TED2012 – O mundo está melhorando em uma velocidade acelerada

Em uma sexta-feira 13 ( que eu particularmente não tenho nenhum receio) nada melhor que uma boa notícia…e põe boa nisso!

Estava por aí lendo alguns outros blog e vi esse! Não me segurei e vim dividir com vocês…

 

 

“Esse foi o tema da empolgante palestra de Peter Diamandis no primeiro dia do TED2012. Ele é futurista, presidente da X Prize Foundation e co-fundador da Singularity University. Diamandis começou mostrando à plateia como diariamente somos impactados por várias notícias ruins. Catástrofes, crises, mortes… Os meios de comunicação dão mais destaque às histórias negativas. Contudo, isso não é por preferência dos canais de notícias, e sim dos telespectadores, que somos nós. E aqui está a razão: o mais importante para o ser humano é sobreviver. Assim que recebemos uma notícia ruim, automaticamente ela pára em nossa amígdala – o primeiro alarme que soa dentro de nós, avisando que algo pode nos prejudicar. Resumindo: estamos praticamente fadados a prestar atenção no lado negativo das coisas.

Só que a notícia boa é que o mundo está mudando pra melhor. E rapidamente! Segundo ele, nós temos nas próximas três décadas o potencial de criar um mundo de abundância. Sua teoria se baseia no progresso exponencial da tecnologia. Se olharmos para trás, em um passado recente, vamos ver como o telefone celular avançou vagarosamente em termos de tecnologia em seus primeiros passos, mas deu passos enormes a partir de um determinado momento. Isso se aplica a todos os avanços tecnológicos, que seguem a ordem dos 30 passos. Os 5 primeiros passos trazem poucos avanços, mas os seguintes trazem uma progressão exponencial. E para deixar mais claro, ele dá alguns exemplos:

Energia
A energia solar, antes cara e inacessível, já custa a metade do diesel na Índia.

Água
Uma máquina criada por Dean Kamen pode ser a resposta para os problemas com a falta de água potável no planeta. Ela é capaz de tornar a água pura sem enormes gastos de energia como outras tecnologias disponíveis. Ao que tudo indica a Coca-Cola vai começar a testar em breve esse equipamento.

Saúde
Qualcomm Tricorder X Prize é um desafio de equipes com o objetivo de introduzir ferramentas de diagnóstico médico a dispositivos móveis. “Imagine esse serviço disponível nos países em desenvolvimento”, diz Peter.

População
Segundo ele, a maior proteção contra a explosão populacional é saúde e educação. Com iniciativas como o Tricorder na área da saúde e outras como a Khan Academy na educação as coisas tendem a melhorar bastante.

E para finalizar, uma frase sobre o poder da cooperação: “Pequenos times guiados pela paixão e com um foco podem fazer coisas extraordinárias.”

Inspirador, não é?”

FONTE: http://www.programadavinci.com.br/post/ted2012-o-mundo-esta-melhorando-em-uma-velocidade-acelerada

 

É isso…a tecnologia cumprindo seu papel de melhorar o mundo! E que seja só essa a sua função…

beijos!

Ada Lovelace: tudo começou com ela!

Vamos falar de uma grande mulher!

Vocês não vão acreditar na história de como esse post nasceu. Lá vai…

Faço Ciência da Computação e quem estuda comigo já sabe, sou uma admiradora das professoras mulheres do meu instituto, principalmente as de álgebra e computação que são minoria absoluta em seus departamentos. Uma pena, mas é apenas reflexo do mundo lá fora. Não precisava ter falado tudo isso mas fiquei com vontade!rs
Enfim, uma dessas grandes mulheres está me dando uma matéria esse semestre e em quase todas as aulas dá exemplos em ADA, uma linguagem desenvolvida pelo Departamento de defesa dos USA. Aí fui dar uma fuçada na internet sobre isso. Comecei a digitar: A…D…A e o google me sugeriu: ADA LOVELACE

Pronto! Lembrei que nunca tinha escrito sobre ela aqui! Um pecado mortal para um blog sobre computação, ainda mais se o blog for sobre mulheres na computação! Ela é considerada A PRIMEIRA PROGRAMADORA DO MUNDO! Genial imaginar que a primeira programadora do mundo foi uma nobre que frequentava bailes e usava vestidos chiquérrimos, vocês não acham?!

Eu podia ficar aqui escrevendo várias e várias linhas sobre ela, sendo super imparcial com todo o meu feminismo, mas quero que vocẽs se divirtam e leiam até o final, então resolvi mostrar pra vocês uma história em quadrinhos! Melhor, né!? Esse quadrinho já vem rolando a um tempinho e ainda não acabou! É é bem bacaninha…

O link para acompanhar a história inteira é esse: http://sydneypadua.com/2dgoggles/

Aqui vai um resuminho da biografia dela e um incentivo para vocês lerem o quadrinho:RESUMINHO! CLIQUEM! CLIQUEM! CLIQUEM! CLIQUEM! CLIQUEM! CLIQUEM! CLIQUEM! CLIQUEM!

Curtiram?

beiijos!

“Porcaria de iPad, não imprime”

Abri meu email e vi um do papai. Abri e me daparo com essa coluna super simpática.
Me identifquei e acredito que ele também. Eu fui uma Malu. Convivi com computadores, disquetes, folhas de impressora matricial (siiiim eu convivi com disquetes e folhas de impressora matricial! ), celulares enormes…desde de que me entendo por gente. Fico pensando que eu fazia parte de uma minoria na época e que hoje conviver com o mundo tecnológico é, simplesmente a realidade!

“A frase não é minha, é da Malu. Com a sabedoria crítica de quem nasceu no século 21, a mocinha não se deixa impressionar pelo design, ergonomia ou funcionalidades da prancheta digital. Para ela, tudo isso é obrigatório. Da mesma forma que imprimir uma página da web para um trabalho da escola. Em seu mundo, computadores devem se comportar como eletrodomésticos. Instalar, formatar, desfragmentar ou expandir são verbos estranhos, anacrônicos como trocar uma válvula de TV. Equipamentos que estejam conectados à mesma rede têm que falar entre si, da mesma forma que se espera que uma geladeira funcione ao ligá-la na tomada.

O pai da Malu não tardou a resolver o problema. Mas ficou com a indignação da moça na cabeça. Profissional de TI tarimbado, ele chegou a programar COBOL em cartões perfurados e, como todo mundo em sua época, se espantou com as maravilhas trazidas pela interface gráfica, internet, smartphones e produtos derivados. Por trabalhar na área, sempre teve a casa cheia de eletrônicos. A maioria deles já um pouco gasta, abandonada depois de vencido o ciclo de vida útil.

Como instrumentos em casa de músicos, panelas em cozinhas de gourmands, roupas em closets de dândis e ferramentas em oficinas de mecânica ou marcenaria, os equipamentos digitais não foram apresentados à Malu. Eles nunca fizeram parte de programas paradidáticos para estimular a pequena a se conectar nem entraram em qualquer tipo de atividade programada. Só estavam ali, disponíveis, empoeirando, abandonados pelo pai que trocara de brinquedo. Não espanta que provocassem curiosidade e fascínio.

Sem nada para fazer, em uma tarde absolutamente banal ela resolveu se aproximar das máquinas. E nunca mais desgrudou delas. Não demorou para galgar a diferença tecnológica que a separava do pai e passar a usar seus equipamentos com total indiferença.

Para que voltassem a ter telefone, os pais da Malu resolveram muni-la de um iPad, com a condição que fizesse os trabalhos da escola nele. Passadas algumas horas de sossego, eis que ela resmunga a frase que dá título a esta coluna. Sua indignação não é manha, é a intolerância justíssima de um consumidor indignado.

Conheço bem os pais da Malu. São amigos inteligentes e divertidos, mas não fazem o gênero pedante de quem cita referências em latim ou obriga o filho a estudar em escola bilíngüe. Nem são do tipo babão que adora aporrinhar os outros com histórias banais de seus prodígios-mirins. Absolutamente normais, eles me contaram essa história no meio de uma conversa de boteco, entre cervejas e petiscos.

Já tive a oportunidade de conversar com a Malu algumas vezes. Ela é uma mocinha muito bacana, mas para o seu bem (e para o bem de todos que a cercam) não é superdotada. É uma criança normal. Feliz, curiosa e hiperativa como é natural ser nessa idade. Sua irmã, a Clarinha, não é muito ligada em equipamentos. Prefere dar piruetas diversas e imaginar histórias com o Papai Noel e o Coelho da Páscoa lisérgicas demais para uma coluna familiar como esta.

Malu, Clarinha, Ico, Duda, Isadora, Artur e tantas outras crianças que pilotam com naturalidade os equipamentos e serviços do cotidiano eletrônico não têm nada de novo, diferente ou grandioso. Sua facilidade com as máquinas não faz deles “nativos digitais”, “tecnófilos”, “transcendentes”, “singulares” ou qualquer outro termo que sociólogos de plantão adorem cunhar. São só curiosos, como um dia todos foram e como os mais espertos continuam a ser.

Sua lógica nem sempre dá certo. Outro dessa geração, o Fernando, tentou forçar um livrinho na entrada de DVD da TV. Para ele, fazia todo sentido: se o pai conta histórias que estão nos livros e se a TV as mostra, por que não pedir para a TV realizar a função do pai? Quando não deu certo, tentou mais algumas vezes, desistiu e largou os restos mortais para alguém arrumar.

Enquanto a maioria dos adultos busca definições, roteiros e práticas para usar Twitter, Facebook, Pinterest, Tumblr e tantos outros neologismos, os novos evitam perder tempo com perguntas e procuram utilizá-los como se existissem desde sempre, com a cautela de aprender seu mecanismo sem excesso de confiança nem medo de quebrá-los. Como o fazem com todo o resto do mundo. Forçá-los a brincar de pião ou amarelinha é tão nocivo quanto forçar crianças de outras épocas a ver documentários ou ouvir música clássica, transformando o que poderia ser uma grande descoberta em uma obrigação maçante.”

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luliradfahrer/1056223-porcaria-de-ipad-nao-imprime.shtml

Olha aí um exemplo vivo e fofo! rs

beijos!