As garotas são mais espertas que os garotos?!

Não concordo e muito menos acho certo pregar que as mulheres são MELHORES que os homens. Somos iguais e só. A relação aqui é de IGUALDADE.

O infográfico aqui embaixo, se feita uma análise superficial passa essa idéia…NÓS MULHERES SOMOS MELHORES SÓ NOS ESQUECEMOS DISSO! Mas se nos atentarmos somente aos números ele passa a ser apenas uma possível explicação para a realidade da menina/mulher.

INTRODUÇÃO (tradução livre do original) : As garotas são mais inteligentes do que os garotos? É exatamente essa questão que o infográfico tenta responder,  mostrar de uma vez por todas que, na verdade, mulheres triunfam quando o assunto é inteligência.

As meninas quando jovens tem um QI um pouco maior do que os meninos, isto é um fato, talvez por estarem expostas a aulas de ciências e matemática sem distinçãoe. Elas, até mesmo obtêm melhores notas em geral. No entanto, quando envelhecem e se tornam mulheres, começam a desenvolver mais complexos de auto-estima, o que leva a uma “diminuição” em suas capacidades. Há confiança é ainda menor quando estam na idade de ingressar no ensino superior. Sendo assim apenas uma pequena percentagem de mulheres acabam fazendo graduação em matemática ou ciências.

Para se ter idéia, no final, no campo da engenharia o cenário é o seguinte: em uma sala de 25 engenheiros, apenas três serão mulheres.

As mulheres devem lembrar que eles são mais espertos do que os homens e devem por isso devem confiar em suas habilidades.

( Só mudaria a última frase. A minha seria: AS MULHERES DEVEM LEMBRAR QUE SÃO TÃO ESPERTAS QUANTO OS MENINOS E, PORTANTO NÃO TÊM MOTIVO NENHUM PARA PERDER A CONFIANÇA EM SUA HABILIDADES! )

 

 

FONTE: http://www.trendhunter.com/trends/girls-are-smarter-than-boys

 

beijos!

Mulheres no comando!

Nada mais justo do que um post especial pelo DIA DA MULHER! Se a google pode fazer homenagem eu também posso! rs

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Quem me conhece sabe que não sou muito apegada a datas, mas hoje repensei esse meu desapego. O dia da mulher não está entre as datas mais “cultuadas” do país, mas de alguma maneira levanta uma discussão sobre a a situação da mulher no mundo. Perdi a conta do número de matérias, notas, reportagens que vi hoje destacando a importância da mulher no mercado financeiro, na TI, na universidade…em todos os lugares, afinal estamos no comando, né mulherada!?

Foi mais ou menos isso que pensei quando li essa matéria enviada pela minha mãe, a melhor das mulheres.

“Antigamente o mundo da tecnologia era dominado por homens. Mas, para alegria das feministas, este cenário mudou – e muito. Hoje, muitas mulheres estão tomando as rédeas de grandes empresas de TI como HP, IBM, Intel e Google. No caso da HP, Meg Whitman está no comando geral e, desde janeiro, a IBM passou a ser liderada por Virginia Rometty.

De todas, Meg carrega o fardo mais pesado. A executiva, que já passou pela presidência do eBay e pelo Partido Republicano, chegou à HP com o objetivo de reestruturar a empresa após a gestão mal sucedida de Leo Apotheker. “Estamos passando por um momento crítico e precisamos renovar nossa liderança para implementarmos com sucesso nossa estratégia de negócios e aproveitarmos as oportunidades que se abrem à nossa frente”, comentou Ray Lane, presidente do Conselho de Administração da companhia durante o anúncio do nome da presidente.

Apotheker passou por alguns dilemas no comando da HP. Se a fabricante investisse no acompanhamento do crescimento da Apple – que afetou as vendas de PCs com seu iPad –, os lucros da companhia seriam inevitavelmente menores. A partir daí, não haveria muita margem para grandes resultados no curto prazo, já que o setor de PCs é altamente competitivo. Então, o executivo decidiu redirecionar a fabricante para o mundo do software e abandonar a produção de PCs. Porém, a manobra não foi bem vista pelo mercado e Leo acabou sendo substituído.

Com isso, logo no início de sua gestão, Meg foi obrigada a desfazer algumas das decisões de seu antecessor, como anunciar que a empresa iria manter sua divisão de PCs e a retomada da produção de tablets para o mercado corporativo, evitando a acirrada concorrência com o iPad. “Queremos crescer no setor de software, mas sem abandonar os computadores”, disse a CEO durante o anúncio.

As resoluções da nova presidente foram vistas com bons olhos pelos analistas. Rob Enderle, do Enderle Group, considerou a desistência do spinoff muito positiva. “Isso mostra que ela toma decisões coerentes e será difícil de ela se enganar e fazer algo estúpido. Acho que esta é mais uma prova de que fizeram bem em trazer Whitman para endireitar o navio”, concluiu.

Já Virginia Rometty assumiu o leme da IBM em situações bem mais confortáveis. O maior desafio da executiva é dar continuidade ao trabalho bem executado de seu sucessor Samuel Palmisiano, que colocou a empresa de volta à ativa. Em outubro de 2011, após 15 anos, a fabricante voltou a ser mais valiosa do que a Microsoft. A empresa superou a companhia de Bill Gates em valor de mercado e virou a quarta maior do mundo. Atualmente, o valor da IBM é de US$ 203,8 bilhões, contra US$ 203,7 bilhões da Microsoft.

Em 100 anos de história, esta foi a primeira vez que uma mulher conduz a IBM. Desde que o ex-CEO completou 60 anos e pensou em abandonar o cargo, Virginia foi citada como a pessoa mais preparada para assumir a presidência global da companhia. A executiva, que trabalha há três décadas na fabricante, ganhou notoriedade quando liderou o processo de integração com a consultoria Price Waterhouse Coopers. Uma de suas tarefas foi transformar a IBM em uma fornecedora de soluções.

“Ela é mais do que uma admirável executiva operacional”, disse Palmisano ao divulgar o nome da sucessora. “Ela traz para o cargo de CEO uma combinação única de visão, foco no cliente, implacável direção, além de paixão pelos funcionários e futuro da empresa”, concluiu.

Outras duas mulheres que merecem destaque são Deborah Conrad, da Intel, e Marissa Mayer, do Google. Apesar de ambas não estarem propriamente à frente das companhias, elas são constantemente citadas como pilares importantes dentro das empresas.

A vice-presidente e chefe do departamento de marketing da Intel se uniu à equipe em 1986 como assessora de imprensa e nunca mais saiu. Ela chegou a trabalhar na Intel da Ásia por um tempo e voltou para os Estados Unidos para liderar o “Team Apple”, uma das principais alianças da companhia. Em 2008, quando foi nomeada diretora de marketing, Deborah não se intimidou com as decisões tomadas por seus antecessores e fez mudanças drásticas que permanecem até hoje. “Algumas das coisas que estávamos fazendo eram medíocres ou simplesmente ruins”, disse Conrad em entrevista para a Advertising Age. “Foi muito libertador para todos, pois todos queríamos as mesmas coisas”, completou.

Uma das mudanças mais impactantes foi o término de uma parceria global de anos com a McCann Erickson. Deborah trocou a famosa agência de publicidade por outras empresas menores que, segundo ela, se encaixavam melhor com os planos da Intel. A executiva também foi responsável pela criação de um dos eventos de maior destaque da empresa, o “The Creators Project”. A iniciativa, que conta com a parceria da revista Vice, mostra na música, artes plásticas e filmes as novas possibilidades oferecidas pela inovação tecnológica.

O segredo da executiva para tanta coragem e criatividade é a inspiração de alguns mentores. “Eu encontro muita motivação nas pessoas com quem eu trabalho e que trabalham pra mim. Não são apenas os líderes, mas a próxima geração de profissionais que está chegando. Eles são mais destemidos e em sintonia com seus sonhos”, finalizou.

A musa do Google também compartilha das mesmas qualidades de Deborah. Marissa Mayer participou da história da empresa desde o começo e foi a primeira engenheira mulher da empresa. A executiva chegou ao Google em 1999, época em que o site ainda fazia algumas centenas de milhares de buscas por dia, e criou e desenvolveu a interface de buscas, além de ampliar o site para mais de 100 línguas. Mayer ainda ajudou a introduzir novos recursos ao buscador, incluindo a busca Instant, que permite resultados em tempo real na ferramenta da companhia.

Recentemente, ela passou de vice-presidente de Pesquisa de Produto para supervisora de serviços locais e de geolocalização, dois mercados que a companhia está focando para impulsionar as vendas. E, como se não bastasse, a engenheira também está entrando para o comitê operacional da empresa, o grupo de gerência mais antigo do Google.

O motivo do sucesso destas e de tantas outras executivas é o fato das mulheres levarem para o mundo corporativo a colaboração e sociabilidade, segundo pesquisa do departamento de Psicologia da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido).  De acordo com a professora responsável pela pesquisa, Karen Pine, durante o estudo ela pode perceber que ter pelo menos três mulheres na diretoria fez com que as empresas superassem a concorrência em ao menos 40%, em todos os quesitos aferidos.”

fonte: Olhar Digital.

Adorei essa última estatística!

Bom, é isso…

Parabéns mulheres!

beijos!