Vozes Femininas: AGILE 2013 – Estudantes e Roberta Chimango

Oi pessoal,

pra quem acompanha a página no facebook viu que eu estava na AGILE BRAZIL 2013 em Brasília e nada melhor do que levar nossa bandeira num evento como esse. Olha a gente por lá:1053285_632722986751817_1319299686_o

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Viu!? Fizemos sucesso! : )

Aproveitei o evento também para fazer algumas entrevistas. Vou postar de duas em duas, beleza!?

PRIMEIRA: Estudantes de tecnologia.

Estava no time dos voluntários e éramos em 2o mais ou menos, desses 5 meninas contando comigo, e, óbvio não pude deixar de conversar com elas e descobrir como elas tinham entrado no mundo da tecnologia. Cada uma com seu motivo, a Luiza Schaidt da Unb da turma de Eng. de Software, a Ana Paula Vargas também da Unb e da Eng. de Software e a Lívia di Pietra da UFOP. Aí está um pouquinho da história dessas mulheres na computação:

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SEGUNDA: Roberta Chimango

Conheci a Roberta num grupo de mulheres da tecnologia e nos encontramos pela primeira vez pessoalmente no evento, aí não pude deixar de entrevistá-la. Atualmente ela é Analista de negocio de TI na Sicoob Confederação e Fotografa. Já foi Analista de Sistemas na Junta comercial do estado de Mato Grosso. Enfim, vale a pena ouvir o que ela tem pra falar:

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Gostaram!?

beijos!

Vozes femininas: Edith Ranzini

Hoje começa uma nova seção no blog:  Vozes femininas!

Conheço mulheres maravilhosas e quero que vocês também conheçam cada uma delas. Essa seção trará pequenas entrevistas em aúdio para vocês ouvirem o que essas grandes mulheres tem pra contar. Espero que vocês curtam tanto quanto eu.

E antes de vocês ouvirem, perdoem a minha pouca habilidade como entrevistadora! hahahah

A nossa primeira voz feminina é: Edith Ranzini.

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Ela se graduou em Engenharia de Eletricidade pela Universidade de São Paulo em 1969, uma época em que as mulheres tinham menos espaço ainda na universidade. Continuou na universidade e fez mestrado em Engenharia de Sistemas em 1975 e doutorado em Engenharia Elétrica em 1981, ambos na USP. Atualmente é professora doutora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, diretora – presidente da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia e professora voluntária da Universidade de São Paulo. Foi na aula de Laboratório Digital que conheci essa grande mulher, professora incrível e exemplo de ser humano. Preciso dizer que ela é uma Mulher na Computação? Acho que não!

Fiz 4 perguntas para não ficar muito longo e vocês escutarem inteira e se surpreenderem como me surpreendi!

A lição que fica para mim é: Vamos educar nossas meninas!

beijos!

Programando na FFLCH-USP (Hãããm???)

Hoje o post é bem pessoal, mas indispensável! Não podia deixar de contar essa minha experiência para vocês!

Há umas duas sexta-feiras atrás, eu acordei e minha irmã, aquela da linguística computacional (Essa aqui!), me convidou pra ver a famosa aula com ela (mentira!! eu que me convidei!!!) lá na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. De maneira bem genérica a aula é de programação em Python com a resolução de problemas aplicados a linguística, por exemplo como faz um algoritmo para o T9 do seu celular funcionar? Uma aula muito interessante! A que eu assisti foi sobre N-gramas! Foi muito bacana!

Bom, mas não estou aqui pra falar da matéria em si, e não porque ela não mereça, mas o que eu queria compartilhar é um fato incrível que ela está promovendo…

A primeira ótima surpresa foi chegar e já ver 5 meninas esperando para entrar na sala. Fiquei radiante de ver uma maioria feminina fazendo a matéria, afinal dos 12 alunos regularmente matriculados (os poucos que resistiram depois da fase de trancamentos), 9 eram meninas…siiiiim 75% da turma!!!UHUUULLL quem disse que programar é coisa de homem??!!!

Logo em seguida chegou o professor Marcos Lopes, ele me recebeu muito bem e eu ressaltei minha surpresa sobre o fato de termos uma turma com a maioria feminina e a fala dele foi: “Quando a gente dá algo mais difícil só sobram as meninas mesmo. Elas são muito dedicadas”. Fofo, não!?

Bom, superada a empolgação inicial a aula começou com o outro professor, o Marcelo Ferreira. Além da matéria ser super interessante, eu estava vendo ali estudantes independente do sexo desbravando uma mundo totalmente novo pra eles e gostando de estar ali. Percebi que todos que estavam ali sabiam que aquilo não era fácil, mas todos enxergavam a oportunidade de aprender e aprender muito independente se serem homens ou mulheres. Ali não existia nenhum preconceito ou impedimento. Queria que todo mundo visse aquilo e tomasse como exemplo….professores que querem ensinar e alunos dedicados independente de gênero!

Queria que as meninas e mulheres se sentissem apoiadas na empreitada de aprender o que elas quisessem e se isso for programação, que seja e que ela recebam incentivo : )

Sinceramente ganhei o meu dia, o mês e o semestre! hahaha. Ver que o mundo tá caminhando para frente, tanto na igualdade de gêneros, quando no interesse pela programação!hahahahah

Ver mulheres tendo a certeza que, mais do que programar são capazes de tudo, absolutamente tudo! E além disso ver homens apoiando-as nessa empreitada! : )

beijos felizes e esperançosos!