Mas acho a parte mais importante de tudo isso é refletir sobre a real função das coisas.

É isso…me contem o que vocês pensam sobre isso nos comentários! : )

beijos!

Sustentabilidade!? Google Green!?

 Sustentabilidade está em voga a algum tempo e em diversas realidades. Falamos de sustentabilidade econômica,  ambiental, social…, em diversas mídias e inclusive para marketing de organizações. E é nesse último que eu queria focar, pois muitos desses usos, principalmente o último, não são fiéis ao verdadeiro sentido da palavra.

Sustentabilidade vem de sustentável, que por sua vez vem de sustentar. De acordo com o Aurélio sustentar significa: “1. Segurar para que não caia; suster, suportar. (…) 4. Resistir a. 5. Conservar, manter. (…) 8. Impedir a ruína ou queda de. (…)”.

Sustentabilidade pra mim é mais do que um substantivo feminino, é a capacidade do ser humano interagir com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras. É consiência,  sem descriminação ou exclusão.

Para alcançá-la trabalho duro se faz necessário.  E um dos problemas com o conceito de sustentabilidade é o descaso através do uso indiscriminado e incorreto. Ter um símbolo de uma planta na embalagem do produto ou plantar árvores não faz uma organização ser sustentável. É preciso comprometimento. Ok, não sou nada pra falar isso, mas não precisa ser especialista pra entender que ser sustentável não é um status, mas sim uma busca constante em atingir o equilíbrio econômico, social e ambiental!

Bem, mais e por que esse papo todo agora? Eu descobri o Google Green…vocês já conhecem?

Achei ótimo, nada melhor que o maior de todos levantar a bandeira e puxar os outros…mas aí comecei a pensar: será que o Google realmente quer ser sustentável ou só fez tudo isso para aquela última aba – Products- receber ainda mais acessos? Será que o Google realmente quer ser sustentável ou só quer pintar seu logo de verde pra crescer ainda mais? NÃO SEI! REALMENTE NÃO SEI! Talvez não ele, mas outras tantas se valem dessa idéia verde de ser.

Me incomodou viver numa realidade em que temos que questionar isso e resolvi divir com vocês.

beijos críticos pra vocês!

Medos, Mudanças e Motivos

Estou aqui sentada vendo minha casa reduzida a 63 caixas, um sofá enrolado no cobertor e uma TV no chão. E sabe o que eu estou pensando? Que mudar dá medo, não sabemos se vai caber tudo no novo lar, se vai ficar bom, se vai ter que subir pela escada, quanto tempo vai levar pra colocar tudo no lugar de novo….infinitas inseguranças batem . Todas ao mesmo tempo.

E vocês devem estar pensando…Beleza, mas o que isso tem a ver com mulheres, computação, empreendedorismo???

Estamos vivendo na era da mudança. E ter medo de mudar é o mesmo que ter medo de viver, portanto, temos que ser flexíveis e seguros, pois tudo acontece  num piscar de olhos. Pra ser empreendedor, mulher moderna, profissional valorizado temos que ter coragem de mudar, de arriscar. É preciso ter coragem para ser feliz.

Mas afinal, por que você e eu temos medo de mudar? Porque? Porque? Acho que é porque aquilo que já conhecemos é confortável. É mais fácil lidar com ambientes e pessoas conhecidas, linguagens tradicionais, tarefas costumeiras. O habitual exige menos esforço. O novo requer flexibilidade, ousadia, investimentos de tempo, reaprendizado, criatividade, pró-atividade…Ufaaa!!! Vai dizer que não é mais fácil fazer o que já vem sendo feito?! Para mudar é necessário deixar a zona de conforto e questionar até mesmo aquilo que está dando certo, enfim, para inovar é preciso ter coragem, vontade e energia.

A notícia boa é que cada vez mais o mundo nos instiga a cultivar a ousadia, desafiar a realidade, criar…pois ele é feito de mudanças. Agora, essa é a essência dele. Querem provas? Para se chegar às transformações radicais da Revolução Francesa, foram necessários milhões de anos. Daí até a Revolução dos Computadores foram apenas dois séculos. Daí para a inteligência artificial, realidade aumentada, engenharia genética, bastaram duas décadas. Agora, o conhecimento humano dobra a cada dois anos e a lei de Moore se cumpre a 30 anos.

Vivemos, portanto, numa era de mudanças velozes e de viradas drásticas. Ter medo de mudar, nem que seja de casa como eu, significa ter medo de viver. Como tudo muda tão rápido. A transformação ocorre com ou sem o nosso consentimento.

Bom, e a conclusão que eu chego as vésperas de mudar pra um novo lar, rodeada de caixas e com a bateria do note acabando sem ter ideia de onde está o carregador  é que em vez de amaldiçoarmos a mudança, de evitá-la ao máximo, podemos ousar com idéias e ações inovadoras. Usá-la a nosso favor. Podemos ser criativos ao máximo sem medo de errar, sem medo de nada.  Temos, que racionalmente, optar pela coragem, por viver criativamente e enriquecendo sempre o processo.

Enfim, nos transformamos em agente de qualquer mudança crendo piamente que tudo muda pra melhor, que  tudo tem uma razão de ser.

É isso…

beijos!