Samsung apresenta empreendedoras de sucesso no último episódio de Tech Girls

Por samsungpr@maquinacohnwolfe.com

O último episódio de Tech Girls, webserie documental da Samsung que apresenta depoimentos de mulheres que lutam por reconhecimento e igualdade de gênero no campo da ciência, games e empreendedorismo, já está no ar e traz relatos de desafios encontrados pelo público feminino no mundo dos negócios. Em “Mulheres Empreendedoras”, o público conhecerá outras histórias reais que representam o novo posicionamento global da marca “Do What You Can’t” – um incentivo à quebra de barreiras e superação de limites.

No vídeo, as empreendedoras Camila Achutti, Cientista da Computação, e Priscila Gama, Arquiteta e Urbanista, relatam suas histórias e falam sobre a pressão que sofreram e as barreiras que precisaram ultrapassar para conquistar reconhecimento em suas vidas profissionais. Atualmente, elas comandam empresas de sucesso.

“Essas mulheres são exemplos de força de vontade e superação. Elas acreditaram no seu potencial e conquistaram sucesso em suas carreiras. Contar essas histórias foi inspirador para nós, pois elas simbolizam a mensagem que queremos transmitir de que o impossível não existe”, afirma Andréa Mello, Diretora de Marketing Corporativo e de Consumer Electronics da Samsung Brasil.

Confira o terceiro e último episódio de Tech Girls, “Mulheres Empreendedoras”

 

Tech Girls

Dividida em três episódios, a webserie documental “Tech Girls” chega ao fim após detalhar como ainda é grande a luta das mulheres em busca da igualdade de gênero na sociedade e no mercado de trabalho, principalmente em áreas ligadas à tecnologia.

O primeiro episódio da webserie, “Cientistas Brilhantes”, apresenta histórias de mulheres de destaque na ciência brasileira que tiveram que lutar para superar os obstáculos e conquistar reconhecimento nas suas áreas de atuação. Assista:

Já o segundo vídeo, “Garotas Gamers”, mostra depoimentos de mulheres que sofrem com o assédio e preconceito diário em partidas de jogos online. Veja:

“Tech Girls foi um grande passo em direção a um objetivo muito maior. A Samsung segue em busca de um mundo mais igualitário e vai continuar incentivando as pessoas a lutarem por seus sonhos, superarem desafios e irem além. O sucesso da webserie documental só prova que estamos no caminho certo”, finaliza Andréa.

O projeto Tech Girls tem criação e mídia digital realizada pela The Story Lab e a agência Isobar e representa mais um capítulo do posicionamento “Do What You Can’t”. A marca divulgou o primeiro conteúdo nesse sentido em março deste ano, com a campanha “Samsung é Mais Jogo”, uma websérie de três vídeos com o técnico Tite.

 

FICHA TÉCNICA

Cliente: Samsung
Agência: Isobar Brasil
Criação e Produção de Conteúdo Executiva: The Story Lab
Título: Tech Girls
Produto: Institucional
Aprovação: Andrea Mello, Juliana Martins
Criação e roteiro: Vivian Lagua
Criação e Produção Executiva: Luciana Mendes
Diretor de Criação Executivo: Andrea Siqueira, Douglas Kozonoe, Camila Moletta
Redator: Thomás Davini, Lucas Vieira (Madu)
Diretor de Arte: Thiago Grossi, Rafael Barbaroti (Tchuli)
Motion Design: Fabio Del Rio, Francisco Martins
Connections Strategy: Camila Lima, Daniela Altenfelder
Audience Strategy: Bruna Bosco, Beatriz Sá, Beatriz Vignoto
Negócios: Carol Escorel, Camila Alvarenga, Renata Ribeiro
Projetos: Marcus Martins, Bianca Paiva, Priscyla Castilho
Produção RTV: Juliana D’antino, Murillo Moretti
Comunicação: Marina Tunes
Produtora de vídeo: Spray Filmes
Diretora: Judith Belfer
Assistente de direção: Ana Rios, Larissa Pamela de Andrade
Fotografia: Fernanda Frazão, Julia Equi, Michele Diniz
Produtora Executiva: Gabriela Boghosian
Diretora de produção: Tarcila Roskosz Villa e Juliana Salviano Loureiro
Assistentes de produção: Mariana Cristina Bortolotti e Sara de Rizzo Avanci
Técnica de som: Maria Clara Cervantes
Logger: Milena Fernanda Hage e Tamiris Soares Inô
Coordenadores de produção: Maeve Cabral Corona e Fernando Contreras
Assistentes de coordenação: Daniela de Oliveira e Daniel Bento Borges
Maquiadora: Sulamita Pereira Dancuart
Montadoras: Fernanda Krajuska, Daniela Ribeiro Guimarães e Livia Massei
Produtora de áudio: Sonora

Linux: o que é e como funciona

Por Viviane Soares: Analista de Treinamento na HostGator

 

Quando falamos em Sistema Operacional, a primeira imagem que surge na cabeça das pessoas é Windows, da Microsoft e Mac OS, da Apple. Porém, existem diferentes tipos de sistemas operacionais que também possibilitam a execução de programas em um computador e outros dispositivos e podem ser perfeitos para o que você procura.

S.O, ou se preferir, Sistema Operacional, é o gerenciador de funcionamento do seu computador. É ele quem faz a comunicação entre o hardware e o software, gerando assim as ações do seu computador.  Quando você digita no seu teclado e a informação aparece em sua tela, é o Sistema Operacional que está intermediando esta ação. Para simplificar, é ele que gere o funcionamento da sua máquina.

Existem muitos tipos de S.O. e eles são utilizados de acordo com necessidades específicas, com o tipo de hardware e/ou com a finalidade do uso.

O Windows se tornou o sistema operacional para computadores mais popular do mundo, mas desta vez vamos falar sobre as características do Linux: o mais querido no quesito adaptabilidade.

 

S.O. Linux

Quando falamos que o S.O. é Linux, já começamos cometendo um equívoco, pois na verdade, o que define um S.O. é o conjunto GNU/Linux.

Por ser o sistema Linux mais tradicional, este debate é comum nas redes. Muitas pessoas acabam utilizando o nome Linux de maneira mais ampla e não só para se referir aos sistemas GNU/Linux, embora ele também faça parte de outros sistemas como Android, LG web OS, sistemas Linux embutido entre outros.

Basicamente, Linux é o núcleo do sistema e todos os softwares que o acompanham fazem parte do projeto GNU. Se você quiser saber mais informações sobre GNU, este conteúdo explica parte da história da rede.

 

Como tudo começou

A ideia da comunidade GNU, liderada por Richard Stallman, era oferecer um software livre para que todos tivessem acesso sem custo e que ao mesmo tempo oferecesse grande adaptabilidade.

Durante alguns anos, muitas pessoas trabalharam no desenvolvimento de softwares e aplicações seguindo esta filosofia de liberdade. E quando citamos liberdade, não é só pelo valor, mas sim por permitir a abertura do código fonte, possibilitando o estudo do código, modificações e alimentação da troca de conhecimento dentro da comunidade.

Em 1991, Linus Torvalds divulgou o que seria o Kernel: o coração do sistema, responsável pela comunicação entre os softwares e o hardware. Depois de unificado o GNU e o Linux, a ideia de S.O. estava completa.

Ok, entendemos um pouco da origem do sistema e sua filosofia, mas você deve estar se perguntando: onde isto é utilizado? A melhor notícia é: em tudo! Lembra que falamos sobre a filosofia de liberdade? Graças a ela, hoje o sistema já possui diversas distribuições.

 

Distribuições no S.O.

Como as modificações são livres, as mudanças começaram a acontecer: muitas comunidades virtuais foram se agrupando para alimentar o sistema de acordo com suas preferências e nos softwares mais utilizados.

Assim como os sabores de sorvete, as distribuições começaram a se difundir e pessoas que gostavam mais de trabalhar com certos programas e funcionalidades, começaram a agrupar e aprimorar o desenvolvimento desses softwares. Desta maneira, cada distribuição possui a mesma base inicial, um Kernel e um conjunto de softwares GNU, mas com experiências agrupadas de maneiras diferentes.

Devido a isso, existem versões que não possuem interface gráfica e outras que possuem interface dinâmica e intuitiva, com conjuntos de programas e aplicações para programação e desenvolvimento, para gerenciamento de multiusuários, dentre outros. Ubuntu, Debian, openSUSE, Elementary OS são algumas que você já deve ter ouvido falar.

Com toda essa versatilidade, os sistemas GNU/Linux continuam ganhando um leque de aplicações, apesar de sempre ser necessário lembrar que há distribuições indicadas para cada tipo de uso.

 

Entendendo o S.O. GNU/Linux

Os sistemas operacionais GNU/Linux são conhecidos como os mais seguros, pois contam com um sistema de gerenciamento de arquivos FHS (padrão para sistema de arquivos hierárquico), além de gerenciamento de usuários e permissões.

Tudo isso faz com que a estrutura mantenha a sua integridade, já que somente o usuário root tem privilégio para acessá-la. O root é o gerenciador geral do sistema, então o mais indicado é nunca usá-lo como usuário e sim criar um usuário comum para o uso diário.

Também devemos considerar que, devido a grande existência de comunidades de desenvolvedores e entusiastas, as atualizações são constantes e trazem melhorias contínuas. Sempre que é descoberta alguma vulnerabilidade, a mesma é rapidamente tratada e corrigida dentro das comunidades.

 

Quem pode utilizar o GNU/Linux?

A resposta é simples: toda internet! Basicamente, quase todos os sites que você acessa estão hospedados em servidores GNU/Linux e o seu provedor de internet também o utiliza. Na sua faculdade é bem provável que os computadores tenham GNU/Linux como parte do sistema e se o seu celular for Android, ele também possui em sua base o Kernel.

Isso é só uma breve amostra de todas as funcionalidades disponíveis, mas existem muitas outras que vale a pena pesquisar.  Espero ter te ajudado e despertado seu interesse pelo assunto.

Saiba que a área de atuação com plataformas GNU/Linux é muito vasta, portanto não deixe de procurar conhecimento e buscar aprimorá-lo sempre. Desta maneira, você poderá ter um diferencial que irá agregar muito valor a sua carreira.

Até a próxima!

Automatizando Desenvolvimento Frontend

Um amigo meu brasileiro no Vale do Silício criou uma nova ferramenta para programadores chamada Pagedraw.
O Pagedraw automatiza várias das partes chatas de desenvolvimento frontend hoje em dia. A ideia é que você possa importar um design (Sketch, Photoshop, etc) ou desenhar o seu frontend na própria ferramenta, aí o Pagedraw gera código React/HTML/CSS automaticamente pra você, a partir dos desenhos.
A proposta é que seja uma ferramenta para programadores trabalhando em projetos frontend complexos – não só landing pages. Várias empresas no Vale do Silício como Riley e RankScience já estão usando o Pagedraw pra desenvolver dashboards e apps em React de forma muito mais rápida e com melhor qualidade de código.
Eu sempre gostei mais de programar algoritmos e lógicas interessantes do que me estressar com como centralizar texto com HTML/CSS. É isso que o Pagedraw faz: abstrai de você tudo que é visual (fontes, cores, layout) pra que você foque em programar a parte de dados e o backend do seu app.
Você que programa bastante React no dia a dia testa lá. É de graça! E depois manda email pro Gabriel (gabriel@pagedraw.io) dizendo o que achou. 😉