iPad X Livro didático

Muitos entusiastas apontam o recém-anunciado iPad como a salvação para armazenar todos os livros que alguém precisa! Será que isso também pode ser aplicado a realidade escolar e armazenar todos os livros didáticos de que um aluno precisa? Sua tela colorida sensível ao toque, o vídeo interativo e o teclado virtual são bastante tentadores aos jovens usuários não!? Nesse quesito beeeeeeem superior ao monocrômico Kindle da Amazon.

A Apple nada revelou sobre seus planos no segmento de livros didáticos, porém visando esse mercado a Hewlett-Packard e a Dell anunciaram também que vão produzir computadores portáteis do tipo tablet. Além disso, correm rumores de que a Microsoft estaria desenvolvendo um modelo de tela dupla. (a Microsoft sempre querendo disfarçar que é a maior plagiadora do universo!)

Já não é pequeno o número de estudantes que usam notebooks, ou seu irmãozinho mais novo, o netbook, para ter todos os livros didáticos a um clique, sendo assim alguns especialistas preveem que em aproximadamente dez anos, a maioria (ou seja mais de 50%, previsão ousada, sejamos sinceros, afinal, segundo o IBGE 79% da população NUNCA acessou a Internet, em compensação mais de 10% dos adultos nos EUA já têm um leitor eletrônico!AAAH não sei mais o que pensar!) dos alunos do ensino superior — e muitos alunos do ensino fundamental e médio — recorrerão a um aparelho eletrônico, em vez de livros de papel, quando tiverem de ler algum material de estudo. UHUlll chega de lutar por livros mofados na biblioteca!!! Pena qe não é tão fácil assim…isso terá um grande impacto sobre alunos e professores, sem falar do negócio de livros didáticos, que hoje movimenta US$ 9,9 bilhões.

Diante dessa previsão uma pergunta surge: isso é viável economicamente? Praticamente toda indústria — das agências de viagens aos jornais — que migraram para o modelo digital tiveram quedas bruscas de lucros, e houve até quem falisse. “As editoras de livros didáticos sabem que seu modelo atual está condenado”, diz Peter S. Fader, diretor adjunto do Projeto de Mídia Interativo da Wharton Interactive Media Initiative. Eric Bradlow, também diretor adjunto do WIMI, acrescenta: “Não se trata da morte pura e simples do modelo destruidor de árvores. O fato é que o monopólio das editoras vai diminuir.” Como os custos de produção devem baixar, “as forças do mercado deverão pressionar igualmente pela redução dos preços”.

Acredito que novos modelos de publicação e publicidade para as editoras como anúncios objetivos e cupons eletrônicos serão criados e bem recebidos pelo mercado porém não será uma missão fácil se reencaixar em um mercado assim. Muitas ficarão pelo caminho.

E não é que as editoras já começaram a se mexer. Transcorridos alguns dias desde o anúncio do iPad, um grupo formado pelas principais editoras de livros didáticos dos EUA informou que passaria a utilizar uma tecnologia desenvolvida pela ScrollMotion, empresa nova-iorquina de tecnologia de conteúdo, para transferir livros didáticos para o iPad. E já no final de fevereiro, a Macmillan, da McGraw-Hill, divulgou o lançamento de um novo selo de livros eletrônicos, o DynamicBooks, que permitirá aos professores criarem um livro didático próprio utilizando material de sua autoria e outros desenvolvidos pela Macmillan. “Basicamente, o professor entra no site, acessa a ferramenta autoral e, ao visualizar o conteúdo, faz as modificações que julgar necessárias”, disse ao New York Times Brian Napack, presidente da Macmillan. “Nós nem sequer monitoramos essa interferência.” Viu como os mais espertinhos vão dar um jeitinho?!

Educadores e editoras preveem também que o livro didático eletrônico deverá mudar a forma como os professores ensinam, como os alunos aprendem e a maneira como as editoras vendem seu conteúdo, e isso sempre de maneiras inesperadas. Contudo, embora os estudantes contem de antemão com custos menores e mochilas mais leves, os professores andam preocupados, afinal não se sabe ao certo se os estudantes estão prontos para se debruçar sobre um livro didático eletrônico. Como observou Stephen Kobrin, editor da Wharton School Publishing (WSP), “todos os nossos pacotes de cursos [coleções personalizadas de material de leitura para os vários cursos] são digitalizados. Quando peço aos alunos que leiam esse material, eles me dizem que o imprimem” (eu faço isso na maioria das vezes). Kobrin estima que, atualmente, de 4% a 5% do negócio da WSP seja digital.

Quem ainda não se convenceu da importância da discussão quero lembrar mais uma coisinha: os leitores eletrônicos já sacudiram o mercado de livros de ficção e não-ficção. Esses livros responderam por US$ 8,1 bilhões das vendas nos EUA em 2008, conforme o mais recente relatório da área de publicações. A Forrester Research estima que os amantes dos livros compraram cerca de três milhões de leitores eletrônicos no ano passado. Esses aparelhos atraíram alguns dos melhores clientes da indústria do livro, que lamentam o desaparecimento das livrarias, mas aprovam a ideia de títulos a US$ 10 disponíveis para download a seu critério e que dispensam a busca em prateleiras lotadas.

Muitas coisas mudarão, não sei ao certo se para melhor ou pior, mas a primeira coisa que vem a minha cabeça quando penso sobre isso é que será muuuuito mais fácil criar livros didáticos personalizado para cada turma e curso, não será mais necessário andar com um livro inteiro por causa de dois ou três capítulos, não sei como ficará a parte burocrática de tudo isso, mas…que, para nós estudantes vai melhora, isso vai!

beijos!

Está na moda: QUEBRA DE PATENTE!

Está virando moda já no mundo das altas tecnologias ( não só claro!) esse négocio de quebra de patente. Mas afinal como funciona essa tal de propriedade intelectual e todo esse sistema de patentes?

Primeiramente, a propriedade intelectual é o direito do autor sobre a sua obra intelectual ( errrrrr!). Seja qual for a obra, um livro, um filme, uma descoberta científica, uma música, ou o desenvolvimento de um produto, como um software ou um remédio. Sendo assim, esses produtos protegidos pela propriedade intelectual só podem ser produzidos por outras pessoas com autorização do autor, que é o detentor do direito autoral, que também será remunerado por ceder o direito. A propriedade intelectual não é vitalícia, ou seja não dura para vida inteira. Após um certo período, as obras são consideradas de domínio público.

De acordo com a OMPI ( Organização Mundial de Propriedade Intelectual) a propriedade intelectual pode ser dividida em duas grandes áreas: Propriedade Industrial (patentes, marcas, desenho industrial, indicações geográficas e proteção de plantas) e Direito Autoral (obras literárias e artísticas, programas de computador, domínios na Internet e cultura imaterial).

Já patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção. Isso porque a pesquisa e o desenvolvimento para elaboração de novos produtos demandam grandes investimentos. Ao obter uma patente, o autor da obra evita que concorrentes copiem e vendam esse produto a um preço mais baixo, uma vez que eles não foram onerados com os altos custos da pesquisa e do desenvolvimento. Entenderam porque existe tanta briga em torno disso!?

Agora que já sabemos tudo certinho vamos aos fatos…
O epsódio mais recente entre os muitos que vem aparecendo é o da Intellectual Ventures (empresa especializada na compra e registro de patentes de tecnologia, que arrasou no nome, né!? Adorei!), entrou com uma ação na Corte de Washington na qual acusa 12 empresas de terem violado cinco patentes de sua propriedade. Entre as empresas, estão a HP, Dell, Acer, Logitech, Kingston e as varejistas Best Buy e Walmart.

As patentes, segundo a Intellectual Ventures, referem-se as tecnologias de memória DRAM, dispositivo de memória para computadores com acesso selecionável, memórias com decodificação de endereço programável, circuitos, sistemas e métodos para melhorar o acesso a páginas e bloquear transferências no sistema de memória, além de sistemas e arquiteturas de memória de múltiplos bancos. Ou seja, um produto que demandou tempo e dinheiro para ser desenvolvido! A empresa afirma que adquiriu mais de 30 mil ativos de tecnologia até o momento e pagou “centenas de milhares de dólares” ( põe dinheiro nisso, não!?) pelas invenções, além disso investiu cerca de US$ 2 bilhões no licenciamento dessas patentes.

A Intellectual Ventures é liderada pelo ex-CTO da Microsoft, Nathan Myhrvold, e detém um considerável acervo de patentes desde sua fundação, no ano 2000. E esse não é o primeiro caso de quebra de patente envolvendo a empresa, em dezembro do ano passado, ela entrou com um processo contra nove companhias de tecnologia, incluindo McAfee e Symantec. Já está especialista no assunto! E é bom mesmo, afinal ponho minha mão no fogo que essa não será a última vez que veremos uma nóticia como essa!

beijos!

Google+ deve encerrar a semana com 20 milhões de usuários!

Sério, estou insuportável com esse assunto né!? Estou repetitiva, mas…precisava compartilhar com vocês essa notícia que saiu na TI INSIDE Online ontem. O número é bem grande convenhamos, ainda mais levando em consideração que eles ainda estam trabalhando com convites. Álias eu recebi um! Obrigada Tiago Madeira!

“Ainda não há números oficiais, mas Paul Allen, fundador do site de geanologia Ancestry.com, estima que nesta terça-feira, 12, o Google+ deve ultrapassar 10 milhões de usuários em todo o mundo. E este número deve dobrar em breve. Allen projeta que a nova rede social do Google deve alcançar 20 milhões de contas ativas neste próximo fim de semana, caso o botão de “convidar amigos” permaneça ativo.

O número foi calculado com base em uma projeção que usa o crescimento de inscrições de usuários com sobrenomes populares nos Estados Unidos, técnica explicada em uma postagem dentro da própria rede social. Allen enfatizou que até o momento o crescimento do Google+ foi vertiginoso – 350% no número de adesões nos últimos seis dias, passando de 1,7 milhão de usuários em 4 de julho para 7,3 milhões de usuários na última segunda-feira, 10.”

beijos!