Rede Mulher Empreendedora, Google For Entrepreneurs e Prefeitura de SP lançam Prêmio para iniciativas de apoio a mulheres empreendedoras

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As mulheres estão empreendendo cada vez mais em São Paulo: cerca de 52% das micro e pequenas empresas da capital são geridas por mulheres. Para apoiar este público, a Rede Mulher Empreendedora (RME), o Google For Entrepreneurs e a Tech Sampa, política da Prefeitura de São Paulo que apoia o empreendedorismo, lançaram o “Prêmio Mulheres Tech em Sampa”. O anúncio foi feito ontem – quarta-feira (03 de dezembro)- durante o 3º Fórum Empreendedoras na Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.

O Prêmio distribuirá 50 mil reais (R$ 50.000,00) entre cinco projetos – dez mil reais para cada um – que estimulem o empreendedorismo feminino com foco em tecnologia e que sejam coordenados por mulheres. O objetivo é ampliar a participação de mulheres no ecossistema de startups da cidade por meio de iniciativas gratuitas ou de baixo custo realizadas durante o ano de 2015.

As interessadas podem se inscrever de 4 de dezembro até 15 de janeiro no site da RME (www.redemulherempreendedora.com.br), no qual também está disponível o regulamento da premiação. As propostas, que devem ser focados na cidade de São Paulo, serão avaliadas por uma comissão julgadora com base nas seguintes características:

Difusão: ações específicas de inspiração, difusão e valorização do empreendedorismo digital entre as mulheres, que apoiem o fortalecimento, participação e integração do ecossistema empreendedor feminino em atividades como, por exemplo, criação de empresas, investimento anjo, aceleração de negócios conteúdo, assessoria, palestras, vídeos, rodadas de negócios, encontros, interações e premiação.

Formação: ações específicas de formação, capacitação, aperfeiçoamento e qualificação de mulheres interessadas em criar negócios digitais ou desenvolver atividades de programação e desenvolvimento por meio de cursos, oficinas técnicas, conteúdo online, assessorias, palestras, encontros e interações.

Pesquisa: projetos de pesquisa e estudos que visam descobrir e/ou aprofundar o conhecimento sobre a presença e atuação feminina no empreendedorismo digital e em empresas de tecnologia, compreendendo desafios e oportunidades existentes para mulheres na área de tecnologia para a proposição de ações que estimulem o interesse e aumentem a participação das mulheres neste mercado.

Os cinco projetos que melhor atenderem aos requisitos propostos serão anunciados como vencedores no dia 07 de fevereiro de 2015 e receberão dez mil reais (R$ 10.000,00) cada.  Os prêmios serão entregues somente após a assinatura de um termo de compromisso firmado entre o responsável pelo projeto e a Rede Mulher Empreendedora, no qual o vencedor se compromete a utilizar o valor na viabilização do projeto.

Mais informações:

RME – imprensa@natheia.com.br

Google – imprensa@google.com

Prefeitura de SP – 3113-9566 / acsf@prefeitura.sp.gov.br

Não percam tempo pessoal!!!!!!!!!!!!!!!!!! Bora se inscrever e ganhar….mas mais do que isso mudar a realidade das Mulheres na Tech!!!!!!!!!!!!! ❤

beeijos!

Vaga quentíssima: SuperEla <3

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Superela.com, uma startup que é uma plataforma de suporte online para o público feminino nas categorias Amor, sexo, vida, beleza e moda, em que as usuárias podem falar com especialistas através de email, chat e vídeo, e em paralelo estão construindo uma comunidade superela.com/clube para usuárias tirarem suas dúvidas com outras, além de especialistas. Elas acabaram de ganhar o Startup Brasil e estão sendo acelerados pela 21212 (Rio de Janeiro).
E a notícia é: estão a procura de uma pessoa para compor o time de tecnologia, com visão de startup, que entenda o processo de usar plataformas prontas para realizar testes de produtos, interesse das usuárias e diferentes modelos de negócios. Alguém de preferência front e back. O site é em WordPress e o fórum é o www.question2answer.org. Se essa pessoa fosse mulher melhor ainda!
É uma posição full time com remuneração competitiva : )
Quem se interessou entrar em contato e mandar o currículo para: juliana.bretas3@gmail.com

POST CONVIDADO: O impacto de ações voluntárias para ensino de programação

Atualmente estamos vivendo um grande momento de mudança. Mudança no sentido que as formas de interação e aprendizado em que seus conceitos estão sendo mudados, tornando as coisas mais fluídas, naturais e orgânicas.
Uma das coisas mais interessantes sobre aprendizado autodidata é que felizmente temos diversos conteúdos de qualidade a preços baixos, ou até gratuitos, não é a toa que iniciativas de ensino estão sendo patrocinadas por empresas de renome, mostrando quão importante são essas iniciativas, tais como Code.org, Khan Academy, Edx, Coursera, entre outras.
Quando se pensa algo como comunidade, o que seria?
É um conjunto de pessoas com objetivos similares que através de atitudes voluntárias tentam trocar experiências, aprender e compartilhar o que está acontecendo. Claro que é algo mais complexo que isso, mas a mantenha essa ideia por enquanto que logo fará mais sentido.
E o que isso tem a ver com mulheres na computação?
Tudo a ver! Se não fosse por causa de iniciativas como as Pyladies, DjangoGirls, RailsGirls, RodAda Hacker, InspirAda, CodeGirl, Programar meu futuro, Mulheres na Computação, Technovation Challenge e diversas outras, não teríamos uma mudança gradativa que está criando frutos incríveis, inspirando e incentivando mulheres a mudarem sua percepção sobre tecnologia.
Antes não fazia muito sentido dos motivos que levam a uma pessoa a viajar, palestrar, organizar eventos e diversas outras coisas, e tudo isso de forma voluntária. Até esse vídeo ser registrado no evento Rupy – São José dos Campos:
(incorporar se possível)
Fora outras histórias que ouço frequentando eventos de TI que devido a diversas iniciativas de pessoas que voluntariamente dispõem seu tempo e dedicação criam grandes transformações.
Olhe uma coisa engraçada por exemplo: Conheci a Camila há mais ou menos um ano e pouco, no evento RodAda Hacker que ela fez parte do grupo do qual eu estava como instrutor, e lá batemos um papo e trocamos algumas ideias de como a situação do mercado em relação a mulheres em TI estava, e que eventualmente sofrem preconceitos e etc. Um ano depois de estar envolvido com eventos de comunidade em TI, sempre ouço falar da Camila com suas iniciativas pra incentivar que sejam criadas eventos e encontros de mulheres no Brasil, e que indiretamente e sem querer já fizemos algumas coisas juntos(Pyladies, por exemplo).
Onde quero chegar com isso?
Saiba que qualquer pequena atitude que fizer, ela pode ter um grande impacto que não sabemos e nem temos como mensurar o impacto que ela pode causar, nisso se tem algo ou alguma coisa que você não está satisfeito, não pense muito, apenas faça, crie, compartilhe. Só o fato de compartilhar o que está fazendo pode trazer enormes mudanças em diversas pessoas, e principalmente a você mesmo.
eric_hideki
Evangelista Python e Open Source.
Autor do blog Aprendendo Python
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Normalmente não escrevo nada nos posts convidados, mas não podia deixar passar esse post lindo! Quero ver mais homens como o Eric que se colocam como ativistas da causa da diversidade na TI! Muito obrigada Eric por fazer a diferença! ❤