Por Claudia Nascimento
Responda como cliente:
- Já deixou de comprar em um lugar que gostava por causa do atendimento?
- O que mais te irrita quando entra em uma loja?
- O que mais te deixa feliz ao usar uma loja ou serviço?
- O que você considera BOM ATENDIMENTO?
Responder essas questões pode ser um bom exercício pra começar a analisar seu negócio, seja qual for o seu ramo. Todos somos clientes durante nossa vida inteira. Desde a barriga da nossa mãe somos clientes do serviço médico e no final seremos clientes da funerária.
O problema é que mudamos nossa atitude de acordo como o lado do balcão em que estamos.
Quando clientes, sabemos o que queremos mas quando donos do negócio o cliente que sabe o que quer é um chato, quase um indesejado.
Sabe aquele ditado: Faça aos outros o que deseja que façam a você? Pois é, não precisa ir muito longe e nem investir muito dinheiro pra começar a pensar no que melhorar.
Lembrando que atendimento não é somente o balconista ou telefonista ou vendedor quem faz. Um produto ruim não tem como ser disfarçado na entrega, o atendimento silencioso feito pelo serviço ou produto é o mais eficiente. Quando a empresa entrega ao cliente o valor que ele estava esperando ou até mais, gera satisfação.
Quando entendermos que o cliente que reclama diretamente a você é o melhor, e que a pessoa insatisfeita que conta somente aos outros tira sua oportunidade de melhorar e joga por terra seus esforços em conseguir novos clientes, poderemos realmente seguir rumo a um atendimento satisfatório.
O texto me fez lembrar a eterna guerra fria entre clientes e profissionais de TI, reuniões que vão do nada a lugar nenhum onde o principal objetivo é provar quem está com a razão. Ora, se o cliente precisa de um determinado produto/serviço e nós profissionais supostamente deveríamos entregar esse produto/serviço não estaríamos do mesmo lado em busca do mesmo objetivo? Aparentemente quando estamos do lado do prestador de serviço nosso ego infla de uma maneira como se o cliente fosse apenas “uma pessoa que não sabe de nada” e eu sim, sou muito bom profissional com uma parede cheia de diplomas e tenho que sair por aí provando isso pra todo mundo! Temos que repensar-mos nossas posturas como pessoas e profissionais URGENTE!
Bom texto, Claudia!
É isso aí, “Faça aos outros o que deseja que façam a você”! Simples assim!
Porque muitas empresas esquecem isso ao tratar com clientes?