Google Translate: criança prodígio.

O Google Translate chegou ao Android a pouco mais de um ano, e para comemorar o sucesso, a Google fofa lançou uma atualização para o aplicativo que promete!!!!Ainda está em fase de testes, mas pode ser um das mais significativas desse segmento: o modo conversa.

Você fala na sua língua, seu celular com Android ouve e repete a mesma frase, mas na língua do seu interlocutor; aí é a vez dele de falar e ser traduzido em tempo real e em voz alta pelo smartphone. E assim segue a conversa.

Agora uma notícia péssima para os tradutores: na demonstração realizada já foi possível perceber que o resultado é até bem razoável. Por enquanto apenas são suportadas conversas entre os idiomas inglês e espanhol, e ainda assim podem haver engasgos, principalmente com “sotaques regionais, barulho de fundo ou fala rápida”. Já é um começo!

Olha aí o que o próprio Google falou disso:

“Currently, you can only use Conversation Mode when translating between English and Spanish. In conversation mode, simply press the microphone for your language and start speaking. Google Translate will translate your speech and read the translation out loud. Your conversation partner can then respond in their language, and you’ll hear the translation spoken back to you. Because this technology is still in alpha, factors like regional accents, background noise or rapid speech may make it difficult to understand what you’re saying. Even with these caveats, we’re excited about the future promise of this technology to be able to help people connect across languages.”

beijos!

PS: Quem não conseguiu ler o trecho em inglês, joga no Google, tá!? hahahahaha ;D

Impressora 3D doméstica!

“A Dimension 3D Printing já é consagrada por suas impressoras tridimensionais – para quem não sabe, trata-se de uma impressora capaz de imprimir objetos tridimensionais a partir de um arquivo CAD, materializando o objeto através de um material plástico”. Essas eram as primeiras linhas de uma reportagem. Até aí tudo bem, já tinha ouvido falar nisso, porém o foco da reportagem não eram os modelos corporativos e sim os doméstico! Agora me expliquem…como assim consagrada? Será que já tem tanta gente com uma dessas em casa? Bom, nem sei porque estou tão espantada, afinal se você tiver no bolso a singela quantia de US$ 15.000,00 para gastar, você pode ter esse produto já tãooo consagrado! Agora ficou fácil vai!? hahahahahah. Brincadeiras a parte, é um grande avanço e não será tão surpreendente que em 10 anos ( acho que menos, mas meu pessimismo foi mais forte! ) muitas casas já tenham suas “impressoras de objetos”. AAAh se alguém estiver interessado o último modelo doméstico lançado é o uPrint.

No patamar corporativo esse tipo de impressora já é um sucesso e promete revolucionar ainda mais o mercado, principalmente da produção de protótipos. Com os modelos mais potentes, podemos inclusive colorir os objetos e produzí-lo em material flexível. Imaginem só o tempo que os arquitetos vão economizar para produzir suas maquetes?

Esse modelo ( uPrint ) traz ainda outra novidade: irá construir os objetos com um novo material ( Stratasy ABSplus ) que é 40% mais forte que o ABS tradicional que era o material usado até então.

Parece filme você clicar em um botãozinho e poder contruir qualquer objeto em casa e sair correndo pela sala em minutos com ele já em mãos. É quase como materializar um pensamento! Tudo bem eu admito…exagerei!hahahahah

AAAh já ia esquecendo…antes você vai ter que aprender a escrever um projeto em CAD! Mas depois de juntar 15 mil dólares essa vai ser a parte mais fácil! 

Ai vão algumas fotos:

Vou confessar que achei a segunda meio macabra!hahahahah

beijos!

Novas Tecnologias!

Quem desenvolve as novas tecnologias? Os primeiros responsáveis, até bem pouco tempo atrás e salvo algumas excessões, isso era missão para centros de pesquisas, universidades e empresas especializadas. Porém com o desenrolar da humanidade e a grande vazão de informação típica do século, muitas invenções começaram a surgir em quartos, salas e garagens de pessoas comuns, sem qualquer pretensão ou estudo aprofundado. Elas nasciam e muitas vezes, mesmo sendo muito boas ficavam restritas aqueles poucos metros quadrados e meia dúzia de cérebros!

Diante desse diagnóstico ( não consegui chegar a uma conclusão…será que esse diagnóstico é bom ou ruim? afinal pessoas produzindo e estudando são sempre bem-vindas, porém perder todo esse potencial é bem triste…) e visando estimular esse tipo de produção, foi criado o Laboratório de Garagem, que nada mais é do que uma rede social onde se pode compartilha e discutir experimentos, com mais de 2 600 participantes do país inteiro, para possibilitar que as ideias se concretizem. E não é que a maior ideia delas se tornou realidade!? Agora eles ( o fundador é Marcelo Rodrigues, engenheiro elétrico ) conseguiram montar uma sede na Vila Mariana, para possibilitar que os participantes se conhecessem e criassem em conjunto ( bem melhor, não!? ).

Um detalhe bem legal: não há qualquer cobrança para o uso da oficina se o projeto puder ser disponibilizado na rede para que outros possam usufruir do projeto. Viva a invenção livre ! hahahaha.  Mas também existe a opção do sigilo, só que a mensalidade sai por 50 reais ( estudante paga meia! ).

Outro detalhe bem legal: os novos equipamentos, sendo eles novidades ou reinvenções mais acessíveis, usam materiais baratos, fáceis de encontrar, coisas que iriam para o lixo. Todos contribuem com material que fica a disposição no laboratório, que por incrivel que pareça é organizado com bancadas, caixas e um painel. Que bom que essa garagem é organizada! Algo me diz que muitas coisas ainda surgirão por essas bandas…

Se fosse só isso, já seria uma iniciativa e tanto, mas os participantes vão  mais longe, além de produzir querem também viabilizar  comercialmente as invenções. O segundo andar da “garagem” serve de incubadora, têm sala de reunião e escritórios para isso. Além disso a duas semanas foi aberta uma loja virtual , nela os membros vendem componentes tentando criar uma forma de sustento para a rede. Acredito que a chegada das inovações deles ao mercado é só uma questão de tempo!

Vamos ver alguns exemplos:

–  Robô wi-fi: equipado com três rodas, dois motores e uma câmera, pode ser controlado pela internet.

– Projetor de texto: um microcomputador move pequenos espelhos e lasers em alta velocidade, e a luz refletida forma as palavras, projetadas na tela ou na parede.

– Projetor multimídia: usa uma lâmpada de vapor metálico, que custa cerca de 30 reais, enquanto os projetores comuns funcionam com lmpâdas de 500 a 1000 reais.

– Garaquático: o robô aquático pode ser operado remotamente e, com uma câmera acoplada, capta imagens submarinas em 3D.

– Fresadora: versão mais barata da máquina, utiliza peças como réguas de pedreiro e possibilita corte de materiais como madeira, plástico e metais leves.

Essas são algumas invenções, das muitas que eu estou torcendo para que se tornm realidade!

beijos!

PS.: quem quiser saber um pouquinho mais, saiu uma matéria na Veja São Paulo dessa semana sobre eles…é nosso dever apoiar e difundir as boas idéias! (Pensem nisso!)