Felicidade:genética ou escolha?

Deu tudo errado? Aliás…está dando TUDO errado? Sua vida está horrível? Se questionou porque saiu da cama hoje? Sabe quem é o responsável por tudo isso? SEUS GENES! Pelo menos foi o quê um grupo de pesquisadores de quatro universidades, do Reino Unido, dos Estados Unidos e da Suécia, concluiram. Eles defendem que possuimos uma espécie de “piso” de felicidade, um nível mínimo de satisfação com a vida que se mantém independente do dia-a-dia. Esse nível varia de pessoa para pessoa. Cada um tem o seu.
Para chegarem a essa conclusão, os cientistas analisaram uma pesquisa feita nos EUA, o Add Health Study, que vem entrevistando voluntários desde 1994, aí perceberam que cerca de 33% da variação da felicidade das pessoas é devido a uma carga genética. Constataram ainda que o sexo influencia esses genes, separando os dados por sexo obtiveram: 26% para as mulheres e 39% para os homens.
Descobriram ainda que esse nível aumenta com a idade…velhinhos devem estar sempre sorrindo, hein!?
Querem o nome do culpado? SLCGA6. É ele que transporta serotonina (um neurotransmissor ligado à alegria) no cérebro.

Bom, se você está sempre feliz, agora já sabe porque, né!? Foi premiado com a versão mais “eficiente” do gene. Sendo assim, tem entre 8,5% e 17,3% mais chances de ser uma pessoa feliz da vida…Agradeça o acaso agora! Além disso, esse é só mais um motivo para ser grato por seu pais serem quem são!

Estudos a parte, vou dar o meu conselho ( levando em conta que eu tenho apenas 19 anos nem sei se isso é apropriado, mas…): Só somos realmente felizes quando temos a certeza de que a felicidade se concretiza de dentro para fora. Ela é nossa e por isso, não devemos depositá-la em algo externo, como bens materias. Ser feliz da vida é uma escolha! Pensem nisso e sejam felizes…

beijos felizes para vocês!

Novidade da vez: BIOCHIPS.

Inaugurando 2011…

Os biochips usam canais microscópicos, escavados em plástico ou vidro, para realizar análises biológicas ou químicas com uma precisão e uma velocidade que não são possíveis com os equipamentos tradicionais. Depois desse coméntário completamente técnico e difícil de ser compreendido pela maioria das pessoas (inclusive eu) queria falar um pouquinho mais sobre esses novos dispositivos…

Eles podem ser usados para realizar exames médicos, testar novos medicamentos, fazer análises de alimentos, monitoramento ambiental e até servirem como biofábricas. Já existem biochips capazes até de detectar o HIV, sequenciar DNA, detectar tipo e gravidade do câncer e simular o metabolismo de medicamentos no corpo humano tudo isso em segundos, apenas para citar alguns exemplos.

Para possibilitar tudo isso eles precisam ser conectados a computadores, previamente  preparados para receber as medições, analisá-las, compará-las com padrões e mostrar os resultados na tela, enviá-los para uma impressora ou disponibilizar as informações pela internet. Apesar de tantas tarefas, com alguns programinhas, computadores nem tão “potentes” tiram tudo isso de letra! Mesmo os telefones celulares já têm capacidade suficiente para processar as medições feitas pelos biochips, podendo ainda transmitir os dados para um laboratório central, abrindo a possibilidade de atendimento emergencial em áreas remotas. Bom, né!?  Esses dispositivos tão difundidos pelo mundo, já podem, em conjunto com um biochip adequado e sua câmera funcionar como microscópios.

Um
Este biochip capaz de fazer mais de mil reações químicas simultâneas é um bom exemplo da dificuldade de interconexão dos microdispositivos com o mundo macro. [Imagem: UCLA]

Desenvolver interfaces específicas para cada dispositivo criado é uma necessidade para que os bons resultados nos laboratórios se transformem em soluções comerciais disponíveis para a população. Visando essa comercialização, engenheiros da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma interface que promete facilitar o desenvolvimento desses dispositivos médicos ultracompactos. Eles acreditam que a interface tem potencial para se tornar uma espécie de USB dos microchips.

Os conectores, batizados pelos cientistas de Fit-to-Flow,  podem ser integrados e serem controlados pelo mesmo padrão de conexão, usado em computadores ( PCI ), sendo acionado via computador ou smartphone sempre que for necessário. Com este esquema padrão de conexão, biochips projetados para executar testes diferentes, como analisar amostras de ar, água ou de sangue, poderão ser plugados no mesmo dispositivo de manipulação de fluidos em grande escala e sendo controlados por um equipamento eletrônico padrão, seja um computador, um telefone celular ou qualquer equipamento futuro que incorpore o sistema de comunicação. Belíssima notícia, não!? Acho que nem vai demorar tanto assim para chegar as nossas mãos!

beijos!

Será que vai chover!? Tupã responde!


Quem viu Jornal Nacional ontem? Então você já sabe do que estou falando! Quem não viu ou não entendeu direito vou explicar melhor!

O Inpe, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, localizado em Cachoeira Paulista (a 202 km de São Paulo) , passou a ter o supercomputador mais rápido do hemisfério sul ( VAI BRASILLLL! ) e, pela primeira vez na história, atingiu a 29ª colocação da lista das máquinas mais poderosas em atividade em todo mundo. De acordo com o orgão que avalia os supercomputadores, o supercomputador, desde outubro, é o terceiro mais poderoso entre os equipamentos dedicados à previsão de tempo e de clima sazonal.

Tupã é o apelido carinhoso de um XT6 da Cray, que é capaz de executar 258 trilhões de cálculos de ponto-flutuante (float) por segundo, cálculos esses que envolvem números muito pequenos ou muito grandes. Só para se ter uma idéia, um bom computador doméstico, com o processador Intel Core i7 980 XE, por exemplo, faz em média 100 bilhões dessas operações a cada segundo. O Tupã, comprado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Fapesp por US$ 23 milhões de dólares é, portanto, 2.580 vezes mais veloz que as máquinas domésticas e é 50 vezes mais rápido que a máquina anterior.

O que já era rápido ficou ainda mais veloz! E pra quê tudo isso? Com essa capacidade enorme de processamento de dados será possível prever o tempo em uma escala muito pequena, muito mais precisa. Conseguiremos saber, por exemplo, a diferença entre a chuva que poderá cair na Zona Leste e no Centro da cidade de São Paulo! Informação essa, cada vez mais indispensável em tempos de tempestades repentinas capazes de destruir bairros e famílias inteiras. Esse mais novo super supercomputador do Inpe vai assumir as operações em 2011.

Outro motivo decisivo para essa aquisição foi visando o desenvolvimento e a implementação do Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global ( Nossa! Que chique!) , que incorporará todos os elementos do Sistema Terrestre (atmosfera, oceanos, criosfera, vegetação, ciclos biogeoquímicos, etc), suas interações e como este sistema está sendo perturbado por ações antrópica ( lê-se: do homem), como emissões de gases de efeito estufa, mudanças na vegetação, urbanização e tantos outros. Será um projeto interdisciplinar sem precedentes entre países em desenvolvimento. E quem está no comando, hein!? Nós, os brasileiros!

Mas nem só os brasileiros estam em alta…o mesmo ranking que nos deu a 29° lugar, deu a medalha de ouro para a China, pelo Tianhe-1-A, que opera a 4,7 PetaFlops, ou cerca de 20 vezes a velocidade da máquina instalada no Brasil, e está em operação desde outubro! Quem sabe o sucessor do Tupã não é primo desse Tianhe! Vamos torcer!

Falando agora como jovem brasileira e estudante de informática, queria deixar público meu contentamento com esse tipo de notícia. Saber que meu país anda investido nesse tipo de tecnologia e está em ascensão em rankings como esse me motivam a também querer evoluir e produzir, quem sabe até desistir de sair correndo daqui na primeira oportunidade de ir para o exterior!hahahahahaha

beijos!

PS: O Tupã me contou que não vai chover! ;D