+50 e a Tecnologia

Por Claudia Nascimento

Uma incompatibilidade aparece nesse título: pessoas com 50 anos ou mais e a tecnologia?

Bem, pelo menos foi o que sempre pensei a respeito do tema e tenho 53 anos. Demorei a me envolver com tudo que tivesse mais de um botão, afinal sempre tive mil coisas pra fazer e aprender a utilizar todos os recursos disponíveis em novas TVs, computadores, celulares nunca fez parte das minhas necessidades além disso, eles mudam tão rápido que quando dominava um celular já estava velho e desatualizado.

Estou recomeçando minha vida agora, separada, tive que encontrar um novo caminho e sozinha. O que isso tem a ver com a tecnologia? Tudo. Comecei a estudar novamente ano passado, fiz um curso de Inbound Marketing porque ao ler sobre o conteúdo achei bem interessante: um marketing que se relaciona com as pessoas? Vou fazer, talvez consiga trabalhar com isso na minha cidade, interior de SP, pequena, 80.000 habitantes. Mas esse curso foi como se uma porta tivesse se aberto, não parei mais de estudar a respeito e estou fazendo outro curso, de Marketing Digital onde comecei a descobrir o que realmente a tecnologia pode fazer e é muito mais do que encher o controle remoto da TV de botões que nunca sabemos pra que serve.

O que mais me deixa feliz é descobrir que com a tecnologia podemos multiplicar o número de pessoas atendidas por um produto ou serviço, alguns gratuitamente ou a preços acessíveis. Essas descobertas me levaram a livros, matérias, blogs, palestras que nunca antes tinha pensado participar. Um dos livros que achei maravilhoso chama-se O Poder do Hábito. Explica de forma fácil e clara porque é tão difícil mudar hábitos e tão fácil consegui-los, mesmo que sejam péssimos. Muito simplificadamente é isso: nosso cérebro gasta uma usina de energia cada vez que trabalha em aprender algo, então sempre busca repetir o que já sabe ou encontrar algo parecido em nossa memória.

Por tanto temos uma explicação para nossa dificuldade em aprender novas tarefas. Sim, ela existe mesmo. Os jovens apenas veem um teclado e deduzem como usá-lo e como jovem podem colocar as crianças de 2 anos que nos fazem sentir um dinossauro quase extinto. Nós avós vivemos falando sobre os netos que desbloqueiam o celular, entram no whatasapp, ligam pra quem querem e não foram alfabetizados. Será que são diferentes? Tenho minha teoria: quando eu era criança, ninguém nunca me ensinou a subir em árvore, pular corda, andar de bicicleta ou mesmo cozinhar, sabíamos como fazer porque o entorno era esse e aprendíamos todos os dias vendo e ouvindo os outros. Atualmente as crianças não estão no quintal e nem na rua, estão dentro de suas casas cercadas por pessoas que teclam o dia inteiro em alguma coisa e todo esse ambiente torna o aprender intuitivo.

Espero que você que está lendo e não tem +50, indique essa coluna pra todos os +50 que conhece. Certamente nos divertiremos muito por aqui além de nos ajudarmos a perder o medo de usufruir das coisas boas que tecnologia pode nos trazer.

Lembre-se: somos a geração que teve sarampo, catapora, caxumba, rubéola  e não usávamos cinto de segurança pra andar de carro, simplesmente porque não existia. Isso só pra te encorajar.

Repense como você bebe

Pessoal, dessa vez a dica é de amiga meeesmo, assunto que a gente só divide com quem a gente gosta. Eu conheci e estou fazendo uso de um sistema inteligente de bebidas,​ o Drinkfinity. Noooossa… estou in love!
Drinkfinity é uma bebida que se adapta a você em qualquer hora, formado por um​a garrafinha que é chamada de Vessel e ​tem vários Pods​, que são cápsulas com diversos sabores maaaras.
​Aí, você enche seu Vessel com água filtrada e insere o Pod que ​contém ingredientes líquidos e sólidos. Os ingredientes líquidos garantem o sabor, enquanto os sólidos garantem as funcionalidades.​ Veja só como é demaaais!!!​

Dentro da família Drinkfinity, há quatro linhas de Pods que atendem a funções específicas do dia de cada pessoa. Cada linha tem três sabores que foram desenhados de acordo com o paladar d​e todo mundo​:

Live your Day, com vitamina C e zinco – o impulso para seguir em frente com o pé direito; nos sabores Abacaxi Pitaia, Banana Açaí e Limão Gengibre;
Take a Break, com camomila e cidreira – para um momento de pausa em um dia corrido; nos sabores Pêssego Branco, Frutas Tropicais Gengibre e Uva Amora;
Energy, com cafeína e complexo B – oferece uma dose extra de energia; nos sabores Romã Ameixa, Grapefruit Erva Mate e Maçã Guaraná;
Exercise & Play, com eletrólitos – para repor sais minerais perdidos durante a atividade física; nos sabores Grapefruit Erva Mate, Maçã Guaraná e Limão Gengibre.

Particularmente, eu não coloco mais nada. Só água filtrada e o pod. Não precisa de nenhum incremento! Tá tudo o que eu preciso pra me abastecer de forma inteligente. O processo é simples e entrega em todo Brasil.
​Claro que eu consegui uns cupons desconto para vocês, né!?!
Então, entre em http://www.drinkfinity.com.br, loja online, ins​ira o cupom ​CamilaD8 ​e realize sua compra.

Aí depois, me conte se eu tenho ou não razão de estar encantada…​

Perfil Profissional Online – LinkedIn – Resumo

O que você almeja? Aqui vale a pena você pensar que tipo de empresas quer que olhem seu perfil. No meu caso, trabalho com computação, na área pra Mobile, quero que empresas nacionais, multinacionais e internacionais vejam meu curriculum, então me preocupei em escrever meu curriculum em Inglês. O inglês é basicamente a linguagem que está mais presente na área de tecnologia, e deixando seu curriculum em inglês além de aumentar a visualização de empresas estrangeiras, mostra que você possui conhecimento de outras línguas.
Certo, agora ao conteúdo, essa é a parte que você pode explicar o que você faz, o que você gostar de trabalhar e com que ferramentas e metodologias que você tem lidado. Mesmo que você já tenha trabalhado com muita coisa, foque naquilo que você tem mais conhecimento, que você vai poder falar com precisão. No meu caso eu já trabalhei com iOS, mas quase não lembro, então eu foco muito no Android, que é o que eu sei dizer com propriedade. Não tenha medo de falar algo que pode acrescentar qualidades mesmo que não seja uma experiência profissional, por exemplo, você participou de alguma competição de tecnologia, gostou da experiência, pode citar. Esse é um campo amplo, foque em você e no que você gosta. Não coloque por exemplo trabalho com requisitos funcionais se você só faz isso porque é obrigado, deixe isso pra o campo experiência. Que será explicado em um novo post.
Pense como quando você coloca uma parte objetivo no seu curriculum, é a parte que você foca no que quer fazer. Ok, pode ser que dependendo da vaga você atualize os objetivos para se encaixarem melhor, mas o resumo é a parte genérica dos objetivos, você vai colocar nele as coisas que você faz ou fez que vão de encontro com seus objetivos profissionais.
Novamente essa rede social é uma rede voltada para o mercado de trabalho, então tente ser profissional quando for acrescentar informações. Minhas dicas para montar o que quer escrever, faça uma lista de tópicos que você gostaria que estivessem no seu resumo, exemplo:
  • Android
  • Testes funcionais
  • Ferramentas (Firebase, Fabric, etc)
  • Libs (Retrofit, Butterknife, etc)
  • Palestras
  • Workshops
Depois pense em como você se apresentaria numa entrevista quando lhe pedem pra falar um pouco de você. A ideia aqui é apresentar aqueles tópicos que você colocou ali em cima dentro do que você fala pra se apresentar. Lembrando é a primeira visualização que as empresas têm de você. Outra dica tente ser breve, as empresas tem que bater o olho no resumo e achar que você é a pessoa certa pro cargo. Se você escrever um livro, eles já esqueceram da primeira frase.
Dany Schwab:
Desenvolvedora Android com 6 anos de experiência na área, atualmente trabalhando para o Grupo Confidence. Formada pela USP São Carlos em Ciências da Computação. Tutora de Android do Projeto Tutoras, ajudou no material didático do Projeto Android Smart Girls e colaboradora do Blog Mulheres na Computação.  Ama programação, artesanato e livros. Com interesse em projetos que visam mostrar que a computação não é um bicho de sete cabeças.