
Categoria: Mulheres na Engenharia
Menos30 Fest 2017
Diverso e para todos, o Menos30 Fest contará com um dia inteiro de programação gratuita. O conteúdo é pensado em rede, com a colaboração de múltiplos parceiros da Globo que integram o ecossistema empreendedor. São mesas, palestras, oficinas práticas, mentoria de negócios, pitching e muita troca de experiência e conhecimento em um ambiente propício à formação de novas pontes. Todas as atividades estão sujeitas à lotação dos espaços dedicados à cada atividade, por ordem de chegada.
Nesta edição, que acontece no dia 25 de novembro, das 9h às 21, na Unibes Cultural, em São Paulo, trouxemos o conceito: (A)diversidade que nos une, buscando refletir sobre como as adversidades que surgem no caminho do empreendedor podem ser superadas com a diversidade do brasileiro, sua criatividade e potencial de inovação.
Já se você preferir participar das sessões de mentoria, fruto de uma parceria com a Aliança Empreendedora e a Associação Brasileira de Statups (ABStartups). Elas vão acontecer na Biblioteca da Unibes Cultural, das 10h às 16h30. Na sequência e no mesmo espaço, 15 empreendedores vão compartilhar as dores e delícias de empreender no Pitching “Conte a Sua História”, promovido em parceria com a Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.
De 16h30 às 18h30, teremos o Programação para não-programadores com a nossa diva dos códigos, Camila Achutti! ♥
Não perca!
Inspiração | Palco Grandes Encontros
Neste palco promoveremos encontros entre profissionais com diferentes experiências e visões de mundo para discutir, juntos, questões como tecnologia, sustentabilidade, economia, negócios de impacto e marcas conscientes.
O Palco Grandes Encontros será no Teatro da Unibes, localizado no térreo.
10h às 11h | Há espaço para todo mundo no futuro?
Vivemos tempos de abundância. Abundância de recursos e tecnologias sociais. Mesmo assim, o mundo está regido pela economia da escassez. Parece ironia, mas não é não. Boa parte da população ainda não tem acesso à alimentação, mobilidade, moradia e trabalho dignos. Afinal, será que a hiperinformação e a inteligência artificial vieram para estreitar ou alargar os abismos sociais? Quais as implicações coletivas e individuais de um planeta dominado por algoritmos? Nesta mesa serão colocadas possíveis alternativas para equacionar, em uma balança positiva, recursos e pessoas.
>> com Guilherme Junqueira (Gama Academy), Hugo Nasck (influenciadora digital), Lucas Santana (Evelle Consultoria)
>> mediação: Mônica Waldvogel (GloboNews)
11h30 às 12h30 | 1 hora para salvar o mundo
Você já ouviu falar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU? Pois eles são 17 e vão orientar as políticas dos 193 países do mundo até 2030. Além, é claro, de entrar na pauta de todas as empresas socialmente responsáveis. Entenda esta iniciativa global e aprenda com quem já está surfando esta onda a desenvolver projetos de impacto local capazes de promover transformações de alcance mundial.
>> com Gilberto Ribeiro (Vox Capital), Lorena Stephanie (AIESEC), Marcus Barão (CONJUVE)
>> mediação: Sandra Annenberg (Como Será? e Jornal Hoje)
12h às 14h | Almoço
14h às 15h | Nós por nós: negócios de impacto na periferia
Que o mundo está cheio de iniciativas pensadas da bolha para a periferia, todo mundo já sabe. Mas o que a “perifa” tem pensado e desenvolvido para ela mesma? Como é a história contada a partir do olhar de quem nasceu e foi criado em meio a tantas adversidades? Nesta mesa, conheça as mentes brilhantes por trás de três projetos criados da base da pirâmide para a base da pirâmide.
>> com Adriana Barbosa (Feira Preta), Anderson França (Unicorre) e Paulo Rogério Nunes (Vale do Dendê)
>> mediação: a confirmar
15h30 às 16h30 | Moedas contemporâneas e a busca por uma economia democrática
Vamos discutir o conceito tradicional de banco e transações financeiras? Fique por dentro das principais tendências de modelos econômicos que estão se firmando no mercado, como eles têm ampliado o acesso da população ao sistema bancário e como as grandes empresas têm lidado com estes novos players do mercado.
>> com Fernanda Ribeiro (Conta Black), Joaquim de Melo (Banco Palmas), Rodrigo Batista (Mercado Bitcoin)
>> mediação: Dony De Nuccio (Jornal Hoje)
17h às 18h | Marcas Conscientes: nada passa despercebido nos dias de hoje
Nada passa despercebido diante dos olhos das redes sociais. Mas o que é necessário para uma marca construir uma boa reputação diante desta nova configuração? Quais são e como devem ser tratadas as questões de diversidade? Conheça as iniciativas e opiniões sobre relacionamento entre marcas e público a partir dos olhares de três frentes do mercado.
>> com Gabriela Moura (Não Me Kahlo), Joanna Monteiro (FCB Brasil) e Samantha Almeida (Avon)
>> mediação: Monique Evelle (Profissão Repórter)
18h30 às 20h30 | FuckUp Nights
Aprender a partir dos fracassos é um importante passo na vida do empreendedor. E para nos inspirarmos com algumas boas histórias, convidamos quem entende do assunto: o FuckUp Nights. Com mais de 150 eventos por mês, realizados em mais de 80 países, o FuckUp Nights é um movimento global de compartilhamento de fracassos profissionais. Nesta edição brasileira, três empreendedores foram selecionados para dividir os fracassos e aprendizados da sua jornada empreendedora.
Inspiração | Palco Falas Afiadas
Neste palco protagonistas de alguns dos principais temas ligados ao universo empreendedor, compartilham seus conhecimentos, vivências e projetos em 20 minutos de apresentação. Os conteúdos trazem tanto questões inspiracionais como práticas ligadas ao ecossistema empreendedor.
O Palco Falas Afiadas será no Auditório da Unibes Cultural, localizado no térreo.
10h00 às 10h20 | Você já tem tudo o que precisa para empreender
Você se sente empreendedor? Sabe de tudo o que precisa para se tornar um? Lina Useche, cofundadora e diretora executiva da Aliança Empreendedora, desmistifica o conceito de empreendedor e te prova: você já tem tudo o que precisa para empreender.
>> com Lina Useche (Aliança Empreendedora)
10h40 às 11h00 | Dia um: o que fazer?
Decidir empreender é o primeiro passo na jornada empreendedora. Mas qual o segundo? O terceiro? Alan Leite compartilha a experiência que adquiriu na aceleradora Startup Farm depois de trabalhar com mais de 270 startups e te conta como dar os passos seguintes sem cometer os erros que atingem a maioria dos times fundadores.
>> com Alan Leite (Startup Farm)
11h20 às 11h40 | Seja um líder criativo
Com as novas gerações colocando em cheque as gestões tradicionais, quais as habilidades que você precisa desenvolver para ser um líder contemporâneo? O especialista em inovação e empreendedorismo Guilherme Bcheche te explica como potencializar talentos, alcançar melhores resultados e atingir seus objetivos.
>> com Guilherme Bcheche (Polifonia)
12h às 14h | Almoço
14h às 14h20 | Blitzscaling ou a arte de crescer exponencialmente
Criado por Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, o conceito de Blitzscaling tem explicado o rápido crescimento de empresas como Amazon, LinkedIn e Waze. Camilla Junqueira, diretora de Cultura Empreendedora da Endeavor, te ajuda a entender a trajetória de crescimento de empreendedores e, quem sabe, te inspira a embarcar em uma!
>> com Camilla Junqueira (Endeavor)
14h40 às 15h | Tá servido? Tá na mesa.
Você já ouviu falar sobre os Desertos Alimentares ? Diante da epidemia global de obesidade, a chef Bel Coelho e o produtor cultural Thiago Vinicius fazem mergulho no ambiente alimentar do Brasil e propõem um diálogo sobre o alimento do campo à mesa. A biodiversidade, aliada à nossa cultura alimentar, é o melhor caminho para a longevidade.
>> com Bel Coelho (chef) e Thiago Vinicius (Agência Solano Trindade)
15h20 às 15h40 | Conexão Brasil x EUA: o que podemos aprender com o modelo do Vale do Silício?
Quando o assunto é empreender, uma das primeiras referências que vem à cabeça é o Vale do Silício. Mas até que ponto podemos nos inspirar nos modelos desenvolvidos por lá? A repórter e apresentadora Juliana Munaro comanda um papo com Rafael Mendes, business developer da startup Carvi, que explica, diretamente do Vale do Silício, que tipo de práticas aplicadas por lá podem ser replicadas com sucesso em terras brasileiras.
>> Juliana Munaro (Pequenas Empresas & Grandes Negócios) e Rafael Mendes (Carvi)
16h às 16h20 | Startups são de marte, empresas são de vênus
Com a necessidade cada vez maior de inovação, as empresas precisam pensar como startups e fazer novas parcerias. Do outro lado, startups podem ter nas corporações tradicionais ótimas oportunidades de crescimento e investimento. Ricardo Cavallini, fundador da Maker, explica como, apesar de falarem línguas diferentes, empresas e startups encontram pontos de contato.
>> com Ricardo Cavallini (Makers)
16h40 às 17h | Os caminhos da inovação na universidade: cientista é empreendedor?
Todo empreendedor tem um quê de pesquisador. Mas e o pesquisador? É empreendedor? Boa parte dos produtos que a gente admira nasceram em centros de pesquisa acadêmica. Isto te surpreende? O especialista André Luiz Pinto desmistifica o trabalho do pesquisador e apresenta o Prêmio Jovem Cientista, que fomenta a atitude empreendedora nas universidades brasileiras.
>> com André Luiz Pinto (Fundação Roberto Marinho e Prêmio Jovem Cientista)
17h20 às 17h40 | Decodificando sua atitude empreendedora
Todos querem ser data-driven. Há inúmeras ferramentas para trazer insights, analisar dados e monitorar performance. Mas isso já não é mais novidade. A novidade está em transformar isso em cultura. Aprenda com o cientista de dados Ricardo Cappra a desenvolver sua inteligência analítica e potencializar sua atitude empreendedora.
>> com Ricardo Cappra (Cappra Data Science)
18h00 às 18h20 | Coletivos: descubra na colaboração uma forma de empreender
Você já pensou em empreender o seu próprio coletivo? Quais as dores e delícias de trabalhar colaborativamente? A estudante Amanda Letícia conta como é atuar em um grupo de comunicação que nasceu dentro de uma articulação entre organizações que trabalham com jovens. Inspire-se com este modo de fazer.
>> Amanda Letícia (Coletivo Em Movimento)
18h40 às 19h | A cena musical brasileira no tom da economia criativa
Se você quer trabalhar com música e tem o sonho de empreender o seu próprio festival, se inspire na história da Ana Garcia, criadora do Festival Coquetel Molotov, que está movimentando o mercado musical de Recife, uma das capitais mais criativas do país.
>> com Ana Garcia (No Ar Festival Coquetel Molotov)
Mão na massa | oficinas
Nas oficinas você poderá colocar a mão na massa e aprender novas ferramentas para impulsionar o seu negócio na prática.
Serão três salas, localizadas no 3º andar da Unibes.
Sala 1
10h00 às 12h00 | Hackeando a burocracia
Você sabe quais são os 7 pilares que mais impactam a vida dos empreendedores no Brasil? O time da Endeavor te conta e ajuda a entender a “real” de como navegar no ecossistema empreendedor brasileiro. A conversa ainda se aprofunda destrinchando o pilar de Ambiente Regulatório – um dos maiores desafios de quem tem um negócio no país hoje.
>> com Gabriela Fernandez (Endeavor)
14h00 às 16h00 | Seja efetivo: empreenda transformações
Se você deseja empreender para resolver desafios coletivos, precisa saber como identificar, entender e transformar comportamentos da sociedade. Conheça as ferramentas e estratégias necessárias para desenvolver um produto, tecnologia ou serviço de impacto e aumentar a sua efetividade no momento de vender a sua ideia.
>> com Marina Cançado (Travessia)
16h30 às 18h30 | Reframing: subverta a sabedoria tradicional para descobrir novas possibilidades
Identificar um problema e criar soluções criativas para ele pode ser um bom caminho para desenvolver um novo negócio. Aprenda com o Reframing, uma ferramenta de inovação da THNK – School of Creative Leadership, como enxergar oportunidades, ideias e espaços de solução onde aparentemente só existem problemas.
>> com Guilherme Bcheche (THNK School of Creative Leadership)
Sala 3
10h00 às 12h00 | O que você pode aprender sobre o seu negócio com Anitta e Beyoncé?
Você já parou para pensar que as carreiras de Anitta e Beyoncé poderiam inspirar a sua jornada empreendedora? O empreendedor social Anderson França te ajudará a entender o valor da identidade, do foco e do futuro a partir dos resultados obtidos por estes dois ícones do pop.
>> com Anderson França (Unicorre)
14h00 às 16h00 | Jobs to be done: entendendo as necessidades do consumidor
Qual o real motivo pelo qual os consumidores compram produtos ou serviços? Como inovar e buscar novos caminhos para diferenciação de uma marca, além de compreender e validar quem são os concorrentes? Nesta oficina será aplicada a teoria do Jobs to be Done (de Clayton Christensen) para repensar produtos e serviços, analisando quais os aspectos funcionais, sociais, emocionais e o contexto que levam as pessoas ao consumo. Vamos criar juntos soluções de inovação a partir de um olhar focado nas necessidades do consumidor.
>> com Caio Andrade (Hyper Island)
16h30 às 18h30 | Como desenvolver um negócio com bitcoin?
A utilização de moedas digitais está crescendo. Mas construir uma startup neste novo contexto, ainda pode ser visto como um investimento de risco. Nesta oficina, conheça os caminhos e oportunidades que estão sendo criados para novos negócios no mundo do bitcoin e de outras moedas digitais. Fique por dentro das APIs e bibliotecas que estão sendo mais usados pelas novas empresas do setor.
>> com Gleisson Cabral (Mercado Bitcoin)
Sala 7
10h00 às 12h00 | Raio-x da sua marca: como você quer ser percebido?
Como consumidores e investidores perceberão a sua marca é um importante passo para definir o sucesso de um novo negócio. Nesta oficina você vai aprender como se diferenciar dos concorrentes e conhecer ferramentas para criar valor para a sua marca e aumentar o reconhecimento e relacionamento com clientes.
>> com Camila Colnago (Rede Mulher Empreendedora e Comunicação 027)
14h00 às 16h00 | Sistema B: crie uma empresa com propósito
Indicadores sociais e ambientais podem e devem ser tão importantes quanto os financeiros no momento de criar uma empresa. Essa é a proposta do Sistema B, um movimento que se propõe a redefinir o conceito de sucesso dos negócios. Aprenda o que você precisa para ser uma empresa B, pensando em ideias de negócios sob esta nova visão. Para inspirar o papo, Laís Trajano, head de pessoas da empresa B Avante, compartilha o que significa trabalhar e liderar uma Empresa B.
>> com Pedro Augusto (Sistema B), Marcela Miziguchi (Sistema B) e Lais Trajano (Avante)
16h30 às 18h30 | Programação para não-programadores
Programar pode ser mais fácil do que parece. Entenda mais sobre computação, desde a sua origem até o desenvolvimento do seu primeiro site e aplicativo. Nesta oficina, Camila Achutti, cofundadora do Mastertech, te explica como idealizar, gerenciar e construir produtos digitais.
>> com Camila Achutti (Mastertech)
Link para inscrição: http://menos30fest.globo.com/
Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/517693065251728/
“Nós precisamos empoderar as mulheres, mas ao lado dos homens, porque elas vão trabalhar com eles. “
Fala aê, pessoal! Então, este mês teremos a quinta edição do Code Girl, um evento super poético que aborda o empoderamento das mulheres na área de TI e que acontece na cidade de Natal, RN. Este ano o Code Girl acontecerá no dia 27 de Outubro, às 8h no auditório do IFRN- Natal Central. Para sabermos mais um pouco sobre a trajetória do evento conversei com uma das fundadoras do Code Girl, a Suzy Oliveira, e já posso adiantar que este ano o evento vai ser muitoooo massa até transmissão ao vivo teremos ❤ . Espero que vocês gostem do nosso bate-papo e participem do evento.

Naya Rocha, Suzy Oliveira e Soraya Roberta
MC: Suzy, 5 anos de Code Girl, vocês imaginavam todo este sucesso lá no início?
Suzy: Não, a gente não imaginava todo este sucesso lá no início. O Code Girl foi criado em cima de um edital do CNPQ, né?! A fim de estimular as meninas a atuarem na área tecnológica…A gente queria entender esta temática de mulheres na tecnologia e como era o cenário de Natal.
MC: Mas vem cá, o que faz o Code Girl ser esse sucesso todo? Existe algum segredo?
Suzy: Assim, eu atribuo esse sucesso à recepção das pessoas ao nosso formato, é um formato diferente dos outros eventos da área…Então a gente quis primeiro entender de que forma a gente iria ajudar as meninas e a gente começou a perguntá-las o que as incomodavam em um evento tecnológico, como elas se sentiam, essas coisas… E a gente começou a perceber que elas não queriam somente entender como se fazia um código, mas como se dava a dinâmica das atuações dentro da área, e focamos muito nisso, em fazer um evento que pudéssemos mostrar as possibilidades da área e isso deu muito certo. Quando tem esses eventos muito técnicos os homens tomam a frente, e as meninas ficam meio recuadas… A proposta do evento não é excluir, mas sim incluir, tanto que os meninos também podem participar e participam. Tem várias comunidades aí que questionam a presença dos homens,e aqui não. Nós não pregamos isso de que as mulheres são superiores, nós pregamos igualdade. Nós precisamos empoderar as mulheres, mas ao lado dos homens, porque elas vão trabalhar com eles.
MC: Suzy, descreve pra quem está conhecendo o Code Girl por meio desta nossa conversa, como funciona a dinâmica do evento, se é um evento só pra meninas quanto custa… Essas coisas.
Suzy: Então, o que é o Code Girl? O code Girl é um projeto para estimular as mulheres a atuarem e participarem da área de tecnologia e mercado também, tá?! O projeto tem três ações, a primeira delas é estimular as meninas do Ensino Médio, levando conhecimento sobre o que é a área… Mostrando meio tecnológico. A outra ação é voltada para as meninas que já estão perto de se formar, levando elas para conhecer o cenário das empresas, por exemplo, hoje uma empresa bem parceira é a ThoughtWorks, e a terceira grande ação é o evento que é o grande encontro.
MC: Quanto custa participar do Code Girl?
Suzy: Neste encontro tiveram edições que foram pagas e outras que não. As edições que foram pagas é porque a maioria dos participantes queriam camisetas… Aquele kit para levar algo do evento, ta?! E…A gente não tinha estrutura para comprar isso para todo mundo, então a gente cobrava um valor para poder essas pessoas no dia do evento já terem acesso a tudo isso. Nesta edição não iremos cobrar nada e acreditamos que nas próximas também. E.. Deixamos para que quem quiser adquirir algum produto possa comprar na lojinha virtual e física no evento.
MC: Qual o local em que vocês realizam?
Suzy: Todo ano realizamos no auditório do IF que comporta cerca de 600 pessoas,e este ano nós já ultrapassamos este público, queríamos transferir para um outro espaço maior tipo o do Estádio Arena das Dunas, mas infelizmente não vai ser possível para esse ano. Então, com muita dor no coração vamos ter que restringir ao auditório do IF.

Suzy Oliveira durante o Code Girl 4.
MC: E este ano, soube que as vagas se esgotaram rapidamente. O primeiro lote acabou poucos minutos depois que vocês colocaram no ar. Quem quiser participar do evento ainda terá como? Existe alguma lista de espera ?
Suzy: Nós criamos uma lista de espera porque percebemos que o evento já estava se aproximando de 600 pessoas que é a quantidade suportada pelo nosso auditório. Só no primeiro dia que abrimos cerca de 120 pessoas já tinham se inscrito na lista de espera. Então, caso alguém que confirmou a ida, não vá, aquela pessoa comunica a gente e automaticamente a primeira pessoa da lista de espera é convocada para participar. Estamos agora com 300 pessoas na lista de espera.
MC: Existe uma lojinha virtual que venda além da camiseta outras dessas delicadezas fora da época do evento?
Suzy: Então, tivemos a ideia de fazer a lojinha virtual para fazer a pré-venda de camisetas, porque no dia do evento o pessoal reclamava que não conseguia comprar porque acabava rapidamente. Ela estará disponível até amanhã (4/10), então corre, corre galera, é só entrar no link fazer a encomenda, pagamento e retirar a camiseta no dia do evento.
MC: Suzy, hoje o Code girl já tá bem divulgado por todo Brasil e, sempre surge aqueles comentários nas redes sociais ” ah, quando teremos um Code Girl por aqui?”. Diante disso, Existe a possibilidade de acontecer algum Code Girl fora de Natal?
Suzy: O code girl vai continuar em Natal e não tem previsão de quando poderemos realizar em outra cidade. A próxima cidade será SP, pois algumas fundadoras eu e Naya estamos morando lá.
MC: Mas vem cá, todo o ano o Code Girl supera expectativas e traz uma grade de palestrantes muito massa e eu acredito que o que eu e galera ta bastante curiosa para saber é “ o que há de novo nesta edição de 5 anos do Code Girl?
Suzy: Todo ano a gente traz atividades super bacanas, ano passado tivemos você estreando no “Espaço Code Girl.“ E este ano nós vamos trazer no espaço… Duas pessoas que foram impactadas pelo Code GIrl, em que uma menina e um menino foram para para a índia TWU pela ThoughtWorks, e fizeram uma capacitação. E outra coisa é que teremos um recrutamento Expresso da TW, porque ela é uma empresa que acredita muito no empoderamento Feminino, na diversidade. Então, assim, lá na hora teremos uma equipe que realizará isso.
MC: Quais área serão abordadas? Pode adiantar algum palestrante?
Suzy: Teremos áreas de agilidade, Mobile, React e estamos tentando fechar sobre DevOps. Já podemos adiantar que eu estarei falando sobre agilidade e a Juliana Chahoud sobre mobile. Só para vocês terem uma ideia da galera que irá palestrar, a Juliana já trabalhou no Twitter e hoje trabalha comigo na TW. E até esta semana teremos a grade completa da programação em nosso site, não vou dizer todos agora mas já adianto o meu nome e o de Juliana.
