A última do gigante da Internet: Google+.

O slogan: “the Google+ project: Real-life sharing, rethought for the web”. Numa tradução livre seria equivalente a “Facebook velho-zuado, você já rendeu o que tinha que render agora é minha vez de ganhar dinheiro e revolucionar essas tais redes sociais, beleza!?”

Brincadeiras a parte, a proposta soa antiquada, como se tudo que podia ser feito nesse mercado já tivesse sido feito. E é aí que o Google mais uma vez nos surpreende. Sim, ele conseguiu inovar e eu estou louca pra participar, mas por enquanto eles estam em fases de testes e, portanto, trabalhando com um número restrito de usuários convidados.

Vamos a alguns detalhes do projeto:

O objetivo do projeto segundo descrição do próprio google é “corrigir” o compartilhamento on-line, que ainda é estranho na opinião deles (olha a indireta Mark Zuckerberg!). Eles querem “trazer a nuance e a riqueza da vida real” para as redes sociais. Querem usar o melhor do Google, incluindo você, seus relacionamentos, e seus interesses para começar o projeto Google +. Vamos combinar que eles mandaram bem no marketing!?

Está aí um resuminho rápido:

Eles estão cheios de novidades e um layout bem interativo, dentre essas novidades a que mais me chamou a atenção foi: +Hangouts.
A ideia é parar e dizer Olá, cara-a-cara. Vamos a outra tradução livre ( dessa vez é sério! Juro!) da descrição dada pelo próprio Google:

“Se é para barzinho ou simplesmente para o seu quintal, os seres humanos sempre gostaram de sair. E por que não? É assim que podemos relaxar, recarregar, e passar o tempo com velhos e novos amigos. Sair é enganosamente simples, porém, as nuances se perderam no relacionamento on-line.

Basta pensar: quando você entrar no barzinho ou se for para o seu quintal, você está, de fato, sinalizando para todos ao seu redor: ” Hey, eu tenho algum tempo, então sinta-se livre para conversar comigo”. Além disso, a falta de contato físico que coloca as pessoas à vontade, e favorece a conversa se perdeu, já que as ferramentas de comunicação on-line de hoje (como mensagens instantâneas e vídeo-chamada) não entendem essas sutilezas.

• Eles são irritantes, para começar. Você pode dizer a todos que está “disponível”, mas você é obrigado a interromper os planos de alguém.
• Eles são também muito estranhos. Quando alguém não responde, não sei se ele simplesmente não existe, ou simplesmente não se interessa.

Com o Google + queríamos fazer na tela encontros divertidos, espontâneos e realistas, por isso criamos Hangouts ( em português seria o equivalente a Ponto de encontro). Ao combinar o encontro casual com o vídeo em tempo real, Hangouts permite que você pare quando estiver livre, e gaste seu tempo com seus círculos, ficando cara-a-cara com eles.”

Arrasaram! E sabe outra coisa que vai fazer diferença, a atenção que eles estam dando para os dispositivos móveis, afinal eles são o futuro.

Quem se interessou pelo projeto pode encontrar informações direto da fonte: Google+

beijos a todos que estam com raiva como eu de não estar entre os bests do Google que ganharam convitinho! =/

PS: Mas antes de aceitar o primeiro covite que aparecer leiam o post anterior!

Tecnologia facilitando tarefas!

Já está no mercado uma tecnologia chamada RFID. Você já ouviu alguém dizer: ” Puxa, hoje tem contagem de estoque!”?. Até hoje a única maneira de fazer isso era contar peça por peça, mas empresas como a Itautec estam focando nesta tecnologia, visando uma substituição futura das etiquetas de código de barras, tudo isso para facilitar todo esse gerenciamento.

Nos vídeos que seguem é possível perceber o quanto uma tecnologia pode facilitar a vida humana! Não é necessário nem tirar os produtos das caixas totalmente vedadas e mesmo assim é possível saber quais e quantos produtos estão ali. Essa tecnologia também vem sendo usada para identificação de containers, uma vez que com ela, se quer abri-los é necessário!

Beijos!

CLOUD COMPUTING – Computação nas nuvens!

O termo Cloud Computing começou a ficar famoso em 2008, e, sem dúvida não tem data para sair da boca do povo da TI. No Brasil, a tradução do termo ficou: Computação nas Nuvens ou Computação em Nuvem.

Mas afinal o que é isso? O desenvolvimento de computadores nas alturas? OOOHH!! Não é nada disso! Essencialmente, ela busca materializar a ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores. Entenderam?

O mais normal sempre foi utilizar aplicativos instalados em nossos próprios computadores, assim como armazenar arquivos e dados em nossos próprios HDs, principalmente quando se trata de computadores de uso domético. No ambiente corporativo isso também acontecia/acontece, mas o cenário já é um pouco diferente, já que nele é mais fácil encontrar aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado por meio de uma rede. Mas ainda assim, os servidores normalmente são próprios.

Tudo era feito dessa maneira para utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede. Em outras palavras, é possível usar esses recursos de maneira off-line. Ponto positivo para o modelo tradicional! Entretanto, todos os dados gerados ficam restritos a esse computador, exceto quando compartilhados em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Vale lembra que com o avanço da tecnologia e facilidade de acesso, muitas casas tem bem mais de um computador…cada filho tem seu notebook, seu celular ultra-moderno que acessa rede sem-fio, temos ainda um ou dois computadores de mesa… tudo bem essa não é a realidade da maioria, mas vêm se tornamdo uma cena cada vez mai comum no Brasil e no mundo. E mesmo no ambiente corporativo, isso pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de um determinado software para cada computador, por exemplo. Ponto negativo para o modelo tradicional!

A evolução constante da computação e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagando-se muito pouco. Esse cenário cria a situação perfeita para a popularização da Cloud Computing. ÉÉÉ…o ponto positivo do modelo tradicional ficou fraquinho, fraquinho!

Com a Cloud Computing grande parte dos aplicativos, assim como arquivos e outros dados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Esse conteúdo passa a ficar disponível nas “nuvens”, isto é, na internet ( vai dizer que o nome agora não faz todo sentido!?). Parece que talvez tudo isso complique ainda mais as coisas, porém cabe ao fornecedor do serviço todas as tarefas de desenvolvimento,armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário continua não precisando se preocupar com nada disso, apenas com acessar e utilizar ( e cometer todos os erros possíveis para travar o seu sistema! Brincadeirinha…).

Vamos a um exemplo prático dessa novidade: o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como o Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas. O que o usuário precisa fazer é apenas abrir o navegador de internet e acessar o endereço do Google Docs para começar a trabalhar, não importando qual o sistema operacional ou o computador utilizado para esse fim. Neste caso, o único cuidado que o usuário deve ter é o de utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.

A ideia é sensacional e sem dúvida fará parte do nosso cotidiano futuro! É claro que ainda há muito o que se fazer. Por exemplo, a simples ideia de determinadas informações ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de serviço), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, aterroriza desde empresários até usuários adolescentes! Motivo esse que obriga a questão da seguraça da informação “nas nuvens” ser beeeeem melhor estudada. Há outras questões também, como o problema da dependência de acesso à internet, tudo bem que as quedas vêm sendo cada vez mais incomuns, porém a chance existe, e aí o que fazer quando a conexão cair? Já existem algumas maneiras de tornar esse fato menos desesperador, como sincronização de aplicações off-line com on-line, mas tecnologias como essa ainda precisam evoluir bastante.

Mesmo assim, posso apostar que nosso futuro está “nas nuvens”!

beijos!