Agora estamos também no facebook! UHHHUUUUUUUL!
http://www.facebook.com/mulheres.computacao
beijos só pra quem curtir! ; )
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Ter um plano, um sonho, uma idéia é até bem simples simples. Realizar é outra historia. Todo ser humano, eu acredito, tem um sonho. É da natureza humana criar, imaginar, fantasiar. Não importa o tamanho, ele habita a mente de qualquer mortal. Por mais que eu escute/pense “não tenho sonhos”, sempre há um desejo…ainda que esse desejo seja sonhar, criar algo. Se ele não está lá fica um vazio. Faltou um objetivo maior.
Alguns negam a palavra sonhos, aí fantasiam ele de desejo, plano. Não interessa muito o nome, que seja plano, projeto, planejamento, meta, objetivo ou qualquer outra coisa. O que de fato importa é: a realização dele vai depender e muito de você.
Então antes de tomar qualquer decisão lembre-se desses sonho, questione-se. Você está disposto a investir na realização desse sonho? Do que você abriria mão para realizar esse sonho? Quanto tempo você está disposto a investir nesse plano? O quanto te frustraria não ter esse sonho realizado?
Nós queremos muito realizar nossos sonho, mas nos esquecemos da jornada que enfrentaremos para realizá-los. Esquecemos os contratempos que enfrentaremos. Das coisas que teremos que abrir mão. Mas a grande realidade é que todas essas coisas acontecerão inevitavelmente. Em maior ou menor escala, claro, afinal quanto maior o sonho, maiores os obstáculos até a obtenção dos primeiros resultados concretos.
Não tenho a intenção de desmotivar ninguém, pelo contrário. Minha intenção positiva é alertar a cada um de que planejar ou sonhar apenas não basta. Temos que agir e na hora da ação nem tudo sai como idealizamos. A preparação se dá em meio a trajetória rumo a realização. Tem que fazer, colocar a mão na massa. Por isso é importante enfrentar cada obstáculo como um passo rumo ao resultado final. Durante o percurso que as experiências e conhecimentos são ampliados, habilidades são agregadas. É só nesse momento, que de fato somos preparados para usufruir dos resultados. O segredo é aproveitar cada minuto desse caminho.
Agora que vocês já leram tudo isso, vocês devem estar pensando: “Nossa! Que menina louca! O que isso tem a ver com tecnologia? Computação!?”. E eu digo pra vocês TUDO!
O google já foi um sonho, o facebook, a Microsoft, o Pinterest, o WordPress, o AngryBirds, as infinitas startups, consultorias, sites e blogs…cada um com a sua história. Da maneira que tinha que ser.
beijos a todos que reconhecem que têm um sonho e correram, correm ou correrão atrás dele!
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A palavra que acompanha a geração Y é RAPIDEZ, talvez porque somos a geração da Internet, das inovações cotidianas. De uma maneira geral não acho isso ruim, sempre tive a necessidade de não perder tempo com coisas que não importam. Sempre quis otimizar tudo, fazer várias coisas, aprender muito e desenvolver ainda mais. Nada de errado se você aproveitar cada fase, cada momento, sempre tive isso bem claro na cabeça. Não consegui colocar em prática todas as vezes, mas de certa maneira acho que equalizei a PRESSA e a VONTADE de fazer tudo, de descobrir o mundo, com a possibilidade de SABOREAR tudo e cada coisa.
Tenho uma infinidade de amigos ( e eu também, não posso tirar o corpo fora), que vive pensando no futuro, que quer tudo pra ontem, que quer ter seu 1 milhão antes dos trinta ou uma empresa de sucesso pro mês que vem. É aí que entra a palavra AFOBAÇÃO, que é quando toda essa aceleração se torna algo prejudicial…é sobre isso que o texto abaixo trata! AFOBAÇÃO! Leiam o texto…
“Os jovens de hoje em dia têm muita pressa. Por um lado isso é bom, pois isso representa o oposto do comodismo, mal que afetou muitas gerações passadas. Eles são mais questionadores, querem inovar o tempo todo, nadam de braçada nas novas tecnologias, têm alcançado altos postos nas organizações e patrimônio cada vez mais cedo.
Mas essa afobação toda traz também uma carga negativa: eles não estão se dando tempo e nem mesmo espaço para um amadurecimento consistente.
As pessoas continuam precisando de um conjunto de experiências refletidas para poder amadurecer. Com a pressa que o mundo impõe hoje, muitos pensam que migrar de uma experiência profissional para outra é suficiente. Na minha visão, porém, esse movimento pode não ser um crescimento consistente. Cada transição precisa ser refletida antes que o novo ciclo se inicie e o atual se transforme em efetivo aprendizado. A maturidade ainda está muito ligada ao conceito de envelhecer. Por isso, talvez, o termo apresente alguma resistência.
Certa vez, li um artigo em que o autor dizia que amadurecer não significa perder o encanto, ficar velho.É apenas saborear com menos pressa. Não é perder a vibração, deixar de se encantar com o novo, mas tratar disso com mais responsabilidade. Gosto muito dessa percepção. Antes de expor toda a sua bagagem para o mundo, ela precisa ser interiorizada e isso demanda tempo, dedicação, atenção. Mas, com essa corrida desenfreada, quem encontra tempo? Com tantas cobranças, quem se permite parar?
Nós – e aí incluo os pais, a sociedade e a escola – estamos acelerando ainda mais esse ritmo dos jovens, cobrando como se eles não tivessem o direito de errar, como se eles tivessem obrigação de estar totalmente encaminhados na vida profissional aos 20 anos e sem o direito de fazer alguma mudança aos 28. Se uma criança não tem sua agenda repleta de atividades, sentimos culpa por talvez estarmos “atrasando” nossos filhos ou tornando-os obsoletos para a entrada na sociedade produtiva! O que é isso? Preencher agenda, na verdade, resolve também a falta de tempo para estar com eles.
A cobrança é tamanha que jovens com menos de 30 anos se desesperam se descobrem que não estão contentes com suas escolhas do passado recente e que desejariam mudar de rumo. Nessa sociedade imediatista, eles aprendem que um recomeço a essa altura da vida – que altura? 28 anos? – significa que eles estão fadados a ficar para trás na competição do mundo corporativo. Agora, eu pergunto: quem disse isso? Quem falou que a pessoa não pode mudar sua carreira aos 30, aos 40, aos 50 e ser bem-sucedido? Ou melhor, ser mais feliz, ou feliz novamente com um novo amor?
Percebo, nesse corre-corre, que o movimento está se refletindo também no ensino. Basta ver o perfil dos alunos nos cursos de MBA. Originalmente, a proposta desses cursos era que o profissional voltasse para a escola depois de alguma experiência vivida para e reciclar, aprimorar conhecimentos e, acima de tudo, aprender com a troca entre os colegas de turma.
Hoje, você entra em uma sala de MBA e grande parte é formada por jovens que mal saíram da faculdade e se sentem cobrados por fazer uma pós-graduação imediatamente. Pipocam de um curso a outro para engordar o currículo e nem ao menos avaliam o quanto aquele conhecimento realmente está sendo absorvido ou se os objetivos estão de fato sendo atingidos.
Amadurecer é ter a capacidade de organizar a própria vida. Se você é jovem, não tenha tanta pressa. Nada vai sair do lugar. Crianças continuam nascendo em nove meses (agora se contam em semanas, parece que para acelerar o tempo, não?).
Quanto mais reflexões embasarem as suas decisões, menores serão as suas chances de errar. A maturidade consistente só virá se você souber sugar suas experiências e conseguir, de fato, aprender com elas. Pare, respire. Pense sobre o que aprendeu até aqui, o que te faz bem, o que te realiza. É essencial também identificar aquilo que você não quer fazer. Dê um passo de cada vez. Garanto que você sairá ganhando.”
Autora: Vicky Bloch [ é referência em coaching executivo, sendo considerada uma das melhores coaches do país. Possui uma coluna diária na rádio Band News FM em São Paulo, em que dá dicas de carreira para os ouvintes. É formada em Psicologia pela PUC-SP e possui especializações de Harvard e da Columbia University ]
E aí geração Y, entenderam o recado!?
beijos!