DEZ ALUNAS DO NAVE PARTICIPAM DO TECHNOVATION CHALLENGE

Imagine uma escola onde ensinar o conteúdo caminha junto a produzir novos conhecimentos. ❤ Um lugar onde professores e estudantes se preparam juntos para um mundo cada vez mais digital e desafiador. Essa escola é o NAVE (Núcleo Avançado em Educação), um programa de Ensino Médio Integrado Profissionalizante desenvolvido pelo Oi Futuro em parceria com as Secretarias de Estado de Educação do Rio de Janeiro e Pernambuco. Isso significa unir uma escola pública de ensino médio a cursos técnicos em tecnologias digitais. Cada curso técnico é desenvolvido em parceria com instituições especialistas em diferentes áreas de conhecimento, oferecendo cursos de Programação de Jogos Digitais e Roteiros para Mídias Digitais e Multimídia.

 

No dia 13 de maio, dez alunas do NAVE, programa de Educação do Oi Futuro, estarão em São Paulo participando do Technovation Challenge, maior competição internacional de tecnologia desenvolvida por meninas. Agrupadas em duas equipes, as jovens do NAVE vão defender seus dois projetos participantes, “Noiserped” (game que ajuda jovens que sofrem de depressão) e “Love Pills” (app criado para ajudar jovens em situação de crise de pânico) em sessões de pitching previstas para às 14h. Se os projetos forem aprovados, as meninas do NAVE seguem para a etapa final da competição, no Vale do Silício, onde vão concorrer com times de desenvolvedoras de diversos países.

O NAVE (Núcleo Avançado em Educação) forma jovens para as economias digital e criativa, com foco na produção de games, aplicativos e produtos audiovisuais. O programa, criado pelo Oi Futuro e desenvolvido em parceria com as Secretarias de Estado de Educação do Rio de Janeiro e Pernambuco, oferece ensino médio integrado e profissionalizante. Além de obter formação técnica, os estudantes do NAVE são incentivados a desenvolver o espírito empreendedor e a estabelecer suas primeiras conexões profissionais, por meio de projetos e eventos de integração com o mercado de inovação.

A proposta do Technovation é estimular meninas de todo o mundo a usarem a tecnologia para desenvolver soluções para melhorar a vida das pessoas e a sociedade.  A competição reconhece os melhores projetos de aplicativos e empreendedorismo voltados para desafios reais das cidades e para a promoção do bem estar desenvolvidos por equipes de meninas entre 10 e 18 anos. As finalistas viajam para a Califórnia para apresentar seus aplicativos e planos de negócios para investidores na final mundial, e concorrem ao prêmio de U$ 10.000 dólares e suporte para finalizar e lançar o aplicativo no mercado.

 

Mais informações sobre os projetos das alunas do NAVE:

 

Equipe Girls on Power – Projeto: “Noiserped”
https://my.technovationchallenge.org/apps/noiserped-by-girls-on-power

Equipe JELLP Gang – Projeto: “Love  Pills”
https://my.technovationchallenge.org/apps/love-pills-by-jellp-gang#tab–team_submission_pitch_video

Microsoft lança o Índice de Cidadania Digital e inicia campanha “Por Uma Internet Melhor”

Hoje é celebrado no mundo todo Dia da Internet Segura. Para contribuir com a discussão que a data traz à tona, a Microsoft está lançando a campanha virtual: “Por uma Internet Melhor”, que busca incentivar as pessoas a abraçar a cidadania digital e tratar cada indivíduo online com respeito e dignidade. A campanha dissemina princípios simples, mas uma nova pesquisa da Microsoft,  o Índice de Cidadania Digital, mostra que o comportamento inapropriado no ambiente online está gerando preocupação sobre o tom das interações e também sobre o crescimento dos riscos no futuro, reforçando a necessidade de pessoas e empresas atuarem em prol de uma internet melhor.

Formulada com base nesta pesquisa, a campanha busca disseminar alguns comportamentos que podem fazer da internet um lugar mais seguro e diverso para todos e usa as hashatags #CidadaniaDigital e #InternetMelhor

Os princípios da campanha são:

1- Trate os outros como gostaria de ser tratado
Aja com empatia, compaixão e gentileza em cada interação e trate todos com dignidade e respeito

2- Respeite as diferenças
Compreenda diferentes perspectivas e evite ofensas e ataques pessoais

3- Pense antes de responder
Não publique ou envie nada que possa ofender outra pessoa, prejudicar reputações ou ameaçar a segurança de outros

4- Proteja você e os outros
Apoie as vítimas de abusos online, informando sobre atividades que ameacem a segurança de qualquer um e preservando evidências de comportamento inapropriado ou inseguro

“Podemos erradicar a maioria da crueldade, bullying e humilhação que ocorre online se cada observador resolver se manifestar”, afirma Sean Kosofsky, diretor-executivo da Tyler Clementi Foundation. “Podemos interromper o assédio, reportá-lo e chegar às pessoas afetadas”.

 

O Índice de Cidadania Digital

O Índice da Microsoft baseia-se em uma pesquisa que examinou as atitudes e percepções das pessoas sobre comportamentos e interações on-line e foi realizada em junho de 2016 com adolescentes (idades 13-17) e adultos (idades 18-74) em 14 países – da América Latina participaram Brasil, Chile e México. Foram feitas perguntas como “quais riscos on-line você e pessoas próximas a você têm experimentado, quando e com que frequência os riscos ocorreram e quais as consequências e ações foram tomadas?” – e mediu a exposição dos participantes a 17 riscos on-line em quatro áreas: comportamental, reputacional, sexual e pessoal / intrusivo.

O Índice de Cidadania Digital da Microsoft revela que as pessoas tiveram contato com uma média de 2,2 riscos de segurança on-line entre os 17 incluídos na pesquisa. Os 5 principais riscos detectados foram: 1) contato indesejado, 2) ser tratado de forma maldosa, 3) “Trolagem”, 4) receber mensagens sexuais indesejadas, e 5) assédio on-line.

Veja os principais dados da pesquisa realizada no Brasil e também os achados a nível global:

  • 71% dos brasileiros disseram ter sido expostos apelo menos um risco online no passado
  • A maioria dos 17 riscos on-line elencados mundialmente estavam acima da média internacional no Brasil
  • Trolling (23%) e Assédio on-line (22%) foram os principais riscos comportamentais, sendo ambos ligeiramente superiores à média internacional
  • 67% dos brasileiros relataram uma consequência após terem sido expostos a um risco online
  • Os riscos virtuais que geram maior preocupação nos brasileiros são: Doxxing (forma de chantagem ou de destruir a reputação de pessoas online), 59%, Dano à reputação pessoal (54%) e Discriminação (53%)
  • 50% dos entrevistados globais relataram estar “extremamente ou muito” preocupados com a vida online em geral
  • Os entrevistados classificaram como as principais consequências das interações negativas on-line no mundo real a “perda de confiança em outras pessoas online e offline, aumento do estresse e privação do sono”
  • 62% afirmaram que não sabem ou estão inseguros sobre como obter ajuda caso se deparem com um risco online

Países que registraram os menores índices (e, portanto, os mais altos níveis de civilidade digital) foram Reino Unido (45), Austrália (51) e Estados Unidos (55). Na outra ponta, com os piores resultados,  estão África do Sul (78), México (76) e Rússia (74). O novo índice baseia-se no Índice de Segurança em Computação Microsoft, divulgado de 2010 a 2013, principalmente no componente comportamental do índice.

Perfil Profissional Online – LinkedIn – Resumo

O que você almeja? Aqui vale a pena você pensar que tipo de empresas quer que olhem seu perfil. No meu caso, trabalho com computação, na área pra Mobile, quero que empresas nacionais, multinacionais e internacionais vejam meu curriculum, então me preocupei em escrever meu curriculum em Inglês. O inglês é basicamente a linguagem que está mais presente na área de tecnologia, e deixando seu curriculum em inglês além de aumentar a visualização de empresas estrangeiras, mostra que você possui conhecimento de outras línguas.
Certo, agora ao conteúdo, essa é a parte que você pode explicar o que você faz, o que você gostar de trabalhar e com que ferramentas e metodologias que você tem lidado. Mesmo que você já tenha trabalhado com muita coisa, foque naquilo que você tem mais conhecimento, que você vai poder falar com precisão. No meu caso eu já trabalhei com iOS, mas quase não lembro, então eu foco muito no Android, que é o que eu sei dizer com propriedade. Não tenha medo de falar algo que pode acrescentar qualidades mesmo que não seja uma experiência profissional, por exemplo, você participou de alguma competição de tecnologia, gostou da experiência, pode citar. Esse é um campo amplo, foque em você e no que você gosta. Não coloque por exemplo trabalho com requisitos funcionais se você só faz isso porque é obrigado, deixe isso pra o campo experiência. Que será explicado em um novo post.
Pense como quando você coloca uma parte objetivo no seu curriculum, é a parte que você foca no que quer fazer. Ok, pode ser que dependendo da vaga você atualize os objetivos para se encaixarem melhor, mas o resumo é a parte genérica dos objetivos, você vai colocar nele as coisas que você faz ou fez que vão de encontro com seus objetivos profissionais.
Novamente essa rede social é uma rede voltada para o mercado de trabalho, então tente ser profissional quando for acrescentar informações. Minhas dicas para montar o que quer escrever, faça uma lista de tópicos que você gostaria que estivessem no seu resumo, exemplo:
  • Android
  • Testes funcionais
  • Ferramentas (Firebase, Fabric, etc)
  • Libs (Retrofit, Butterknife, etc)
  • Palestras
  • Workshops
Depois pense em como você se apresentaria numa entrevista quando lhe pedem pra falar um pouco de você. A ideia aqui é apresentar aqueles tópicos que você colocou ali em cima dentro do que você fala pra se apresentar. Lembrando é a primeira visualização que as empresas têm de você. Outra dica tente ser breve, as empresas tem que bater o olho no resumo e achar que você é a pessoa certa pro cargo. Se você escrever um livro, eles já esqueceram da primeira frase.
Dany Schwab:
Desenvolvedora Android com 6 anos de experiência na área, atualmente trabalhando para o Grupo Confidence. Formada pela USP São Carlos em Ciências da Computação. Tutora de Android do Projeto Tutoras, ajudou no material didático do Projeto Android Smart Girls e colaboradora do Blog Mulheres na Computação.  Ama programação, artesanato e livros. Com interesse em projetos que visam mostrar que a computação não é um bicho de sete cabeças.