Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes

Por Camila Achutti, em B9.

Quando criança, Ada Lovelace amava máquinas. Ela estudou pássaros e desenhou esboços tentando construir sua própria máquina voadora. Ela colocou todas as suas anotações em um pequeno livro que chamou de “Flyology”.

Quando Ada foi a um baile, ela não encontrou um príncipe para se casar. Em vez disso, ela encontrou um velho matemático, Charles Babbage, que se tornou seu amigo ao longo da vida. Com Babbage, Ada escreveu a primeira linguagem de programação da história.

Essa história inspiradora é lida pela empreendedora Camila Achutti.

5  iniciativas que mostram que lugar de mulher é na tecnologia

Por Andréia Silveira, colaboradora do site SeguroViagem.org

Muitas mulheres ainda continuam na luta para ter o direito de igualdade, mas pode-se dizer que daqui a pouco elas irão liderar o mundo. Coisas que antes eram incomuns de serem feitas por mulheres, hoje em dia elas estão dominando e desempenhando um papel melhor do que muitos homens. Com isso, estão tomando conta do mercado de trabalho.

Um dos ramos que vem se abrangendo entre as mulheres é o da tecnologia que, segundo uma pesquisa feita pelo Linkedin no ano passado, mostra que a lideranças das mulheres aumentou cerca de 18% do ano de 2008 até o ano 2016.

Mas infelizmente esse número não é o suficiente para acabar com a desigualdade e fazer com que a mulher seja reconhecida nesse ramo. É por isso que algumas tomaram a iniciativa de incentivar outras a ingressar neste mercado de tecnologia sem medo da exclusão e mostrando que essa pode ser uma área para todos.

Iniciativas que mostram que lugar de mulher é na tecnologia

  1. Criando games

Uma pesquisa no Brasil feita em 2017 revelou que as mulheres são as que mais jogam vídeo game, sendo 56,6% dos jogadores do sexo feminino. Aproveitando o embalo, Ariane Parra desenvolveu o WomenUp Games, uma organização que ajuda na inclusão de mulheres no universo dos games através de desenvolvimentos de games, palestras, campeonatos femininos e eventos corporativos.

2.Programação para mulheres

Por sentir muita dificuldade de ingressar na área de programação, foram criadas diversas iniciativas para que as mulheres pudessem ter acesso ao curso. Entre essas iniciativas, o PrograMaria é uma das que oferece eventos, oficinas e cursos de formação técnica voltado para as mulheres. Esse projeto contribuiu com a formação de cerca de 90 mulheres.

  1. Empresas femininas

Existem hoje no mercado da tecnologia empresas técnicas com equipes formadas apenas por mulheres capacitadas que empenham as mesmas funções que os homens na mesma área. Desde o cargo mais elevado até o cargo mais baixo, apenas mulheres compõem a equipe, seja em empresas de games, manutenção de computadores, máquinas ou até mesmo manutenção de equipamentos em fábricas.

Isso faz com que as mulheres percam o medo e o receio de se ingressar nesse mercado, quebrandoo tabu de que tecnologia é somente para homens. Até porque isso nunca foi verdade, já que na primeira turma de computação do IME no ano de 1974, 70% dos alunos eram do sexo feminino.

  1. Aplicativos para celular

Embora as mulheres sejam a minoria na área da tecnologia, algumas já criaram apps de sucesso. Entre os aplicativos que foram desenvolvidos por elas, um dos que estão entre os mais listados pelo Google Play é o CastBox.

Esse aplicativo foi criado por Wang Xiaoyu que sempre curtiu ouvir música em sua viagem ao trabalho, passeios, entre outros. Porém, ela sentiu falta de ter um app que pudesse reunir todas as produções, de forma personalizada e compatível com todos os idiomas.

Ao perceber essa necessidade de poder ouvir música na viagem, ela desenvolveu o CastBox. Esse app conseguiu alcançar mais de 13 milhões de ouvintes e hoje a plataforma conta com podcasts em 70 idiomas.

  1. Blog redes sociais

Uma estudante da Tecnologia da Computação resolveu fazer um blog quando se deu conta de que não aguentava mais os preconceitos que sofria nas salas de aulas da faculdade por ser a única mulher da turma. Além de ter que ouvir comentários do tipo “Ela está de TPM” ou “Só tirou nota boa porque é a única mulher aqui”, Camila sofria com total exclusão dos trabalhos em grupo.

Assim que começou a desabafar em seu blog, logo encontrou outras mulheres que estavam passando por situações parecidas. Com isso, Camila chegou a receber um convite de formatura no qual se encontrava escrito “Sem o seu blog eu não teria conseguido me formar na faculdade”. O seu blog fez com que muitas mulheres não desistem de seus empregos e estudos por conta do preconceito.

Outras mulheres utilizam também redes sociais para se manifestarem contra esse desrespeito e para encorajar todas as mulheres a superar essa situação sem se diminuir e muito menos desistir.

Ser digital é estar online

*Por Angélica Quintela

 Uma verdadeira revolução digital vem acontecendo nas últimas décadas. E a internet, que foi criada em 1969, é a grande responsável por toda essa transformação. O Dia Mundial da Internet, comemorado em 17 de maio, é um convite para refletirmos sobre como a rede mundial de computadores mudou as nossas vidas e vem se tornando cada vez mais insubstituível em todas as relações humanas.

Nesse sentido, certamente, é no universo corporativo que podemos notar com mais clareza os efeitos dessa nova era. Atualmente, a internet é a principal ferramenta utilizada pelas empresas para impulsionar os seus negócios. Mesmo aquelas, cujas marcas já estão consolidadas, vêm seguindo os passos dos millennials, e entendem o “estar online” como condição sine qua non para se manterem competitivas e vivas em seus mercados de atuação.

Os números corroboram esta tendência. Só no Brasil, existem cerca de 500 mil e-commerces e, desse total, apenas 15% contam com lojas físicas, revelou um estudo divulgado pela Big Data Corp. Além disso, o País abriga uma população composta de mais de 200 milhões de habitantes, sendo que 95% dessas pessoas mantêm celulares permanentemente conectados, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.

Mesmo considerando esse novo cenário, algumas companhias ainda permanecem resistentes às inovações. Vale ressaltar, que aquelas que não se renderem a ter um “negócio conectado” estarão perdendo uma grande oportunidade de “vender o seu peixe” com assertividade, dando, assim, espaço para que os concorrentes avancem em seus territórios.

Sempre gosto de dizer, que a internet é mais que tecnologia, é estar online, ou seja, estar visível para aqueles que precisam dos seus produtos ou serviços. É gerar novas receitas, aumentar leads, conquistar credibilidade, melhorar a interatividade e alcançar o público alvo de maneira certeira, utilizando o avanço tecnológico como ferramenta de expansão.

Independentemente do porte da empresa, a internet sempre será recomendada. Para o marketing, por exemplo, poder difundir peças, vídeos e campanhas de forma abrangente e, sobretudo, em apenas um clique, faz toda a diferença no resultado final da ação. E isso, não é visto apenas na esfera da comunicação. Todos os setores abrem as portas para melhores performances quando entram nesse novo mundo.

E essa área é tão promissora, que muitas empresas já nasceram no “modo” digital. Este é o caso do Imovelweb, pioneiro no mercado online de imóveis. O Imovelweb vem revolucionando a forma de comprar ou alugar um imóvel no Brasil e, com isso, conquistando cada vez mais audiência. Além disso, melhorou a conexão das imobiliárias e dos corretores de imóveis com o público final, devido a velocidade com que os anúncios se espalham pela rede. Sites, como o Imovelweb, ainda conseguem mapear o perfil dos compradores online, as regiões e tipos de produtos mais visualizados, entre outras informações fundamentais para que os profissionais do setor possam trabalhar de maneira mais eficiente.

Entretanto, é válido lembrar que toda a comunicação, seja ela online ou não, requer um bom planejamento estratégico. Para que todo esse alcance e visibilidade obtenha retorno positivo, é imprescindível conhecer o público que se quer atingir, saber onde conseguir maior audiência e qual a forma mais adequada de se comunicar nestas mídias. Embora os acertos sejam muitos, qualquer equívoco pode se espalhar em milésimos de segundos e acabar com a reputação de uma marca.

E aí? O que falta para a sua empresa ser digital?

*Angélica Quintela é coordenadora de marketing do Imovelweb, um dos maiores portais do mercado imobiliário do País.

Sobre o Imovelweb

Fundado em 1999, o Imovelweb é um dos maiores portais do mercado imobiliário do Brasil. Referência em Real Estate, faz parte do grupo argentino Navent, uma das dez maiores empresas de internet da América Latina. Com mais de 150 colaboradores no Brasil, é uma multinacional sólida, de capilaridade nacional e com a maior capacidade de investimento do mercado em plataforma digital. Mais informações em www.imovelweb.com.br.