Vaga na Reed Exhibitions Alcantara Machado

A Reed Exhibitions Alcantara Machado é líder mundial na organização de feiras e eventos de negócios e consumo, composta por 230 colaboradores. Tem 500 eventos no mundo. Estão envolvidos com 43 setores da economia. Presentes em 43 países representados por 38 escritórios. São 7 milhões de visitantes. 🙂

No Brasil, organizam o Salão do Automóvel, Bienal do Livro, Feira 2 Rodas, feiras para o segmento de Energia, Construção, Turismo e Hotelaria.

Vaga! Vaga!

Desenvolvedora de Web Back-end

Principais responsabilidades:

• Desenvolve sistemas web back-end para todas as unidades de negócios;
• Utiliza linguagem de programação PHP com banco de dados Mysql;
• Atua em integrações entre sistemas internos e nossos sites;
• Auxilia a equipe de estagiários em melhores práticas e dúvidas técnicas;
• Participa ativamente das feiras de negócios nos pavilhões

Requisitos:

• Experiência em desenvolvimento web back-end (essa vaga não irá tratar front-end);
• Experiência e conhecimento com PHP, Mysql, Jquery.;
• Superior completo em Ciências da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia da Informação ou similares;
• Inglês intermediário.

Benefícios:

• Assistência Médica;
• Assistência Odontológica;
• Seguro de Vida;
• Vale-Refeição;
• Vale-Alimentação;
• Refeitório no local;
• Participação nos resultados;
• Vale-Transporte ou Estacionamento no local;
• Bem-estar e Nutrição: Massagem, Manicure, Quick Massagem, Reflexologia, Hisnëk e suas frutas favoritas;
• Gympass;
• Convênio com SESC;
• Assessoria Financeira, Jurídica e Psicológica.

Local: Bela Cintra – SP
Contrato: CLT
Horário flexível e Home Office

Enviar currículo para daniela.souza@reedexpo.com.br

WOMCY e WISECRA lançam “As Melhores Mulheres em Cybersecurity – América Latina” no Dia Internacional da Mulher 2020

LATAM Women in Cybersecurity (WOMCY) e a Women in Security & Resilience Alliance (WISECRA) têm o prazer de anunciar o lançamento do “Top Women in Cybersecurity – América Latina”. Este novo prêmio foi desenvolvido para ajudar a reconhecer as mulheres em segurança da informação, em toda a região da América Latina, que fizeram contribuições significativas, avançaram na indústria e moldaram o caminho para as gerações futuras de profissionais, entre outras realizações expressivas.

A Presidente da WOMCY, Leticia Gammill, e Bonnie Butlin, Coordenadora Internacional da WISECRA, também co-liderarão a eleição das Melhores Mulheres em Segurança Cibernética, juntamente com um pequeno painel de Juízes de toda a comunidade latino-americana de segurança cibernética. Os juízes serão revelados assim que as indicações forem abertas no Dia Internacional da Mulher (8 de março de 2020).  

Lembre-se de que o cenário geral dos especialistas em cybersecurity indica que há um grande déficit de especialistas no setor e a representatividade das mulheres é ainda menor. Segundo dados da Organização dos Estados Americanos (OEA), apenas 11% das mulheres que trabalham no setor de tecnologia, concentram-se em segurança cibernética, e na América Latina esse número chega a 8%, e apenas 1% tem posições executivas.

 

Sobre a LATAM Women in Cybersecurity (WOMCY)

A WOMCY é uma organização sem fins lucrativos, composta por mulheres, com foco no desenvolvimento da segurança cibernética na América Latina. O principal objetivo da WOMCY é minimizar a lacuna de conhecimento e aumentar o grupo de talentos em segurança cibernética na América Latina. A WOMCY oferece programas para os segmentos corporativo e educacional em escolas, universidades e fundações, além de alcançar uma vasta rede de profissionais de segurança cibernética na América Latina.

https://womcy.org/ 

 

Sobre a Women in Security & Resilience Alliance (WISECRA)

A Women in Security & Resilience Alliance (WISECRA) é uma sub-rede do Security Partners’ Forum. O WISECRA é uma rede ágil plug-and-play, não hierárquica e não voltada para o exterior que reúne várias mulheres em entidades de segurança e resiliência em todo o mundo para estabelecer redes e compartilhar melhores práticas. O WISECRA atravessa todos os setores de segurança e resiliência.

https://www.linkedin.com/groups/8278682/

Pai e mãe: ouro de mina

A meu pai, em 12/07/2017:

Tenho 15 [quase 16] anos, meu pai tem 43. 27 anos de diferença e, ainda assim, temos a maior sintonia do universo. Quando minha crise de ansiedade bate de madrugada, ele quem deita do meu lado e me deixa aproveitar o momento da maneira certa, me sinto mais protegida com quem é forte por perto. Dia desses, encontrei painho triste, triste de verdade: ”o que é que tá acontecendo?”, perguntei e ele respondeu que tinha medo. Medo do quê, ora bolas? Como o homem que me parece mais forte no mundo tem medo? Medo da vida, painho respondeu. Soluçou, respirou e repetiu pra mim que tem medo da vida. Não é o medo inerente ao viver, esse tal medo da vida!? ”Lá vem o trem, o trem da vida”, apesar de ser um bom trem, que leva por caminhos lindos [e inimagináveis, diga-se de passagem], o trem atropela quem não consegue aprender a verdade por trás dessa viagem: é normal ter medo das curvas, da velocidade e dos passageiros com quem a gente encontra. Respondi pra painho que todo mundo sente medo da vida mas que não pode parar de viver por causa disso [quem me dera a história do trem tivesse vindo à cabeça na hora], ele se acalmou, embora não tenha abandonado o medo. Se o meu pai tem medo, o que eu devo sentir? Me sinto aterrorizada e apesar disso, mais forte. Continuo vivendo, continuo com medo, mas estou mais crescida e mais forte, porque não há motivo pra me fazer parar de enxergar a beleza no caminho disso tudo. Meu pai continua o homem mais forte que conheço, e agora tem um Q de ser humano mais humano que qualquer outro, pra mim. Agora ele é o Clark Kent, que se despiu do Super-Homem pra me amar [e a meu irmão e mãe] por completo. Te amo, coelhinho. Obrigada por me fazer aprender tanto.” 

À minha mãe, em 20/07/2018:

“Pra quem me deu sobrenome, amor e carinho, me zelou, apoiou e reclamou quando necessário: te amo! Eu tentei interpretar Drummond umas 10x ou mais e descobri que ter apenas duas mãos e o sentimento do mundo, pra mim, considerando a licença poética de interpretação pessoal, significa ser mulher, Marques e latino-americana. graças a você, os três são possíveis. A genética pode vir, fria, me afirmar que sou mulher graças ao X que herdei de painho, mas eu sou mulher, sem medo de ser, por sua causa! Obrigada por ser meu maior exemplo de compreensão, cuidado e carinho. obrigada por se mostrar aberta às minhas possibilidades/visões e encontrar em mim uma amiga. Eu precisei do feminismo pra enxergar, claramente, que nas mulheres eu encontrei minha força e minha voz, e hoje vejo que meus primeiros passos firmes como Melissa, mulher, eu devo a você. Obrigada por compactuar com minhas opiniões e se mostrar aberta aos meus debates que, às vezes, se mostram tendenciosos (risos). Obrigada por me tornar uma Marques, também! Obrigada por me fazer sentir Sangue Latino com tanta intensidade e amor. Eu te amo incondicionalmente, Maim! Você é o meu orgulho e lar!”

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Meu nome é Melissa Marques e sou paraibana, do sertão do Estado [da Paraíba]. Quando criança, nunca e
senti pertencente à minha terra. Com o passar dos anos, passei a apreciar, de verdade, a companhia das pessoas daqui, quaisquer que fossem, especialmente das mulheres sertanejas. Me apaixonei simultaneamente por três coisas, nessa época: o sertão no qual vivia (hoje moro no agreste da Paraíba graças à universidade); a América Latina; o feminismo. Paixões que carrego comigo ainda nos dias de hoje.
Curso Ciência da Computação na UFCG, em Campina Grande, e, por aqui, as iniciativas femininas na nossa área têm, cada dia mais, crescido e se tornado protagonistas na nossa comunidade.