POST CONVIDADO: Quem sabe chegou o momento de ganhar algum dinheiro com seu hobby

Uma das maiores tendências do momento é as pessoas quererem ganhar dinheiro com suas expertises e talentos através da web. O que antes não parecia uma ideia tão boa, caso você fosse malabarista ou adestrador, pois, a ideia seria apenas conseguir vender o seu serviço pela internet, o que precisava de muitas coisas e o investimento era caro, agora mudou o jogo.

Cada vez mais as pessoas estão pegando suas habilidades e criando diversos produtos para vender online, ou seja, porque não ganhar dinheiro ensinando as pessoas os seus talentos.

Os exemplos são vários (em todos esses existem pessoas ganham dinheiro com isso):

  • Cuidar de pássaros,
  • Costurar para crianças,
  • Exercícios caseiros,
  • Decoração de escritório,
  • Fazer doces,
  • Criar poesias,

Não importa, qual seja a sua habilidade, sempre tem pessoas querendo aprender algo novo, e com a possibilidade disso ser virtual, nos horários delas, com parcelamentos em cartão de credito a questão ficou muito mais fácil.

Os formatos que essas pessoas talentosas, podem vender seus ensinamentos, através dos infoprodutos (produtos de informação digitais) são diversos, como por exemplo: vídeos, áudios, e-books, folhas-guias, mentorias e etc.

Essa é uma nova realidade, ganhar um extra com seu hobby e as vezes até transformá-lo em sua atividade principal.

Para começar isso as pessoas precisam pensar em ganhar autoridade com seu público. Ou seja, o mundo precisa te conhecer e reconhecer que você é bom em algo, para isso quererem aprender esse seu talento.

A melhor forma é produzir bons materiais, conteúdos de abordagem inicial, que mostrem para as pessoas os benefícios de saber sobre esse seu universo.

Para isso é fundamental usar ferramentas que lhe auxiliem a fazer isso de uma forma mais eficaz.

LeadStorm – você constrói uma série de prêmios que as pessoas ganham, conforme forem trazendo pessoas. Isso ajuda você a crescer rapidamente a base de interessados no seu assunto. Eu usei um tempo atrás, em uma ação para fomentar o empreendedorismo e gerou 679 contatos, foi incrível.

Mailchimp – para você se relacionar com os e-mails recebidos e mandar as novidades junto das promoções com seus infoprodutos. Tem um controle maravilhoso sobre a receptividade dos seus materiais e o que está sendo mais interessante.

Hotmart – aqui você coloca seus infoprodutos para vender e ainda pode conseguir uma rede de afiliados (pessoas que ajudaram a vender seu produto por uma comissão). É um plataforma super segura e bem fácil de mexer.

Veja que com essas 3 ferramentas já é possível uma pessoa fazer grana com seu talento. Já diziam que a era do conhecimento, mas isso evoluiu para que as pessoas possam não só desenvolver seu intelecto, como ganhar com isso.

É um dos mercados mais quentes do momento e vale super a pena você estar atento, tenho visto muita gente impactando positivamente o mundo com isso e ainda rentabilizando com isso.

A dica principal é pegar algo que você realmente tenha um grande talento e conhecimento diferenciado, para que as pessoas lhe vejam como referência e acreditem que é melhor investir em você do que sair catando por ae algumas coisas de graça.

E apenas um cuidado, é que as vezes um hobby deve ser apenas um hobby. Então, se você começar a notar, que ganhar dinheiro com aquilo, não será tão legal e perderá a graça do seu hobby, não leve adiante, procure outra coisa. Tenho certeza que você tem muito a ensinar para o mundo e ele pode querer estar investindo nisso.

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Bruno Perin – Empreendedor, Palestrante e Escritor

Linkedin: br.linkedin.com/pub/bruno-perin/24/506/27a

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yt: www.youtube.com/user/BrunoPerinMkt

site: www.brunoperin.com

vai ter batom vermelho, rímel, salto alto e vestido no curso de Sistemas de Informação da UFRN-CERES, Caicó

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Conheci a Camila em 2012 por meio do Mulheres, mas só a conheci pessoalmente em 2014 no Code Girl  2 quando mostrei a ela minhas poesias compiladas e disse que queria fazer Direito e puxar alguma linha de pesquisa sobre o Direito Digital. Depois que terminou o evento eu ainda continuei achando impossível seguir carreira na área tecnológica, sim, porque eu já fazia um Técnico Integrado em Informática pelo IFRN-Caicó, e estava meio chateada com algumas disciplinas, com alguns colegas que disseram que eu me sairia melhor escrevendo ao invés de ta programando e principalmente vivia a síndrome do impostor.

O Code Girl terminou, mas seu legado ficou em minha cabeça em forma de uma voz… “E se você fizesse algum curso na área tecnológica? E se…” . Ainda assim dizia que ia seguir carreira na área de Direito porque eu sempre fui envolvida nas causas sociais e sempre fui muito revoltada com diversas coisas que via acontecendo pela minha cidade, por isso, via só o Direito como solução para todos esses problemas.

Mas o tempo foi passando, a Camila me chamou para escrever para o Mulheres e eu comecei a participar de eventos tecnológicos, conheci comunidades como a Python Brasil, projetos como o Pyladies, Django Girls, Rails Girls, Delete seu preconceito… Fiz algumas entrevistas para o Mulheres para entender o que tinha motivado aquelas excelentes profissionais a seguirem na área tecnológica.

Além disso, comecei a escrever para outros blogs e a estudar o Feminismo, virei tutora de Sociologia pelo IFRN-Caicó e me voltei muito para a Filosofia e para as disciplinas técnicas,e então a voz voltou novamente “E se você fizesse algum curso na área tecnológica? E se…”

Eu fui aos poucos me apaixonando pelas aulas do técnico e já tinha defendido meu TCC sobre uma nova proposta de um Jogo Digital Educacional utilizando a Bazinga! Engine  e recebido o primeiro 100 do Curso de Informática do meu Campus, também já tinha feito o ENEM e estava agoniada sem saber se escolhia um curso da área tecnológica ou fazia Direito. Mudava de opção umas duas vezes ao dia.

Com isso, eu via o tempo passando, Dezembro foi acabando e eu tinha cada vez menos tempo para escolher o que eu iria fazer nos próximos anos,rsrs. Ademais, também via meu curso terminando e uma saudade descontrolável de estudar aqueles componentes curriculares novamente, de me aprofundar nos conteúdos e conseguir ajudar ao próximo com todo aquele conhecimento. Como não conseguia escolher a área fui olhar com bastante atenção meu Lattes e decidi que o melhor seria continuar na área.

Beleza, já escolhi a área, mas e aí, qual curso escolher dentre tantos em tecnológica? Olhei as grades de diversos cursos e optei pelo Bacharel em Sistemas de Informação pela UFRN. Coloquei minha nota pelo SISU e hoje recebi a notícia que tinha sido aprovada. Foi felicidade demais, primeiro porque sou filha de uma empregada doméstica e meu pai tem esquizofrenia, segundo porque eu tinha sofrido bullying por parte de uma professora que disse que eu nunca conseguiria chegar numa faculdade porque era burra e não sabia interpretar textos direito, por isso, perdi dois anos de estudos lá no fundamental e quando menos vi eu estava em um Segunda-feira chuvosa no Seridó do RN na frente do meu notebook sabendo que estava com  a cadeira garantida no Ensino Superior.

Bem, o que tiro disso tudo? Quando conheci a Filosofia descobri o que que queria para o meu futuro, além disso, passei a acreditar mais em meu potencial e deixar para trás a síndrome do impostor. Quando comecei a participar dos eventos tecnológicos e escrever para o Mulheres percebi que não estava só e que podia fazer tudo e muito mais do que tinha pensado em fazer por meio do Direito só que utilizando a tecnologia.

Por isso, por mais que você tenha passado por traumas na infância, tenha uma desconfiança no seu potencial, por mais que seus colegas digam que é melhor você escrever um artigo à programar um sistema, nunca, nunca deixe isso atrapalhar seus sonhos, porque no final dará tudo certo.  Ah! Só mais um comentário: vai ter batom vermelho, rímel, salto alto e vestido no curso de Sistemas de Informação da UFRN-CERES, Caicó

2016 será nosso ano!

 

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2015 foi um ano bem movimentado para nós e para a discussão da participação das mulheres em todos os espaços de tomada de decisão.

Em um artigo sobre as perspectivas para o ano novo, a revista The Economist listou fatos como a candidatura de Hillary Clinton à presidência dos Estados Unidos com uma campanha focada na diminuição da diferença salarial entre homens e mulheres no país, que marcaram e muito 2015 para mostrar como o cenário da política e da economia tem, com muita luta e suor, colocado mulheres como personagens decisivas! Diante disso a publicação afirma: 2016 será o ano das mulheres.

UHUUUUULLLLLLL!!!!! Fiquei feliz!!! Muita gente que me escuta falando por aí sabe que na minha opinião uma das solução para o “problema” é escancará-lo! Tá aí! O simples fato de uma mídia como a The Economist publicar tal matéria já é um grande avança! ❤

Em contraponto ao fato preocupante de que os homens ainda ocupam boa parte dos cargos importantes em diversas áreas da sociedade! Vide nossa situação na tecnologia certo! A recente nomeação de Merkel como “personalidade do ano” pela revista Time, acaba confirmando que está difícil ignorar o papel das mulheres no cenário atual. Esta é a primeira eleição de uma mulher para o título desde 1986, quando Corazón Aquino, ex-presidente das Filipinas, foi lembrada.

No Brasil, nosso país querido e em tempos difíceis na política e na econômica, as mulheres viraram notícia nacional e internacionalmente, por conta da resistência e atos políticos que protagonizaram ao longo do ano. Com Simone de Bevouir e a violência contra a mulher no Brasil sendo pautas do ENEM e as tags como #PrimeiroAssedio e #AmigoSecreto viralizando nas redes sociais, o interesse por “empoderamento feminino” aumentou um total de 354,5% nas buscas do Google com relação à 2014! UM AVANÇO GIGANTE!

E esse é o sentimento para a virada! Vamos continuar na luta e ocupando nosso espaço que vamos conseguir! Não desistam, nem desanimem!

Peguem tudo que foi bacana nesse ano que está acabando e guardem! O que foi ruim não joguem no lixo de primeira…olhem com calma e pensem como melhorar pra 2016, aí podem jogar no lixo! hahahahah

Mil beijos!

Fonte: Finanças Femininas