Mulheres, hackers e o empoderamento feminino

 

 

Vou propor um desafio: pense em uma profissão feminina, aquela que você acha que as mulheres tem mais aptidão para desenvolver… Duvido muito que tenha vindo à sua cabeça qualquer coisa relacionada a computadores – sabe: programação, web design etc. Certo?!

A explicação para isso é muito simples: a quantidade de homens nessa área ainda é infinitamente maior. E as razões (Preconceito?! Estereótipo?! Excesso de protagonistas homens?!) podem ser reduzidas apenas à existência de uma grande barreira cultural e política que separa as mulheres desse mercado de trabalho. É exatamente isso que a RodAda Hacker se propõe a transformar.

Conheci o projeto durante o Continuity Forum desse ano, evento promovido pela Fundação ABC (clique aqui – http://www.abccontinuityforum.com/). Como a TdB, eles também eram finalistas. E, sério: fiquei muito impressionado com o trabalho coordenado pela Daniela B. Silva. Por vários motivos.

Em primeiro lugar, por sua juventude. É difícil encontrar nesses eventos gente tão jovem com trabalhos tão legais.

Além disso, ela mostrou um problema ao qual eu nunca tinha me atentado, o déficit de mulheres nessas áreas de tecnologia. E, mais que isso, propôs uma solução genial: “trazer meninas e mulheres mais perto da cultura hacker, para que elas conquistem mais autonomia, poder político e novas ferramentas para transformar o mundo onde vivemos”.

O projeto tem esse nome (RodAda Hacker) em homenagem a inglesa Ada Lovelace, a primeira PROGRAMADORA do mundo – super pertinente, não?!

A forma de atuação é simples: Eles promovem oficinas desenhadas com foco no público feminino. Nesses encontros são desenvolvidas diversas atividades que fomentam a troca experiências, o compartilhamento conhecimento e a construção (na prática!) de projetos para a WEB. E com isso tudo, promover o empoderamento das mulheres.

Para saber mais você pode acessas o site do projeto (clique aqui – http://rodadahacker.com).

 FONTE: http://abraaboca.blogfolha.uol.com.br/2013/12/03/mulheres-hackers-e-o-empoderamento-feminino/

Vozes Femininas: FISL14 e /MNT

Acho que eu já contei para vocês que estive no FISL14 que aconteceu em Porto Alegre na primeira semana de julho. Lá pude conhecer mulheres muito especiais de um grupo chamado Mulheres na Computação que é bastante alinhado com o blog e eu faço parte! : )

Quem ficou curiosa(o) e quiser conhecer mais sobre o grupo o site delas é esse aqui: http://mulheresnatecnologia.org/

As entrevistadas são duas membras da gestão atual do grupo, a Márcia e a Danielle.

Tive o prazer de conhecê-las pessoalmente e fiz a entrevista para vocês também poderem ter esse prazer : )

Aproveitem!

Entrevista da Danielle:

Entrevista da Márcia:

beijos!

Vozes Femininas: Mariana Bravo – Thoughtworks

b08766d7d4b0005850649481e44e3c42Em temporada de eventos e feiras a mil, tenho falado com muita gente bacana e não posso deixar essas oportunidades passarem. Por isso aí vai mais uma entrevista naquele nosso esquema de sempre: dura menos de 5 minutos e são feitas 3 perguntinhas: 1. Como você descobriu a tecnologia? 2. Porque temos tão poucas mulheres na área? 3. O que podemos fazer para mudar isso?

A entrevistada de hoje é o com a Mariana Bravo que fez graduação e mestrado no Instituto de Matemática e Estatística da USP e hoje trabalha na Thoughtworks de Chicago como desenvolvedora desde 2011.

Enfim, ela é uma das grandes mulheres da computação que eu conheço. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.

https://mulheresnacomputacao.files.wordpress.com/2013/07/aud000051.mp3

beijos!