Ok…já era esperado, mas confesso que a notícia me causou uma certa apreensão!hahahahhaha
A organização responsável pela distribuição dos endereços de internet ( Icann ), dia 3/2 desse ano,disse que o estoque de endereços IPv4 disponíveis para órgãos regionais se esgotou (IPs para que não sabe são “números” que permitem que os usuários possam se conectar a internet). Diante disso, finalmente, os novos registros de endereços na web serão feitos dentro da nova versão, o IPv6. Aqui no Brasil, segundo o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), responsável pela distribuição de endereços no país, a previsão é que os estoques durem até 2012. Mas, é sempre melhor se prevenir…os responsáveis aconselham que provedores de conteúdo e de acesso iniciem o quanto antes a transição para o IPv6.
Só para vocês terem noção da importância do assunto, o presidente da Icann, Rod Beckstron, usou a expressão “prioridade suprema” para caraterizar a adoção do IPv6. Disse ainda que o esgotamento marca um momento de transformação na evolução da internet. O IPv6 permite que sejam registrados um números muitoooooo maior de IPs. Segundo cálculos do NIC.br, o IPv4 suportou cerca de 4 bilhões de endereços, já a nova versão deve alcançar certa de 340 decilhões ( não consigo nem imaginar quantos zeros isso tem!HAHHAHA) de endereços.
As regras do joguinho acima são simples: para marcar pontos, você deve fazer com que as manchinhas brancas na tela atravessem as bolas amarelas e azuis. Quanto mais rápido você cumprir a tarefa, mais pontos ganha. Tudo isso seria considerado até arcaico certo!? Se não fosse um detalhe…as manchinhas são paramécias ( um tipo de protozoário comum em água doce) Elas (deixo clara que estão vivas!!!) são fechadas em um ambiente propício para nos divertir. E o melhor de tudo…isso não pode ser considerado exploração de animais! ( desculpa a péssima piadinha!hahaha)
Os biotic games – ou “jogos bióticos” em português – são uma criação dos cientistas da universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e estão longe de ser apenas entretenimento. Todos os games exigem conhecimento científico. Na versão biótica de Pac-Man, por exemplo, a partida se desenvolve sobre um campo magnético minúsculo, que é exibido em uma tela de computador. Para avançar no jogo, é necessário inverter a polaridade elétrica do campo por meio de um console, que interfere no fluido onde estão as paramécias e, consequentemente, altera a direção delas! Vai dizer que vocês não tinha pensado nisso??!! hahaha
O idealizador dos games, Ingmar Riedel-Kruse, disse que eles servirão para despertar o interesse pela ciência nas novas gerações, além de estimular novas pesquisas nas áreas de biomedicina e biotecnologia. Interessante é, vai?!
Depois de 18 meses de trabalho, fevereiro chegou e trouxe com ele mais de mil obras de arte, de mais de 400 artistas, espalhadas por alguns dos maiores museus do mundo, em imagens com resolução de 7 bilhões de pixels, ou seja trouxe o Google Art Project, a mais nova inovação do grande Google.
Mas, afinal, o que é o Google Art Project? Na essência é um tour virtual pelos maiores museus do mundo e suas diversas salas. É um Street View dentro dos museus, entende!? As imagens de algumas obras estam em altíssima resolução, onde é possível observar detalhes mínimos, que nem quem está lá, de frente pra obra é capaz de ver…além disso, traz também informações sobre as obras e os museus. Super legal, né!?
Será que a democratização da arte será alcançada? Muitos estão defendendo que esse projeto é sim o primeiro passo para esse utópico objetivo: a arte ao alcance de todos, indiscriminadamente. Isso, a meu ver, é um pouco exagerado, contando que é uma minoria do mundo que tem acesso a internet (75% da população do planeta ainda não tem acesso à rede mundial de computadores, constatação é da União Internacional de Telecomunicações), mas a idéia por si só, já vale um prêmio!
Nem todos os grandes museus participam da iniciativa, nem todas as obras dos museus participantes fazem parte do projeto inicial, mas o volume já é grande!? Vamos aos números: 1060 obras, 17 museus (o que está no ar representa aproximadamente 20% do total)
Alguns museus participantes do projeto são: Metropolitan (NY), Hermitage (St. Petersburg), Tate Britain (Londres), National Gallery (Londres), Palácio de Versalhes (Paris), Museu Van Gogh (Amsterdan), entre vários outros.
No entanto, o que realmente importa no projeto do Google é a possibilidade e a oportunidade, o novo mundo que se abre a bilhões de pessoas. Afinal, não haveria chuva se não houvessem pingos, e cada pingo em particular. Mesmo a crítica dizendo que o projeto tem falhas, como por exemplo, alguns artistas foram mais privilegiados que outros, obras magníficas negligenciadas. Disseram ainda que houve uma seleção parcial das obras capturadas em alta resolução, que alguns movimentos foram valorizados em detrimento de outros e várias outras lamentações.
Mas, acredito, que independente da valorização deste ou daquele artista, desta ou daquela obra. Museus serão sempre museus, com todo significado filosófico que guardam e todas as maravilhosas peças que conservam, e nenhuma virtualidade tirará isso do ser humano. Apenas aumentará as oportunidades.
Ultima observação…sabem qual a qualidade das fotos tiradas??? Algumas delas chegam a 7 bilhões de pixels (gigapixels). Isso possibilita uma visão quase microscópica. Uma delas foi “O nascimento de Vênus” (Botticelli).