Front-End Developer no Eixo X | Glambox

Ain, que delícia é trabalhar num lugar que lida com produtos altamente femininos! Oportunidade, meninas! E é contratação CLT (VR + VT)! 🙂

A Glambox está no mercado desde 2012, quando foi criada para trazer uma nova experiência para mulheres que queriam surpresas do ramo de beleza e bem-estar. Todo mês eles entregam mais de 20 mil caixas para as assinantes terem uma experiência incrível! Para que isso aconteça, eles têm um ambiente muito bom no escritório, mantendo todos sempre motivados com novos desafios a cada dia. Todo o processo, desde o site até o gerenciamento de tudo, é gerido por um sistema desenvolvido por nossa equipe de tecnologia, do início.

Agora, eles precisam de alguém com talento para pensar em UX, trazer novas soluções e ajudar a manter essa experiência digital cada vez melhor!

Requisitos:
• Boa lógica de programação;
• Familiarização com Git/Github/Bitbucket;
• Javascript intermediário/avançado;
• Conhecimento em frameworks comuns na web: JQuery + Angular.js + Node.js + Twitter Bootstrap 3;
• Boa experiência com CSS;
• Familiarização com ferramentas para construção de projetos front-end: grunt, gulpo;
• Experiência com design responsivo.

Como se inscrever para a vaga?
Basta entrar no repositório do github que contém o teste https://github.com/EixoX/exercicio-front-end-angularjs e efetuar o fork. Depois, crie sua solução e faça o commit em seu repositório. Para finalizar, basta enviar um email avisando, para rh@eixox.com.br!

Faixa Salarial: R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00

Grama procura uma dev que faça um ~ Awesome Front-end ~

A Grama (grama.cc) é uma empresa jovem composta de pessoas super acessíveis, realistas, inclusivas e organizadas. Eles procuram as capacidades e talentos individuais de cada um e acreditam que a mistura disso tudo potencializa o processo de desenvolvimento.
Também são open-source lovers e parte da força que move a comunidade, acreditando no aprendizado contínuo.
A mágica acontece em uma charmosa vila de Botafogo, no Rio de Janeiro, onde reunem as pessoas mais animadas, cheias de vontade de produzir e compartilhar conhecimento.
Atenção! Eles buscam alguém que tenha gosto pela experiência digital para fazer os projetos mais crocantes/animados da web. E, como a gente, queira deixar cada elemento bem alinhadinho, organizado e com espaçamentos bonitos.
São flexíveis com carga horária e salários. Entendem que cada pessoa tem sua necessidade, o importante é que ambas as partes fiquem satisfeitas.
Requisitos:
– Domínio de HTML
– Domínio de CSS
– Saber ou querer muito aprender JS
– Energia para aprender sempre
– Facilidade no trabalho em equipe
Quer se juntar? É só dar um alô lá no grama@grama.cc e contar um pouco sobre você.
Bonus track – Se estiver muito empolgada, e quiser deixar eles super empolgados, é só fazer um animação com esse SVG:

Poucas Mulheres em Ciência e Tecnologia

A discriminação de gênero é um assunto de forte impacto social. Vivemos, de maneira geral, em um mundo patriarcal e machista. São pensamentos que devem ser combatidos para que as mulheres possam ter direitos iguais aos dos homens seja qual for sua área de atuação. Para evitar que as mulheres fiquem para trás, os países precisam tomar medidas práticas para mudar o rumo dessa situação. Esse posicionamento é defendido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que aponta que esse atraso constitui um obstáculo a mais no que diz respeito ao progresso das mais variadas nações. Segundo Claude Akpokavie, membro do Gabinete para as Atividades dos Trabalhadores da OIT, “As mulheres tendem a estar sobre-representadas nas áreas de humanidades e ciências sociais, e sub-representadas na ciência e tecnologia. É necessário implementar medidas para reparar este desequilíbrio.”

Quer aprender mais sobre ciência e tecnologia? Conheça a plataforma Preply e tenha aulas online via Skype e presenciais com professores de todo o mundo. Na plataforma https://preply.com, é também possível aprender idiomas e se preparar para provas ou vestibulares universitários. Cadastre-se e comece a estudar sem sair de casa!

 

Entenda os porquês

Segundo a OIT, a grande diferença entre homens e mulheres nos campos científico e tecnológico está fortemente ligada às percepções que a maioria das pessoas têm em relação aos papéis de gênero e com as atitudes, a partir dessas percepções, em sociedades distintas. Isso vale tanto para os países desenvolvidos quanto para os que estão em desenvolvimento. Nesse sentido, pode-se afirmar que a maioria dos países encorajam as mulheres a seguirem carreiras “mais amenas”. Ainda segundo a OIT, há vários exemplos de histórias que revelam grandes discrepâncias em diversos países do mundo e que dificultam a participação das mulheres na ciência e tecnologia, tanto na escola quanto no mercado de trabalho.

 

Discriminação de gênero

Um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, afirma que muitas mulheres graduadas em cursos nas áreas das ciências sofrem discriminação quando tentam assumir cargos de investigação científica. O governo do Irã, por exemplo, já fez declarações onde foi afirmado que as mulheres serão excluídas de diversos programas universitários, como, por exemplo, física nuclear e engenharia eletrotécnica. Outro exemplo dessa discriminação de gênero acontece na China, onde várias universidades exigem que as mulheres tenham notas de entrada superiores, nos cursos de ciências, em comparação com as notas exigidas para estudantes do sexo masculino.

 

Influências sociais – estereótipos

Jane Hodges, diretora do gabinete para a Igualdade de gênero da OIT, afirma que “Em comparação com os homens, é menos provável que as mulheres estudem engenharia, ciências computacionais ou física. Os estereótipos em relação às mulheres representam-nas como sendo menos interessadas ou menos capazes em certas matérias – como matemática e ciência. Isto reduz inevitavelmente no seu acesso a profissões melhor remuneradas, ou a mercados de trabalho que podem oferecer melhores oportunidades. No entanto, quando são encorajadas, as mulheres atingem níveis de excelência nas áreas científicas”. Jane acrescenta ainda que é muito importante que as mulheres que atuam nas áreas de ciência e tecnologia não sejam mantidas apenas nos níveis mais baixos de trabalho. Segundo Jane, “Embora as mulheres preencham mais de 60% dos postos relacionados com tecnologias de informação e comunicação nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), apenas 10 a 20% são programadoras de computadores, engenheiras, analistas de sistemas ou designers”, afirma. “A educação e formação por competências – e uma mudança nas atitudes – são vitais para assegurar que as mulheres não sejam deixadas para trás” concluiu a diretora de gabinete Jane Hodges.