Entendendo o que é o software BPMN

A sigla BPMN significa Processos de Negócios e Notação. Trata-se de um software que pode fornecer ajudar a compreender os procedimentos internos de uma empresa através de uma notação gráfica, possibilitando as organizações a capacidade de comunicar esses procedimentos de uma forma padrão. Além disso, a notação gráfica facilita o entendimento de cada setor, assim como seu desempenho, facilitando as transações de negócios entre organizações.

O BPMN representa processos de negócios por meio de diagramas. A abreviação vem do termo em inglês Business Process Modeling Notation – modelagem orientada a objetos.

Essa modelo de software foi desenvolvido pela Business Process Management Initiative. É um método que se baseia em diagramar fluxos de processos de negócios. O BPMN é muito parecido com uma tabela de fluxo, mas tem como foco gerar uma maneira útil e natural de visualizar e gerenciar os fluxos de trabalhos. Isso pode incluir qualquer um dos setores, tanto interno quanto externo. Usando o BPMN, supervisores podem ter uma compreensão melhor do que está acontecendo e mais conhecimento sobre como cada participante contribui para o todo. É possível identificar onde existem problemas, onde se perde mais tempo, onde ocorrem mais erros, é fundamental para otimizar o fluxo e a qualidade do trabalho. O BPMN é uma forma de tornar qualquer interessado tão informado quanto possível de qualquer atividade da empresa.

É possível usar BPMN para ilustrar processos essenciais das companhias.

Essa é uma técnica muito eficaz para eliminar ineficiências, ajudar os membros a visualizarem novos caminhos e pode ser usada para inserir colaboradores de forma mais eficiente e eficaz.

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Bia Gonzalez: carioca, arquiteta, apaixonada por internet, blogueira do Decorafino e especialista em administração.

 

Coworking: um comparativo de preços em SP e suas vantagens

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Trabalhar em um escritório com pessoas de empresas diferentes pode ser incomum para alguns, mas esse modelo de trabalho está crescendo no país, principalmente em São Paulo. A ideia que nasceu nos Estados Unidos com 3 profissionais de tecnologia que precisavam de um lugar para trabalhar se tornou tendência por aqui.

Os escritórios compartilhados (ou Coworking) são uma ótima opção para profissionais autônomos que trabalham como home office e querem sair do “isolamento” em casa. Também são foco de startups.

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Os espaços possuem ótima infraestrutura, sendo que cada escritório tem seu diferencial. A maioria conta com:

  • Mobiliário corporativo
  • Lockers individuais
  • Internet (Wi-Fi)
  • Cozinha
  • Salas de Reunião
  • Acesso 24h

É possível optar por escritórios compartilhados, privativos, virtual, sala de reunião ou outras opções, dependendo do coworking escolhido.

Abaixo há um comparativo de preços das salas compartilhadas em alguns dos escritórios localizados em São Paulo.

TABELA DE PREÇOS
Escritório Compartilhado – Mensal
B4i R$ 450 até R$ 850,00
Impact HUB R$ 185 até R$ 1.800
iWork Brooklin R$ 350 até R$ 950
Link2U R$ 305 até R$ 910
MyHub R$ 550 até R$ 1.800
PLUG A partir de R$ 300
Space 242 R$ 600 até R$ 4.500
TMZ HUB R$ 799

Vantagens:

  • Não tem despesas como luz, água, condomínio e internet
  • Não fica preso a um contrato de aluguel
  • Não há investimento em móveis e reforma

Em uma mesma sala é possível encontrar, por exemplo, profissionais de TI, jornalistas, designers, empreendedores, consultores, advogados, publicitários.

A experiência é enriquecedora, pois há troca de ideias com pessoas de outras áreas e consequentemente agrega maior conhecimento.

O Google também resolveu apostar nesse modelo e anunciou a um tempo atrás seu espaço para empreendedores em SP, o Google Campus. Lá, os membros do campus recebem orientação e treinamento de profissionais experientes da comunidade local de startups e do próprio Google.

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Em São Paulo, a maior quantidade de espaços coworking estão localizados nas regiões de Pinheiros, Jardins e Consolação.

Esses bairros possuem também diversas opções de apartamentos studio. Ideal para profissionais que vivem na correria do dia a dia, moram sozinhos e o melhor, querem trabalhar perto de casa!

Texto feito por: Blog da Lopes

 

“Temos que empoderar as mulheres a serem seguras de si, se sentirem confiantes de que podem e que são capazes.”

E aí, galera, tudo massa? Então, estou de férias de BSI e aproveitei estes dias pra conversar com a Lhaís Rodrigues, uma Mulher na Computação super empoderada e que empodera diversas outras. A Lhaís tem apenas 19 anos e já tem uma biografia recheada. Confere aí:

Estudante de Engenharia da Computação do CIn-UFPE possui curso Técnico de Manutenção e Suporte em Informática pela ETEPAM (Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães), já participou  e palestrou em eventos como Campus Party Recife e Brasil (figura 4), EXPOTEC em João Pessoa-PB e Congresso da Sociedade Brasileira de Computação. Isto rendeu-lhe outros convites para produção de Workshops Makers, como Workshop com Arduino + App Inventor no ArduRec e Women Makers Day; e Arduino + JavaScript no JSDay Recife.o.

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Lhaís Rodrigues (Fonte: Arquivo Pessoal Lhaís Rodrigues)

Mulheres na Computação: Lhaís, o que te motivou a seguir carreira em tecnológicas e o que mais te desmotivou/desmotiva até aqui?

Lhaís: A escolha na carreira de TI foi motivada pelos meus pais. Desde cedo, eles percebiam que eu tinha uma ‘facilidade’ para atuar na área, onde eu consertava alguns eletrodomésticos em casa. Só que eu não me via atuando na área devido a nunca ter um perfil de mulher para me espelhar. Com o passar do tempo, eu fui aprovada numa escola técnica no curso de Manutenção e Suporte em Informática e isso me possibilitou ver que eu gostava de atuar e queria ser da área de tecnologia. Não há nada que tenha me desmotivado, em algum momento, quando eu decidi atuar na área e que me desmotiva, a única coisa que acontece é que fico muito triste quando vejo comentários machistas sobre mulheres na área, como prova de querer testar os conhecimentos e atuação da mulher dentro da área, porque isso complica cada vez mais motivar mais mulheres para atuar dentro da área.

Mulheres na Computação: Qual a importância do empoderamento nesta área ?

Lhaís: O empoderamento é importante em qualquer área. Nós mulheres somos desafiadas todos os dias por diversos fatores, temos que lidar com problemas físicos, psicológicos e sociais, e se não nos ajudarmos e nos empoderamos, é uma dificuldade a mais para enfrentar qualquer barreira. No caso da área de tecnologia, o empoderamento se faz necessário quando somos postas a dúvida de capacidade, ele é primordial, porque sempre somos motivadas a ter que mostrar que somos capazes, quando na verdade devíamos ser motivadas a sermos seguras de que somos capazes sem a necessidade de uma prova intelectual. Temos que empoderar as mulheres a serem seguras de si, se sentirem confiantes de que podem e que são capazes.

Mulheres na Computação: Existe machismo na área tecnológica?

Lhaís: Sim, e me sinto muito triste por isso. Quando comentamos sobre o machismo na área de tecnologia, muitas pessoas acreditam que isso seja parte de um ‘mimimi’, a verdade é que vai muito além de um ‘mimimi’. Quando Stanford conseguiu ter mais mulheres no curso de Ciência da Computação do que homens e eles comemoraram, é um prova do machismo na área, eu fiquei feliz porque era uma vitória porém quando eu refletia, eu ficava horrorizada, isso devia ser uma coisa natural, só que não é, porque não somos motivadas a sermos desenvolvedoras, engenheiras e etc.

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Hackathon Microsoft com o Women Who Code Recife (Fonte: Arquivo Pessoal Lhaís Rodrigues)

Mulheres na Computação: Você participa de algum projeto voluntário?

Lhaís : Sim, já participei de vários, no momento atuo no Women Makers. O Women Makers é um projeto que busca inspirar e motivar mulheres e meninas para as áreas de STEM alinhando uma atitude empreendedora, fazemos isso através de eventos, palestras e mídias sociais. O Women Makers foi uma realização individual, eu o fiz porque eu queria atuar como protagonista e inspirar mulheres e meninas desde a base mostrando a igualdade de gênero até a profissional mostrando que ela é capaz. Para saber mais sobre o Women Makers acessa a nossa página do facebook: fb.com/WomenMakers

Mulheres na Computação: Qual aquela tecnologia/ferramenta que não pode faltar no seu dia a dia?

Lhaís: Boa. Eu sou fã girl Microsoft. Muitas pessoas se assustam porque eu sou bem ativa em diversas outras comunidades como Python, por exemplo, porque eu acredito que temos que estar abertos para qualquer coisa. Mas, eu adoro tecnologias Microsoft tanto que sou Microsoft Student Partnet, eu uso Windows 10, gosto de programar do Visual Studio e atualmente, estou apaixonada pelo Visual Studio Code. Eu adoro C#, entretanto, minha linguagem favorita é C. Eu não consigo imaginar uma coisa que me faça falta no dia a dia, acho que por ainda estar em desenvolvimento, qualquer tecnologia pode fazer parte do meu dia a dia. Eu tendo meu notebook por perto e um tempinho, estou disposta a aprender qualquer coisa rs

Mulheres na Computação: gosta de assistir alguma série/ jogar algo?

Lhaís: Eu não sou muito fã de séries porque não dedico tempo para assistir, mas gosto de séries como Game of Thrones, por mais que estou bastante desatualizada, Narcos, Jessica Jones, Demolidor, The Big Bang Theory entre outras que consigo ver de vez em quando. Eu costumo ser mais fã de filmes e principalmente ação e aventura, se eu gostar de um filme, costumo ver o mesmo várias vezes, como a série Harry Potter, gosto muito e assisto diversas vezes o filme pelo simples fato de me satisfazer vendo novamente.

Eu não jogo muito jogos virtuais, alguns de smartphone, fiquei curiosa por Dota devido a meu namorado, mas depois não tive tempo para manter o ritmo. Eu gosto de futebol, assisto alguns jogos, jogo quando tenho tempo e tenho um cartola rs O futebol é um esporte que gosto bastante, sou rubro-negra (Sport Club do Recife) e desde pequena jogo em escolinhas.

Mulheres na Computação: Algum comentário extra que queria fazer…

Lhaís: Eu queria dizer a todas as mulheres que elas são capazes, elas podem o mundo se elas quiserem e se elas tem duvida sobre isso, que elas continuem seguindo em frente porque elas vão consegui e queria dizer para as mulheres que já atuam que sou fã de cada uma delas e que elas continuem atuando para motivar a futura geração para atuar na área.