A nova febre: COMPRAS COLETIVAS!

Depois da febre das redes sociais ( não quero dizer que ela acabou ok!?), uma nova pode ser facilmente detectada: as compras coletivas pela Internet, que vêm provocando paixões e chega a viciar homens e mulheres. Com empresas que crescem 40% ao mês, a gama de promoções está cada vez mais diversificada, vai desde de ingressos para espetáculos e jantares a cupons para salão de beleza e passeios turísticos. Tudo isso parece não ter limites. O que já era de se esperar, afinal a adesão de milhares de compradores tentados pela comodidade de comprar sem sair de casa ou do trabalho com descontos que chegam, em alguns casos, a 80% me parece óbvia.

Diagnósticada a febre, nos vemos cheios de dúvidas: mas como tudo isso funciona? Porque os preços são tão bons? Quem são esses compradores? Porque tanto sucesso?

Vamos as respostas (ou pelo menos tentativas de resposta, ok!?):

Os descontos enormes e fascinantes são possíveis pela venda em grande quantidade. Os sites oferecem preços competitivos, apostando em um número determinado de compradores. Os usuários previamente registrados no site imprimem os cupons (que têm prazos de validade que variam de 3 a 12 meses) no momento em que se alcança o número mínimo necessário para que a oferta passe a valer. O segredo está na validade das ofertas (um dia) que são feitas por cidade. Assumam: quem não se sente pelo menos tentado a fazer algo que já queria pela metade do preço e para isso nem sair de casa é preciso? Parece a fórmula perfeita, não!?

“É um mercado que está crescendo no mundo todo. Começou primeiramente nos EUA e se espalhou imediatamente pelo resto da América, Europa e Ásia”, diz Sebastián Pereira, diretor regional do Groupalia, um dos maiores sites de compras.

Um estudo feito pela América Economía Intelligence sobre a força do comércio eletrônico na América Latina, observa que o comércio eletrônico cresceu na região 39,2% em 2009 (que em dinheiro corresponde a aproximadamente US$ 21,775 bilhões! Pasmem!). Como se não bastasse esse número vem crescendo e pode ter chego, em 2010, a US$ 28 bilhões em razão do aumento no número de computadores, dos avanços da tecnologia de banda larga, do aumento da quantidade de usuários de Internet, do aumento contínuo das empresas, serviços e produtos desse setor, bem como a maior segurança nas transações ( esse último na minha humilde opinião é o principal fator). De acordo com dados do último estudo anual da Câmara Argentina de Comércio Eletrônico (CACE), o número total de transações online em 2010 cresceu 48% em relação ao ano anterior.

Vamos ao perfil do usuário dos sites de compras coletivas: têm entre 25 e 45 anos, pertencem à classe média ou alta. “De modo geral, o cliente já está habituado a usar a Internet. Há mais mulheres do que homens nas ofertas do setor de beleza. São pessoas que trabalham com cartão de crédito e têm acesso à banda larga, isto é, indivíduo de classe média para cima”, diz Pereira, da Groupalia.

Por fim, as principais razões para o sucesso são: (baseados na opinião de quem realmente entende do assunto)

– Para Carlos Galli, diretor do Departamento de Comercialização da UADE (Universidade Argentina da Empresa), “esse modelo de negócio — de cupons de desconto na Internet — existe há vários anos, a novidade é a entrega, isto é, pode-se imprimir o cupom, e o impacto dos meios sociais como o Facebook ou o Twitter, através dos quais o consumidor pode seguir as ofertas”, diz. Essa maneira de fazer comércio deu os primeiros passos junto com o advento da Internet, mas fracassou porque as compras não estavam tão difundidas quanto agora, e o cliente não confiava nas transações online.

– Para Pereira, da Groupalia, o boom ocorreu, em primeiro lugar, “porque se trata de um conceito simples, isto é, quanto mais comprarmos, mais poderemos baixar os preços. Em segundo lugar, pela variedade de coisas que o sistema oferece. Há uma quantidade de produtos e serviços que são difíceis de encontrar em outro lugar: restaurantes, descontos em salões de beleza, agências turísticas e outras coisas mais improváveis como passeios de parapente. Em terceiro lugar, permite ter acesso a locais mais próximos de onde a pessoa vive, quando antes o e-commerce era mais global”. Com vantagens desse tipo, as empresas que oferecem benefícios têm uma nova forma de fazer marketing e de promover seus negócios “mediante uma campanha de publicidade a custo zero e com a vantagem de que conseguem um volume novo de clientes que, de outra forma, não teriam como conseguir”, observa Pereira.

– Para o usuário que adquire os cupons, há a oportunidade de experimentar algo novo a um preço baixo, o que permite ampliar o consumo de produtos na economia, ou ainda de materializar um desejo que era impossível por motivos financeiros.

Parece que todo esse consumo nada virtual ainda vai longe!

beijos!

Tecnologia facilitando tarefas!

Já está no mercado uma tecnologia chamada RFID. Você já ouviu alguém dizer: ” Puxa, hoje tem contagem de estoque!”?. Até hoje a única maneira de fazer isso era contar peça por peça, mas empresas como a Itautec estam focando nesta tecnologia, visando uma substituição futura das etiquetas de código de barras, tudo isso para facilitar todo esse gerenciamento.

Nos vídeos que seguem é possível perceber o quanto uma tecnologia pode facilitar a vida humana! Não é necessário nem tirar os produtos das caixas totalmente vedadas e mesmo assim é possível saber quais e quantos produtos estão ali. Essa tecnologia também vem sendo usada para identificação de containers, uma vez que com ela, se quer abri-los é necessário!

Beijos!

Tecnologia humanizada – Kiva!

Muitas vezes me pego pensando em como vou ajudar o mundo! Deixando o pieguismo de lado, acho que devemos sim nos preocupar com isso e tentar por menor que seja nosso poder de ação, melhorar o nosso planeta. E como não podia ser diferente, penso: e a tecnologia nisso tudo? Será que ela pode ajudar ou vamos continuar só tentando lucrar infinitamente com ela ( não que isso seja errado, essa não é a questão aqui!)?

Daí me deparo com a seguinte iniciativa, que numa análise rasa, pode parecer bem capitalista, mas longe disso, empréstimos como esses podem mudar muitas vidas!

“Há cerca de seis anos, Jessica Jackley fundou uma ONG que mantém com um portal na internet chamado Kiva, que viabilizou um mecanismo inovador: o microempréstimo entre indivíduos.
Quem tem uma demanda por crédito relata sua história na página, indicando como pretende utilizar o dinheiro. Na outra ponta, quem tem disponibilidade de emprestar acessa o portal, aposta seus recursos nas diferentes iniciativas e acompanha passo a passo a sua aplicação.
Essa dinâmica do relato de histórias e a interação direta entre indivíduos por meio da internet explica boa parte do sucesso do portal, que já viabilizou as atividades de mais de 500 mil empreendedores, intermediando empréstimos que somam quase US$200 milhões, em mais de 40 países diferentes (Júlio Vasconcellos, Folha de São Paulo, 3 de março de 2011).”

Sucesso completo! Jéssica com uma ideia simples já conseguiu dar sua contribuição para um mundo melhor. E aí? Vamos colocar a cabeça pra pensar?
Para mais detalhes no site www.kiva.org

beijos!