Perfil Profissional Online – LinkedIn – Adicionando pessoas na rede 

Não adicione pessoas só porque elas estão em outras redes sociais sua, deixe seu perfil clean, foque nas pessoas que fazem parte da sua vida profissional ou que tem a agregar. Isso é uma moça que você conheceu em um congresso, que você trocou cartão pois o trabalho dela é complementar ou relacionado ao seu é uma pessoa interessante de se adicionar, mas sua primo que está no colégio talvez não seja a melhor opção. Também não adicione pessoas que enviam convite sem que você já tem algum contato, mesmo que elas digam que são de RH, elas podem deixar mensagens em sua caixa postal. Gerenciar quem são e de onde são pode trazer uma complicação muito grande. A não ser que te interesse, não adicione.

Por mais que o LinkedIn seja uma plataforma pra relacionamentos profissionais, ainda existem muitas contas “fake”. E por vários motivos eles entram em contato com você. Verifique se há amigos em comum, e mesmo assim desconfie. Lembro de um caso que uma pessoa me adicionou, a foto era típica de conta “fake” de Facebook, fazendo enfase em atributos físicos, entrei na conta da pessoa pra ver como ela tinha chegado a mim, e vi que vários amigos a tinham como contato. Então entrei em contato com eles perguntando e sabe o que eles falaram? “Ah nem sei quem era, mas era bonita…” e uma amiga que também a tinha adicionado disse que viu vários contatos em comum e achou que era amiga deles, perguntei “Mas você a conhece?” E a resposta foi negativa, então me pergunto, porque adicionar?

Costumo pensar muito em como agregar mais meu LinkedIn, é a primeira impressão que várias empresas vão ter de mim, e eu levo muito a sério meu trabalho. Aliás batalhei muito pra chegar onde eu estou, e não quero que nada esteja no meu caminho, se a empresa olha pro meu perfil e acha que eu não levo a sério ele, ela pode achar que eu não levo a sério meu emprego, e evitar me chamar pra uma entrevista.

Parece que estou sendo chata, mas várias empresas entraram em contato comigo e disseram a seguinte frase: “Te achamos pelo LinkedIn e seu perfil é bem interessante, você parece a pessoa ideal pra nossa vaga.” Então sim, no LinkedIn sou uma pessoa centrada em deixá-lo da melhor forma possível para ser acessada pelas melhores empresas.

Vou deixar mais uns links também nessa linha de raciocínio.

http://lifehacker.com/look-for-common-connections-to-avoid-getting-scammed-on-1725652756

http://www.bamboohr.com.br/arts/nao-no-linkedin

—————-AUTORA————

10393788_1080772458615575_5207049209406099031_nArquiteta de Software e Mobile com viés em Segurança do CPqD, uma empresa de pesquisa e inovação. Com o trabalho voltado para aplicações Android. Formada pela USP São Carlos em Ciências da Computação. Ama programação, artesanato e livros. Com interesse em projetos que visam mostrar que a computação não é um bicho de sete cabeças.

Dias intensos: TEDx e Women in Tech: Pioneers of Britain and Brazil

Olá pessoal,

Os últimos dias foram realmente intensos e eu quero muito compartilhar todas as realizações que tivemos!

Na sexta feira foi uma correria só. Tinha palestra e evento de manhã, reunião de tarde e vôo de noite. E não é que deu tudo certo?

De manhã a palestra foi num evento INCRÍVEL que a embaixada britânica organizou o Women in Tech: Pioneers of Britain and Brazil e eu estava que era só nervos. Porquê? Ia conhecer uma ídala: Sue Black <3! Ela é PhD em Computação, fundou o primeiro grupo de mulheres em UK e arrasou no movimento para salvar e contar a história, principalmente das mulheres, que trabalharam no Bletchley Park, que para ter uma noção foi onde o Turing trabalhou! Enfim….FOI DEMAIS e ela é a pessoa mais fofa e demais do mundo! Ver ela contando a história de superação dela ao vivo foi emocionante. E para aqueles que acham que é tarde para entrar na área aí vai um choque de realidade: Sue Black entrou na faculdade com 23 anos e mãe solteira de 3 crianças e hoje é referência total na área.

Eu e a Sue demos uma palestrinha rápida contando nossa tragetória e depois tivemos um painel de discussão com outras mulheres incríveis: Carol Lara (Mavens of London), Marcela Quiroga(Clínica Online), Samantha Payne (Open Bionics) e Viva Zhou (Easy Taxi)

Amei conhecer cada uma delas! Uma inspiração só!

Olha aí algumas fotinhos do evento:

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Aí saí do evento, fui para a reunião, fui para e FIAP e depois pro aeroporto! ❤

Fui para Vitória apresentar meu primero TEDx ❤ E não poderia ter sido mais incrível…as histórias que vi ali ao vivo foram marcantes e ter a oportunidade de subir no palco de um TEDx e contar a minha história que se mistura com a NOSSA história, foi indescritível. Senti que todas as Mulheres na  Computação estava ali torcendo por mim e eu estava ali para ter ainda mais força para lutar pela inserção e ascensão delas na área! Chega de uma tecnologia que é misteriosa e ameaçadora. Chega!

Assim que sair o link aviso vocês! #ansiosa

E aí vai a única foto que eu tenho do evento e a poesia que a Isabela Minatel fez pra anunciar minha talk:

“Camila Achutti é conexão
É uma mulher de visão
Seu negócio é fazer Ponte
Levar quem tem sede à fonte

Uma mulher no mundo da tecnologia
Que não quer ficar sozinha ali
Quer disseminar programação
Quer as mulheres na computação”

Obrigada mais uma vez TEDxPedradoPenedo pela oportunidade!

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Mil beijos!

Millenials do Prêmio Cláudia

O que você está fazendo agora? Nesse momento! Você realmente queria estar fazendo isso? Se a resposta for “Não, mas é que eu tô no trabalho agora!” BAAAAAM! Essa resposta está errada!

Talvez seja nossa mentalidade digital, líquida e coletiva que esteja afetando os rumos do mundo. Afinal eu não estou sozinha nessa. Somos mais de 2.3 bilhões. Somos os millenials, os geração Y, somos seus novos consumidores, seus novos empregados, seus novos parceiros de negócio, somos o futuro! Me parece importante tentar entender essa nossa geração…

Somos o oposto dos baby boomers e achamos a geração X contraditória. Hoje a jornada é diferente! É muito mais importante curtir o caminho que chegar ao destino final. É muito mais importante curtir sua jornada tentando fazer sua startup decolar e falir no final do que ter um plano de carreira para só em 30 anos chegar no topo de uma multinacional. Para alguns o nome disso é inconsequência, insubordinação, impaciência. Para nós millenialos o nome disso é propósito, revolução, inovação!

Acho que é por isso que sabemos reconhecer novas oportunidades, modelos de negócio inovadores e profissões que nunca ninguém imaginou! É a nossa velocidade de conexão que dita o nosso ritmo de trabalho e não estar num escritório arrumada as 6 da manhã só porque é preciso bater cartão. E ser avesso a esse modus operandi não quer dizer que trabalhamos menos ou mal…cansamos de ficar no escritório até de madruga, levantar com o sol, mas tudo isso quando somos desafiados, quando sabemos que vamos aprender e sair daquele dia de trabalho com muito mais bagagem do que entramos!

Economia criativa, profissões inéditas, o estouro do empreendedorismo e a nova força coletiva estão dando contornos de um cenário inédito, imprevisível e maravilhoso. O longo prazo existe, mas queremos começar a gerar impacto amanhã…AGORA!

É tudo uma troca e é por isso que idade, hierarquia e processo engessados perdem o sentido para nós. O “comprometimento” profissional para nós deixou de ser uma convenção social. Ele é natural para com as experiências que realmente valem a pena! Meu trabalho e minha vida pessoal são quase a mesma coisa. Eu posso trabalhar de casa e com horário flexível porque meu trabalho vai comigo para onde eu quiser.

Aprender algo novo todo dia é nosso combustível. Precisamos de uma dose todo dia! E errar é divertido. Faz parte! Entendemos que faz parte do processo, nunca ninguém esteve ali e isso é o mágico da coisa.

E de onde eu tirei toda essa inspiração? Do prêmio Cláudia! hahahahah

Fui indicada e quase morri do coração e justamente na categoria Revelação (a dos millenials!hahahah). Mas não foi por isso que comecei a escrever. Li todas as histórias e vi que ali tinha propósito. Tinha paixão! Tinham 3 mulheres millenials…

Quem ficou curios@ para ler as histórias aí está: Prêmio Cláudia