Oportunidades para programadoras. 

Procuramos programadoras para trabalhar em projetos inovadores web e mobile. Para os projetos web, deseja-se alguma experiência em (Javascript e (PHP ou Python)). E para os mobile: ((HTML5 e Javascript e Phonegap) ou iOS ou Android). Temos oportunidades para contratação CLT e freelancers (home-office).
Interessados enviar currículo ou carta de intenção paracurriculo@gavinho.eti.br.
PS: Algumas tecnologias que usamos ou vamos vir a utilizar de forma imediata: AngularJS, Flask, MongoDB e Famo.us.

Primeiro dia no FISL15

Além de me desdobrar para conseguir trabalhar nos intervalos do primeiro dia de FISL (7/maio), eu participei de uma oficina incrível: a RodAda Hacker.Image

Já falei dela aqui no blog, mas nunca é demais repetir, é uma oficina de programação focada nas mulheres, onde elas contam com suporte de mentores para no final do dia saírem se sentindo empoderadas pela tecnologia! Lindo e maravilhoso né!? Cheguei para dar uma espiadinha, tirar fotos e contar aqui para vocês e não é que virei mentora? AMEI a surpresa! Foi incrível, já tinha participado de uma edição em São Paulo e foi muito bacana poder colaborar de novo com a RodAda Hacker que eu tanto admiro!

A oficina começou com pequenas talks super informativas. A Vanessa Tonin falou sobre as diferenças entre Web e Internet, deu um apanhado histórico sobre a WWW (World Wide Web). Depois foi a vez da Iris que em 10 minutinhos fez todo mundo entender para que CSS serve. Logo em seguida, a Soraia dividiu conosco a sua experiência com empreendedorismo e como a tecnologia pode mudar drasticamente a sua realidade (para melhor claro!!). Por fim a Fernanda, falou um pouco sobre as diferenças entre web design e design e esclareceu muita coisa para as meninas!

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Depois das talks fomos para a fase de grupos, no total éramos 45 participantes e 9 mentores nos dividimos em 5 grupos e aí foi só felicidade. As meninas arrasaram e os mentores também, elas trabalharam muito e fizeram coisas incríveis. Olhem aí algumas fotinhos das apresentações. Os grupos fizeram sites estáticos, jogos e apps….tivemos grupos para todos os gostos!

Queria agradecer a Nessa Guedes, que é parceira de luta, carreira e ideias, que organizou a rodada e fez uma talk final super motivadora para as meninas que saíram da oficina capazes de dominar o mundo! : )

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Outra atividade super bacana foi a palestra da Fernanda Weiden, uma gaúcha que trabalha no Facebook e tem uma história incrível, e veio dar 10 coisas que temos que ter em mente quando trabalhamos com sistemas de larga escala, foi bem ilustrador e objetivo. Os 10 pontos explorados foram:

1. Não invente a roda;

2. Tem que ser simples, se não for está errado;

3. Modular é melhor que monolítico;

4. Hardwares falham e desastres acontecem;

5. Fique atento as dependências;

6. Teste, teste, teste;

7. Entregue sempre, entregue agora;

8. Deploy não precisa ser sofrido;

9. Automatize o máximo possível;

10. Não será sempre você que vai cuidar desse software.

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Enfim, foi um dia promissor e indicativo para os dias que virão! : )

beijos!

PS.1: Todo mundo entende o significado da palavra Hacker? Na verdade hackear algo é dar um uso diferente para qualquer coisa, tornar uma coisa em algo útil para você! O exemplo super ilustrativo que a Nessa deu foi: eu tenho uma mesa, mas eu quero e preciso de um banquinho, quando eu sento na mesa eu estou hackeando a mesa! Não é lindo? Somos tod@s hackers!

PS.2: As fotos estão melhores, né!? Comprei uma máquina nova para vocês terem fotos melhores…agora só a fotógrafa precisa melhorar! : P

Post convidado – Hackathon FIESP 2014

No último fim de semana aconteceu o 2º Hackathon realizado pela FIESP, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, que inicialmente já enfatizo que foi incrível. Foi um fim de semana onde pude encontrar pessoas que tinham o mesmo ideal, fazer um aplicativo para melhorar a sociedade.

Já no começo do evento houve uma recepção muito calorosa, muitas pessoas empolgadíssimas e um ótimo atendimento de todos os funcionários presentes da FIESP, todos com um semblante muito alegre e educadíssimos. Em seguida, fomos para uma sala onde houve a divisão dos grupos, seria cinco pessoas em cada grupo. O objetivo era criar um app com um dos temas: segurança, saúde ou educação.

Escolhi e me encaminhei para o lado do pessoal que optou em desenvolver para o tema  segurança. O maior desafio naquela hora era montar os times, com pelo menos uma pessoa de marketing, dois desenvolvedores, um empreendedor e um designer. Nessa hora fiquei em choque quando vi que desenvolvedores e designers estavam em um número menor do que empreendedores e pessoas de negócios. Tive muita sorte e honra de ter encontrado 4 pessoas que fizeram do nosso time um “dream team”, todos com um papel importantíssimo e com uma sinergia fantástica.

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O time composto por: Rafael Carlet, engenheiro eletrônico e desenvolvedor de app para Android e iOS, o que nos fez ter fé que tudo daria certo desde o começo com seu conhecimento e dedicação. Pedro Pereira, estudante de Sistemas de Informação na USP, responsável pelo banco de dados e posso afirmar que sua persistência e dedicação foi incrível. Lucas Bonifácio, designer, responsável por toda a criação visual com todo o cuidado e habilidade para transparecer a essência do app. Livia Bevilacqua, marketing digital, ela foi essencial para nos ajudar a estruturar a ideia e também atuou na criação do video de divulgação. Por fim, eu, que como papel de empreendedora, sonhadora e líder desse time lindo, ajudei na construção da ideia inicial, identificava soluções e me coloquei a disposição da equipe para qualquer eventualidade na construção do app.

Eis que criamos então o Xerife, app desenvolvido inicialmente para Android e que visa que a comunidade amplifique sua segurança relatando de forma anônima, casos de violência e criminalidade em tempo real no mapa do Google. É um aplicativo colaborativo que trará segurança de todos poderem fazer suas denuncias sem medo de se identificar. Uma de nossas inspirações foi o app Waze, que trata dessa forma colaborativa com o trânsito. No Xerife, assim como no Waze, cada um terá seu avatar que ganhará pontuação e subirá de nível quanto mais a pessoa colaborar nas denúncias, até atingir o posto de xerife. O intuito é que tenhamos vários xerifes espalhados por todos os lugares, para inibir ações de violência e criminalidade de todos os tipos, dessa forma tornando as cidades muito mais seguras. É claro que para expandirmos nosso app por todo o Brasil, e porque não, por todo o mundo precisaremos de ajuda de todas as formas, tanto na disposição de servidores quanto no custeamento e construção de um aplicativo capaz de tornar viável essa proporção. Estaremos a disposição para eventuais dúvidas e contaremos com a ajuda de todos vocês para tornamos a viabilidade e exposição em uma proporção magnífica, queremos que todos façam parte do time de xerifes, cada um ajudando e melhorando sua cidade.

Agradeço, em nome de todos no time, essa exposição maravilhosa que a Camila Achutti me deu para divulgação, todos nós somos uma equipe buscando que as mulheres tenham um papel muito mais expositivo na Tecnologia da Informação e que sim, nós brasileiras e brasileiros podemos fazer a diferença no setor tecnológico para tornar um mundo com maior acessibilidade e colaboração.

SOBRE A AUTORA:

Ariane Nathaly Parra Dionisio

Empreendedora, sonhadora, designer de games e estudante de Engenharia de Produção na PUC-SP. Atualmente atua com uma equipe desenvolvendo games indie, buscando exposição e investimento para o mercado de jogos indie no Brasil. Desenvolve aplicativos com uma equipe para melhoria nos setores com maior necessidade e busca maior conhecimento no setor de TI participando de eventos influentes da área.

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Que o evento foi lindo ninguém duvida, né!?

E ainda tem mais uma coisinha…olha o vídeo incrível que eles fizeram:

Tudo isso em um final de semana!! AAA como hackathons são lindos!

beijos!