Energia Elétrica sem fio!?

Sei que a categoria é: Inovações. Sendo assim eu não deveria me surpreender tanto com elas, porém a cada novidade penso que não existe limite para o cérebro humano. E sabe qual a última? ( papai que chegou em casa comentando): Recentemente a Intel introduziu a Wireless Power. Para quê  cabos para transportar corrente? Agora querem tudo transmitido pelo ar!Ficaram com ciúmes da Internet! Brincadeiras a parte… será, sem dúvida, a maior mudança evolutiva no que diz respeito a energia elétrica.

 A demonstração pública da grande invenção foi dada esse ano, o desenvolvedor do fórum anual em San Francisco, Califórnia, diretor de tecnologia da Intel Justin Rattner, mostrou eletricidade sendo transferida através do ar completamente sem fio para acender uma lâmpada 60Watt. E a apresentação foi perfeita para a surpresa da platéia que continuou com seu celulares, máquinas fotográficas e computadores funcionando, o que mostrou, ainda, que o a energia pode ser transmitida pelo ar sem causar danos a outros aparelhos ou as pessoas.

Mas como tudo isso funciona? Mágica? Não, não. De acordo com uma das pesquisas da Intel, Josh Smith ressalta- “Acontece que o corpo humano não é afetado pelos campos magnéticos, mas é afetado por campos elétricos. Então o que estamos fazendo é transmitir energia através do campo magnético e não através de campo elétrico.” Parece simples, não!? De acordo com Mr. Smith, os transmissores podem ser anexados ou embutido no computador, tais como componentes de visualização, de modo que permitam dispersar energia para dispositivos perto deles, como o seu telefone celular em sua mesa, o iPod no bolso… no futuro você, provavelmente, vai ver estes sistemas serem instalados nos aeroportos, metrôs, e em locais onde a maioria das pessoas se reúnem. Embora ele já se pareça estável e, p0rtanto, pronta para o mercado consumidor, a Intel disse que o sistema Wireless de energia ainda está nas fases iniciais do desenvolvimento, eles ainda têm que fazer  testes mais profundos para se certificar que tudo esteja em perfeitas condições de funcionamento sem quaisquer efeitos secundários.

Pois a única coisa ruim de tudo isso é que não poderemos mais dar a famosa desculpa aos pais, amigos(as), namorados(as), esposo(a)…” Ai acabou a bateria!Desculpa!” Brincadeira!

Está aí, um trechinho da apresentação:

beijos a todos que desejaram muito ter visto toda essa demonstração ao vivo!

A Força do Pensamento!

O que antes parecia cena de ficção científica pode se tornar parte de nossos dias! Daremos adeus ao teclado e ao mouse, nunca mais teremos que procurar pelo controle remoto ou levantar pra desligar a luz do quarto…Usaremos nosso cérebro para comandar as máquinar que nos cercam!

Falando assim parece que é tudo muito simple, mas não é bem assim essa relação máquina-pensamento requer muito detalhamento e trabalho, mas grandes avanços têm se tornado notícia, como a de que o professor Paulo Victor de Oliveira Miguel, do Colégio Técnico da Unicamp (Cotuca), criou um protocolo de comunicação (denominado “Ecolig”) que vai permitir que praticamente qualquer aparelho eletroeletrônico seja controlado com o pensamento.

Agora deixando de lado toda parte sensacionalista da notícia, vamos ao que realmente importa. Já pensaram a acessibilidade que uma invenção como essa pode gerar? Um tetraplégico poderá enfim se comunicar com o mundo exterior. Ou ainda, quem mais poderá alegar L.E.R? Uma invenção como essa combate toda e qualquer lesão por esforço repetitivo. Outro avanço, dessa vez mais técnico, será na interação dos dispositivos do tipo nano e microeletrônicos, poderemos agora comandar um dispositivo que não vemos, algo que se adequa a sua forma reduzida. Lindo não!?

O mesmo se aplica aos dispositivos relacionados com a visão ampliada, onde as seleções de controles e informações podem acontecer mais rapidamente e com novos recursos.

A ideia principal do processo das interfaces cérebro-máquina, tem como base a mesma tecnologia do eletroencefalograma. Os sinais cerebrais são utilizados da mesma forma.

A partir desses sinais, que para o médico serviam somente para uma interpretação analógica – analisa sua anormalidades e propõe um tratamento – foi realizado um procedimento diferente. Foi criada uma linguagem em cima dele. O objetivo é fazer com que a pessoa possa controlar esse sinal de uma forma que ele emita uma certa linguagem, como destacou o próprio criador.

Bom, enquanto você está aqui acabando de ler esse post, o pesquisador está trabalhando na finalização de um projeto que será apresentado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em parceria com docentes da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), do L’Institut de Recherche en Communications et Cybernétique (IRCCy) na França e uma empresa na área de telefonia celular, dentre outras renomadas empresas dos setores eletroeletrônico e biomédico.

Espero (tenho certeza) que o projeto seja aprovado e possa (tenho certeza) entra na lista das grandes inovações tecnológicas!

Mas, cuidado…afinal acabou aquela história de “pensei mas não falei…”! Brincadeirinha!

beijos!

“Bactérias ganham lógica e são programadas como computadores”

Não entendeu nada? Pois eu também não! Foi essa a manchete que eu li em um dos gadgets do iGoogle que eu normalmente só olho de relance…mas deixar passar uma manchete como essa?!

Claro que eu cliquei no link! E o que dizia o artigo, era exatamente o que eu e você imaginamos! Cientistas criaram bactérias ( da linhagem E. coli  ) que funcionam como microcomputadores biológicos e podem, portanto ser programadas! Essas bactérias receberam portas lógicas, conceito muito difundido na computação ( pra você que não tem a menor idéia do que isso significa aí vai uma definição: uma porta lógica é um circuito elementar que recebe duas entradas e fornece um resultado que depende da combinação de valores daquelas duas entradas.).

E agora a frase que mais me chamou atenção no artigo:“Nós sempre pensamos na computação como o uso de correntes eletrônicas para fazer cálculos, mas qualquer substrato pode funcionar como um computador, incluindo engrenagens, tubulações de água e… células,”. Explica o Dr. Christopher Voigt, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Genial!

Não é de hoje que vêm explorando essa intercomunicação entre a biologia e a informática. Sobre o objetivo de tudo isso disseram (me surpreendi com a resposta!) que não se quer produzir um super computador de DNA (ou bactérias agora…), por exemplo, para “competir” com o de silício (atual), querem conseguir trazer a exatidão/precisão da computação para as interações biológicas. A computação é mesmo maravilhosa não!?

Voigt afirmou ainda que, no futuro, o objetivo é ser capaz de programar as células usando uma linguagem formal semelhante às linguagens de programação atualmente usadas para escrever programas de computador.

Sendo assim a conclusão final é: assim que aparecer um curso de linguagem pra programação de bactérias eu vou fazer! Alguém mais se habilita?!  Brincadeirinha (mas é verdade). Isso pode e tenho certeza que vai ser um salto evolutivo para a medicina e claro, para toda a humanidade!`

É isso…

beijos!