Está na moda: QUEBRA DE PATENTE!

Está virando moda já no mundo das altas tecnologias ( não só claro!) esse négocio de quebra de patente. Mas afinal como funciona essa tal de propriedade intelectual e todo esse sistema de patentes?

Primeiramente, a propriedade intelectual é o direito do autor sobre a sua obra intelectual ( errrrrr!). Seja qual for a obra, um livro, um filme, uma descoberta científica, uma música, ou o desenvolvimento de um produto, como um software ou um remédio. Sendo assim, esses produtos protegidos pela propriedade intelectual só podem ser produzidos por outras pessoas com autorização do autor, que é o detentor do direito autoral, que também será remunerado por ceder o direito. A propriedade intelectual não é vitalícia, ou seja não dura para vida inteira. Após um certo período, as obras são consideradas de domínio público.

De acordo com a OMPI ( Organização Mundial de Propriedade Intelectual) a propriedade intelectual pode ser dividida em duas grandes áreas: Propriedade Industrial (patentes, marcas, desenho industrial, indicações geográficas e proteção de plantas) e Direito Autoral (obras literárias e artísticas, programas de computador, domínios na Internet e cultura imaterial).

Já patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção. Isso porque a pesquisa e o desenvolvimento para elaboração de novos produtos demandam grandes investimentos. Ao obter uma patente, o autor da obra evita que concorrentes copiem e vendam esse produto a um preço mais baixo, uma vez que eles não foram onerados com os altos custos da pesquisa e do desenvolvimento. Entenderam porque existe tanta briga em torno disso!?

Agora que já sabemos tudo certinho vamos aos fatos…
O epsódio mais recente entre os muitos que vem aparecendo é o da Intellectual Ventures (empresa especializada na compra e registro de patentes de tecnologia, que arrasou no nome, né!? Adorei!), entrou com uma ação na Corte de Washington na qual acusa 12 empresas de terem violado cinco patentes de sua propriedade. Entre as empresas, estão a HP, Dell, Acer, Logitech, Kingston e as varejistas Best Buy e Walmart.

As patentes, segundo a Intellectual Ventures, referem-se as tecnologias de memória DRAM, dispositivo de memória para computadores com acesso selecionável, memórias com decodificação de endereço programável, circuitos, sistemas e métodos para melhorar o acesso a páginas e bloquear transferências no sistema de memória, além de sistemas e arquiteturas de memória de múltiplos bancos. Ou seja, um produto que demandou tempo e dinheiro para ser desenvolvido! A empresa afirma que adquiriu mais de 30 mil ativos de tecnologia até o momento e pagou “centenas de milhares de dólares” ( põe dinheiro nisso, não!?) pelas invenções, além disso investiu cerca de US$ 2 bilhões no licenciamento dessas patentes.

A Intellectual Ventures é liderada pelo ex-CTO da Microsoft, Nathan Myhrvold, e detém um considerável acervo de patentes desde sua fundação, no ano 2000. E esse não é o primeiro caso de quebra de patente envolvendo a empresa, em dezembro do ano passado, ela entrou com um processo contra nove companhias de tecnologia, incluindo McAfee e Symantec. Já está especialista no assunto! E é bom mesmo, afinal ponho minha mão no fogo que essa não será a última vez que veremos uma nóticia como essa!

beijos!

Google+ deve encerrar a semana com 20 milhões de usuários!

Sério, estou insuportável com esse assunto né!? Estou repetitiva, mas…precisava compartilhar com vocês essa notícia que saiu na TI INSIDE Online ontem. O número é bem grande convenhamos, ainda mais levando em consideração que eles ainda estam trabalhando com convites. Álias eu recebi um! Obrigada Tiago Madeira!

“Ainda não há números oficiais, mas Paul Allen, fundador do site de geanologia Ancestry.com, estima que nesta terça-feira, 12, o Google+ deve ultrapassar 10 milhões de usuários em todo o mundo. E este número deve dobrar em breve. Allen projeta que a nova rede social do Google deve alcançar 20 milhões de contas ativas neste próximo fim de semana, caso o botão de “convidar amigos” permaneça ativo.

O número foi calculado com base em uma projeção que usa o crescimento de inscrições de usuários com sobrenomes populares nos Estados Unidos, técnica explicada em uma postagem dentro da própria rede social. Allen enfatizou que até o momento o crescimento do Google+ foi vertiginoso – 350% no número de adesões nos últimos seis dias, passando de 1,7 milhão de usuários em 4 de julho para 7,3 milhões de usuários na última segunda-feira, 10.”

beijos!

Regulamentação das profissões de informática!


Como o bom e velho ditado diz: ” Antes tarde do que nunca”.
Pois é, até que enfim começou a tramitar no Senado um projeto de lei para regulamentar as profissões de analista de sistemas e de técnico de informática, além de criar o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática. A proposta, elaborada em 2007, obteve aprovação das comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Assistência Social (CAS). O projeto agora tramita no Senado Federal. Agora só nos resta esperar, esperar…já que não existe qualquer previsão oficial de quando sairá essa decisão.

Pelo texto, poderão assumir a função de analista de sistemas os que tiverem diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ( eu eu eu!) ou Processamento de Dados e os que já exercerem a profissão por cinco anos antes da sanção da lei. No entanto, esses profissionais deverão requerer o registro nos Conselhos Regionais de Informática. À eles, recairia a responsabilidade técnica por projetos e sistemas para processamento de dados, informática e automação, além da emissão de laudos, relatórios e pareceres.
Quanto ao técnico em informática, a proposta determina que podem exercê-la quem fez curso técnico de informática ou de programação de computadores (em nível de ensino médio ou equivalente) e quem já tenha exercido essa profissão, comprovadamente, por pelo menos quatro anos.

Para ambas as categorias, a carga horária proposta é de 40 horas semanais, sendo que compensações e redução da jornada poderiam ser feitas por meio de acordos coletivos de trabalho. Para os profissionais com esforço repetitivo, a jornada, segundo o texto, cairia para 20 horas semanais com máximo de cinco horas diárias.

Bom, acredito que a regulamentação da profissão não deve, nem vai interferir no modelo atual empregado pelo mercado de trabalho na área de informática e também não deve, nem vai limitar esse modelo a futuras evoluções, pois assim como a tecnologia, a área de trabalho que a produz está sempre em constante evolução.
Nada mais natural certo?! Essas profissões na ordem prática já estam estabelecidas, só falta mesmo a oficialização! Vamos ficar de olho!

beijos!