CLOUD COMPUTING – Computação nas nuvens!

O termo Cloud Computing começou a ficar famoso em 2008, e, sem dúvida não tem data para sair da boca do povo da TI. No Brasil, a tradução do termo ficou: Computação nas Nuvens ou Computação em Nuvem.

Mas afinal o que é isso? O desenvolvimento de computadores nas alturas? OOOHH!! Não é nada disso! Essencialmente, ela busca materializar a ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores. Entenderam?

O mais normal sempre foi utilizar aplicativos instalados em nossos próprios computadores, assim como armazenar arquivos e dados em nossos próprios HDs, principalmente quando se trata de computadores de uso domético. No ambiente corporativo isso também acontecia/acontece, mas o cenário já é um pouco diferente, já que nele é mais fácil encontrar aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado por meio de uma rede. Mas ainda assim, os servidores normalmente são próprios.

Tudo era feito dessa maneira para utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede. Em outras palavras, é possível usar esses recursos de maneira off-line. Ponto positivo para o modelo tradicional! Entretanto, todos os dados gerados ficam restritos a esse computador, exceto quando compartilhados em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Vale lembra que com o avanço da tecnologia e facilidade de acesso, muitas casas tem bem mais de um computador…cada filho tem seu notebook, seu celular ultra-moderno que acessa rede sem-fio, temos ainda um ou dois computadores de mesa… tudo bem essa não é a realidade da maioria, mas vêm se tornamdo uma cena cada vez mai comum no Brasil e no mundo. E mesmo no ambiente corporativo, isso pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de um determinado software para cada computador, por exemplo. Ponto negativo para o modelo tradicional!

A evolução constante da computação e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagando-se muito pouco. Esse cenário cria a situação perfeita para a popularização da Cloud Computing. ÉÉÉ…o ponto positivo do modelo tradicional ficou fraquinho, fraquinho!

Com a Cloud Computing grande parte dos aplicativos, assim como arquivos e outros dados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Esse conteúdo passa a ficar disponível nas “nuvens”, isto é, na internet ( vai dizer que o nome agora não faz todo sentido!?). Parece que talvez tudo isso complique ainda mais as coisas, porém cabe ao fornecedor do serviço todas as tarefas de desenvolvimento,armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário continua não precisando se preocupar com nada disso, apenas com acessar e utilizar ( e cometer todos os erros possíveis para travar o seu sistema! Brincadeirinha…).

Vamos a um exemplo prático dessa novidade: o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como o Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas. O que o usuário precisa fazer é apenas abrir o navegador de internet e acessar o endereço do Google Docs para começar a trabalhar, não importando qual o sistema operacional ou o computador utilizado para esse fim. Neste caso, o único cuidado que o usuário deve ter é o de utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.

A ideia é sensacional e sem dúvida fará parte do nosso cotidiano futuro! É claro que ainda há muito o que se fazer. Por exemplo, a simples ideia de determinadas informações ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de serviço), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, aterroriza desde empresários até usuários adolescentes! Motivo esse que obriga a questão da seguraça da informação “nas nuvens” ser beeeeem melhor estudada. Há outras questões também, como o problema da dependência de acesso à internet, tudo bem que as quedas vêm sendo cada vez mais incomuns, porém a chance existe, e aí o que fazer quando a conexão cair? Já existem algumas maneiras de tornar esse fato menos desesperador, como sincronização de aplicações off-line com on-line, mas tecnologias como essa ainda precisam evoluir bastante.

Mesmo assim, posso apostar que nosso futuro está “nas nuvens”!

beijos!

Grupo de hackers “invade” empresa de segurança!

Ai ai ai esses hackers! Como eu queria que eles usassem o conhecimento enorme que têm para fins construtivos…
Aí vai mais uma peripécia deles: depois de simplesmente invadirem o site de uma das maiores empresa americanas de segurança, a HBGary, o grupo de hackers, que se intitula Anonymous, decidiu publicar “dezenas de milhares” de e-mails do arquivo pessoal do fundador da companhia, Greg Hoglund. Imagina o desespero dessa pessoa quando descobriu que isso tinha acontecido! Um péssimo marketing para uma empresa de segurança…

O ataque veio dias depois da HBGary ter publicado um estudo completo com os nomes, endereços de IP, e-mails e links para perfis em redes sociais dos integrantes do Anonymous. Tudo isso acompanhado de uma tiração de sarro do Greg Hoglund sobre a atuação do grupo! Vingança melhor não poderia existir! Retaliação mais do que bem-sucedida, afinal os hackers, em resposta, publicaram um documento com os endereços de e-mail que estavam salvos num arquivo pessoal de Hoglund, que continha desde clientes até alvos de investigação! O baque foi tão grande que Greg Hoglund estava escalado para falar em um evento sobre segurança na web, em San Francisco, nos EUA, mas decidiu cancelar sua participação. Segundo o presidente da companhia, Penny Leavy, Hoglund ficou muito preocupado com o vazamento das informações e chegou a receber ameaças pessoais.

Uma semana antes desse ataque aos endereços, assim que os integrantes do grupo descobriram que estavam sendo investigados por um braço da HBGary, a HBGary Federal, a mando do governo dos Estados Unidos, decidiram invadir o site da empresa e assumir o controle do perfil do Twitter do responsável pelas investigações, Aaron Barr, que tinha dado uma entrevista ao jornal britânico Financial Times em que afirmava ter se infiltrado no Anonymous e conseguido informações pessoais sobre os principais hackers do grupo, o que os enfureceu. Eles, definitivamente trabalham bem enfurecidos! Portanto, nunca arrume briga com um hacker!hahahaha

É o negócio ficou feio para o lado deles…
Nessa batalha, pelo menos por enquanto, os hacker saíram vencedores!

beijos a todos vocês que ficaram morrendo de vontade de descobrir como eles conseguiram fazer isso e ficaram imaginando a conta de quem vocês invadiriam!

WATSON – o mais inteligente dos computadores!

15 trilhões. Esse é o preço do conhecimento…ou melhor o preço da máquina mais inteligente do mundo: WATSON.
A idéia desse supercomputador da IBM é responder qualquer pergunta em 3 segundos. Para isso, ele busca nas mais diversas fontes, como enciclopédias, dicionários, entre outras.

Toda essa sua esperteza foi colocada à prova no programa de conhecimentos gerais mais famoso da TV americana.Ele desafiou os dois maiores vencedores do programa. São as duas pessoas com os maiores conhecimentos gerais dos EUA.

O mecanismo básico é: o supercomputador recebe por mensagem de texto, seleciona grupos de palavras e realiza a pesquisa. Seu algoritmo tem índice de acerto de 75%. Além disso não se intimida com o erro , não fica nervoso, sentimentos que levam o índice de acerto humano nesse tipo de competição a 40%. Esse “competidor eletrônico” pode ainda calcular as probabilidades da resposta estar certa, com isso, aposta mais dinheiro,  quanto maior for a chance de acertar. O balanço final foi: um milhão de dólares, que serão doados para duas instituições beneficentes.

Mas todo gasto e empenho para criação dessa máquina não podia ter como fim a mera participação em um programa de TV. O grande objetivo é levá-lo para o hospital para ajudar com os diagnósticos. Existe muita informação na área médica, e um ser humano não é capaz de armazenar tudo isso. Sendo assim, esse supercomputador traz segurança e maior acertividade para medicos não errarem nem em diagnósticos, nem em tratamentos.
Está aí um motivo realmente nobre para uma máquina entrar para história!

beijos!