Um Pinguim…Livre!

Antes de entrar na faculdade, o que eu sabia sobre Linux? NADA! Meu conhecimento se restringia: um sistema operacional que tem um pinguim como logo. Não mudou tanto assim, mas…brincadeirinha!

Depois disso, instalei o Ubuntu ( não vou mentir que fui obrigada) no meu computador e comecei a usar, me adaptei super bem. Não vou dizer que no início não foi estranho. Foi sim, e é por isso que algumas pessoas, logo rotulam o Linux como “não-amigável”. São tantos anos usando Windows, que diante de uma novidade, um pouco mais desafiadora, esses usúarios acham melhor continuar como estam, mesmo insatisfeitos, ao invés de explorar. Acho que a maioria das pessoas não têm ( ou não dão) a chance de entrar em contato com um sistema UNIX de cabeça aberta. Uma pena! Até acho que isso está mudando, admito que a passos lentos, mas está mudando!

Não vou poder me estender muito sobre as vantagens técnicas do Linux, porque não tenho esse nível de conhecimento. Só o superficial, mas mesmo com esse pouco, é notório a facilidade que se tem em “personalizar” o sistema para a suas necessidade. Por um motivo óbvio: o código está lá, aberto, só esperando você mexer nele. Sem grandes traumas.

Sobre as vantagens autruístas ( nem sei se isso vem ao caso, mas…) fico feliz de saber que estou difundindo e usufruindo de um software livre, que não visa somente o lucro e nem tem um passado obscuro como mostram ( vocês viram o documemtário Revolution OS?  Se não, vejam!) que a Microsoft têm, entre os apropriamentos indevidos de idéias ROUBO mais famosos temos: o projeto do mouse roubado da Apple, o DOS da IBM, a VM ( Máquina Virtual ) da Sun.

Sei lá, se devemos levar essas coisas em conta quando vamos escolher nosso sistema operacional, mas se você tem uma opção tão boa quanto e não tem dúvidas sobre seu passado, por que não usá-la? Por que, literalmente, não testá-la?

Pra quem se interessou pelo assunto, aí vai um texto de quem melhor pode falar do assunto: Richard Stallman, o pai do software livre.

Why Software Should Not Have Owners.

 

beijos!

A Força do Pensamento!

O que antes parecia cena de ficção científica pode se tornar parte de nossos dias! Daremos adeus ao teclado e ao mouse, nunca mais teremos que procurar pelo controle remoto ou levantar pra desligar a luz do quarto…Usaremos nosso cérebro para comandar as máquinar que nos cercam!

Falando assim parece que é tudo muito simple, mas não é bem assim essa relação máquina-pensamento requer muito detalhamento e trabalho, mas grandes avanços têm se tornado notícia, como a de que o professor Paulo Victor de Oliveira Miguel, do Colégio Técnico da Unicamp (Cotuca), criou um protocolo de comunicação (denominado “Ecolig”) que vai permitir que praticamente qualquer aparelho eletroeletrônico seja controlado com o pensamento.

Agora deixando de lado toda parte sensacionalista da notícia, vamos ao que realmente importa. Já pensaram a acessibilidade que uma invenção como essa pode gerar? Um tetraplégico poderá enfim se comunicar com o mundo exterior. Ou ainda, quem mais poderá alegar L.E.R? Uma invenção como essa combate toda e qualquer lesão por esforço repetitivo. Outro avanço, dessa vez mais técnico, será na interação dos dispositivos do tipo nano e microeletrônicos, poderemos agora comandar um dispositivo que não vemos, algo que se adequa a sua forma reduzida. Lindo não!?

O mesmo se aplica aos dispositivos relacionados com a visão ampliada, onde as seleções de controles e informações podem acontecer mais rapidamente e com novos recursos.

A ideia principal do processo das interfaces cérebro-máquina, tem como base a mesma tecnologia do eletroencefalograma. Os sinais cerebrais são utilizados da mesma forma.

A partir desses sinais, que para o médico serviam somente para uma interpretação analógica – analisa sua anormalidades e propõe um tratamento – foi realizado um procedimento diferente. Foi criada uma linguagem em cima dele. O objetivo é fazer com que a pessoa possa controlar esse sinal de uma forma que ele emita uma certa linguagem, como destacou o próprio criador.

Bom, enquanto você está aqui acabando de ler esse post, o pesquisador está trabalhando na finalização de um projeto que será apresentado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em parceria com docentes da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), do L’Institut de Recherche en Communications et Cybernétique (IRCCy) na França e uma empresa na área de telefonia celular, dentre outras renomadas empresas dos setores eletroeletrônico e biomédico.

Espero (tenho certeza) que o projeto seja aprovado e possa (tenho certeza) entra na lista das grandes inovações tecnológicas!

Mas, cuidado…afinal acabou aquela história de “pensei mas não falei…”! Brincadeirinha!

beijos!

Meninas… e meninos também, vai?!

Quem nunca pensou em começar um blog?! Atire o primeiro mouse!(desculpem o  trocadilho!) Bom, chegou a minha vez.

Depois de tomada essa decisão começa o dilema: sobre o que escrever? Pensei. Pensei. Pensei e cheguei a uma conclusão, meu blog não teria que agradar a maioria, teria que ter a minha cara e levantar a bandeira para algum assunto que tivesse a minha cara. Foi fazendo um trabalho para a faculdade que então me deparei com o seguinte fato: Existem pouquíssimos perfis femininos em sites como o VIVAOLINUX e SCRIPTBRASIL. No segundo seguinte já tinha definido o tema central do blog: Mulheres na Computação!

E aqui começa a aventura de uma futura mulher da computação…