Microsoft lança campanha Eu Posso Programar para Meninas

 

Ação busca incentivar meninas a entrarem no mundo da programação ensinando linguagem de códigos de maneira lúdica

A Microsoft Brasil está lançando a campanha Eu Posso Programar para Meninas, que começa a convocar pelas redes sociais, de hoje (13) até o dia 28 de abril, garotas que queiram aprender a linguagem de códigos de uma maneira lúdica e divertida, um pontapé inicial para quem deseja atuar no mercado de TI.

A iniciativa contará ainda com o apoio de ONGs parceiras que atuam nacionalmente em diferentes frentes: educação, cultura, tecnologia e esporte. Além de impulsionarem a divulgação do projeto, as ONGs ficarão responsáveis por organizar turmas de meninas para as aulas na plataforma virtual www.eupossoprogramar.com, criada pela Microsoft e parceiros.

As participantes vão entrar em contato com o conteúdo de nível básico que é oferecido no site, chamado de “Hora do Código”, parceria da Microsoft com a Code.org. Os exercícios desta edição do programa são feitos com a ambientação do conhecido jogo Minecraft – que explora a imaginação com o uso de blocos dinâmicos.  Dessa forma, o aprendizado é intuitivo e agradável para as jovens.

Após a conclusão das aulas, as garotas recebem um certificado validado pela organização Code.org e pela Microsoft. Cada uma das futuras programadoras poderá então postar nas redes sociais a imagem do certificado com a hashtag #Eupossoprogramar e desafiar quatro amigas a participar do curso.

“Um dos objetivos da campanha é proporcionar um conhecimento técnico para meninas e jovens mulheres, dando-lhes uma base para se tornarem desenvolvedoras de soluções aplicáveis em diferentes contextos, tanto de negócios quanto sociais”, afirma Alessandra Del Debbio, vice-presidente jurídica e de assuntos corporativos, da Microsoft Brasil.

Este ano a campanha conta com o apoio institucional de organizações parceiras como a Reprograma, que realiza uma formação especial para mulheres que têm interesse em dedicar-se à carreira de tecnologia. Também tem o apoio da Softex, entidade responsável pelo gerenciamento operacional do portal Brasil Mais TI que é um programa 100% nacional criado pelos Ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC e da Educação – MEC. A campanha conta novamente com o apoio do Programaê!, iniciativa liderada pela Fundação Lemann e pela Fundação Telefônica, que tem como missão levar formação para estudantes de todo o país.

#EuPossoProgramar é parte da transformação digital que a Microsoft impulsiona no Brasil e no mundo, onde a Ciência da Computação é colocada como a base essencial para a geração de conhecimentos e competências digitais nos jovens. A empresa assume um compromisso de colaborar para que os alunos tenham acesso à aprendizagem e lógica de computação, especialmente em comunidades desfavorecidas, onde por meio de parcerias com educadores e escolas consegue alcançar a população.

 

Serviço
O que: Campanha #Eupossoprogramar para meninas
Quando: De 13 de março a 28 de abril
Como: Acessar www.eupossoprogramar.com

 

Sobre a Microsoft Brasil

A Microsoft está no Brasil há 26 anos e é uma das 110 subsidiárias da Microsoft Corporation, fundada em 1975. Líder em plataforma e produtividade para um mundo “mobile-first, cloud-first”, a companhia tem como missão empoderar cada pessoa e cada organização no planeta a conquistar mais. Nos últimos 12 anos, a empresa investiu mais de R$ 239 milhões em projetos sociais, levando tecnologia a escolas, universidades, ONGs e comunidades carentes do país, beneficiando mais de 13 milhões de jovens brasileiros.

Duas Startups que estão mudando a realidade brasileira

É muito fácil você desistir de algo quando parece impossível, a final não existe um jeito de fazer, então é mais tranquilo de jogar as mãos para o céu e dizer:  – Ok, isso não tem como!

Pessoas que criam negócios incríveis, destes que você admira, estilo Uber, Airbnb, Tinder, Facebook e afins certamente passaram por momentos assim, só que não levantaram as mãos e disseram que não havia como, simplesmente buscaram encontrar um jeito de fazer.

“O IMPOSSÍVEL É UMA QUESTÃO DE OPINIÃO.” – Chorão (Charlie Brown Jr)

Se estiver procurando uma grande ideia de Startup sugiro que veja este check list – Como Encontrar Uma Boa Ideia Para Uma Startup

Nessa linha gostaria de apresentar para você dois cases muito bacanas de Startups de sucesso que desafiaram o convencional e estão indo muito bem.

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UM ESTRANHO PARA JANTAR COM VOCÊ – DINNEER

Você aceitaria que alguém que você não conhecesse fosse jantar na sua casa? E se essa pessoa pagasse por isso? Você pagaria para jantar na casa de um desconhecido?

Estamos em plena era do sharing economy (economia compartilhada) em que as pessoas cada vez mais têm interesse em encontrar maneiras diferenciadas de receita através de consumidores atendendo consumidores, você aproveitando aquilo que tem para ganhar um extra.

O Dinneer habilmente percebeu o movimento que as pessoas estão abrindo suas casas para estranhos desde que o Airbnb provou que isso era possível. E gerou a questão – Por que não fazer isso para refeições?

A ideia foi justamente essa, muitas pessoas estudam gastronomia e não tem um restaurante para testar seus pratos e precisam de outras pessoas além dos amigos para avaliar as refeições. Tem muita gente que sabe cozinhar muito bem e precisa de uma graninha extra. Existe também muita gente que recém chegou na cidade e está querendo criar novos laços…

O que logo no inicio pareceu esquisito, quando você apenas viu as perguntas iniciais – olhando agora parece uma excelente ideia – e É! O Dinneer estava fazendo um grande sucesso, já realizou ações com grandes marcas e abriu operação no exterior.

O Flavio Estevam um grande amigo, CEO do Dinneer sempre foi alguém que buscou desafiar o convencional e dessa vez acertou a mão em cheio.

Aqui tem um podcast muito bacana de uma entrevista que fiz com ele contando a realidade do empreendedorismo – Qual É A Realidade Do Empreendedorismo – Entrevista Com Flavio Estevan
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VOCÊ SE INCOMODA COM O LIXO, MAS O QUANTO? – B2BLUE

Eis um dos piores problemas da humanidade, que todas as pessoas sabem ser terrível e esta piorando. Alguns tentam ajudar fazendo pequenas ações de sustentabilidade, outros fazem um pouco mais que isso, mas muitoooo poucos realmente tomam isso como uma missão.

Pois a B2Blue foi no nível extremo disso, não só ajudar nessa questão, como criar um negócio sustentável a partir disso.

O novo mundo das Startups não visa responder questões de problemas sociais, ambientes e outros que temos apenas com leis de incentivo, ONGs ou arrecadações. O que a Revolução das Startups trouxe foi uma nova maneira de pensar estimulando encontrar oportunidades de negócio sobre este tipo de questão.

Neste caso a situação é: as empresas precisam descartar, normalmente esse lixo vai para aterros ou rios. Porém, muito do que é descartado em uma empresa, outra precisa comprar como material base de produção. O que fazer? Ligar os pontos.

O que é descartável para uma empresa, pode ser o insumo da outra. A B2Blue justamente se deu conta de criar um portal para que ambas as partes se encontrem e possam realizar essa negociação na plataforma.

O que seria lixo vira uma receita extra para a empresa. O que possivelmente seria comprado mais caro no mercado, vira um insumo mais barato vindo de outra empresa que iria descartar aquilo. O rio, aterro e outros lugares que receberiam esses entulhos não vão mais receber… Quem ganha? Todo mundo.

Muitas pessoas aqui também diziam que era impossível darmos um jeito nessa questão, apostando que apenas pelas vias tradicionais existiam maneiras de remendar a situação. O B2Blue provou mais uma vez que o impossível as vezes é questão de se dedicar a encontrar um jeito.

Faz tempo que conversei com a Mayura em um meetup em São Paulo e ela transbordava sua preocupação com o meio ambiente. O inspirador é ver ela fazendo algo a respeito do meio ambiente, numa questão tão crucial de uma maneira totalmente diferente e com resultados impressionantes.

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ORGULHO MONSTRO DESSES DOIS

Esses são dois cases brasileiros muito bacanas de empresas que hoje estão indo super bem, iniciada por jovens e que causam grande impacto. Espero que esses dois cases lhe inspire a começar a buscar uma jornada empreendedora que você acredite e seja significativa para muita gente.

 

Microsoft lança o Índice de Cidadania Digital e inicia campanha “Por Uma Internet Melhor”

Hoje é celebrado no mundo todo Dia da Internet Segura. Para contribuir com a discussão que a data traz à tona, a Microsoft está lançando a campanha virtual: “Por uma Internet Melhor”, que busca incentivar as pessoas a abraçar a cidadania digital e tratar cada indivíduo online com respeito e dignidade. A campanha dissemina princípios simples, mas uma nova pesquisa da Microsoft,  o Índice de Cidadania Digital, mostra que o comportamento inapropriado no ambiente online está gerando preocupação sobre o tom das interações e também sobre o crescimento dos riscos no futuro, reforçando a necessidade de pessoas e empresas atuarem em prol de uma internet melhor.

Formulada com base nesta pesquisa, a campanha busca disseminar alguns comportamentos que podem fazer da internet um lugar mais seguro e diverso para todos e usa as hashatags #CidadaniaDigital e #InternetMelhor

Os princípios da campanha são:

1- Trate os outros como gostaria de ser tratado
Aja com empatia, compaixão e gentileza em cada interação e trate todos com dignidade e respeito

2- Respeite as diferenças
Compreenda diferentes perspectivas e evite ofensas e ataques pessoais

3- Pense antes de responder
Não publique ou envie nada que possa ofender outra pessoa, prejudicar reputações ou ameaçar a segurança de outros

4- Proteja você e os outros
Apoie as vítimas de abusos online, informando sobre atividades que ameacem a segurança de qualquer um e preservando evidências de comportamento inapropriado ou inseguro

“Podemos erradicar a maioria da crueldade, bullying e humilhação que ocorre online se cada observador resolver se manifestar”, afirma Sean Kosofsky, diretor-executivo da Tyler Clementi Foundation. “Podemos interromper o assédio, reportá-lo e chegar às pessoas afetadas”.

 

O Índice de Cidadania Digital

O Índice da Microsoft baseia-se em uma pesquisa que examinou as atitudes e percepções das pessoas sobre comportamentos e interações on-line e foi realizada em junho de 2016 com adolescentes (idades 13-17) e adultos (idades 18-74) em 14 países – da América Latina participaram Brasil, Chile e México. Foram feitas perguntas como “quais riscos on-line você e pessoas próximas a você têm experimentado, quando e com que frequência os riscos ocorreram e quais as consequências e ações foram tomadas?” – e mediu a exposição dos participantes a 17 riscos on-line em quatro áreas: comportamental, reputacional, sexual e pessoal / intrusivo.

O Índice de Cidadania Digital da Microsoft revela que as pessoas tiveram contato com uma média de 2,2 riscos de segurança on-line entre os 17 incluídos na pesquisa. Os 5 principais riscos detectados foram: 1) contato indesejado, 2) ser tratado de forma maldosa, 3) “Trolagem”, 4) receber mensagens sexuais indesejadas, e 5) assédio on-line.

Veja os principais dados da pesquisa realizada no Brasil e também os achados a nível global:

  • 71% dos brasileiros disseram ter sido expostos apelo menos um risco online no passado
  • A maioria dos 17 riscos on-line elencados mundialmente estavam acima da média internacional no Brasil
  • Trolling (23%) e Assédio on-line (22%) foram os principais riscos comportamentais, sendo ambos ligeiramente superiores à média internacional
  • 67% dos brasileiros relataram uma consequência após terem sido expostos a um risco online
  • Os riscos virtuais que geram maior preocupação nos brasileiros são: Doxxing (forma de chantagem ou de destruir a reputação de pessoas online), 59%, Dano à reputação pessoal (54%) e Discriminação (53%)
  • 50% dos entrevistados globais relataram estar “extremamente ou muito” preocupados com a vida online em geral
  • Os entrevistados classificaram como as principais consequências das interações negativas on-line no mundo real a “perda de confiança em outras pessoas online e offline, aumento do estresse e privação do sono”
  • 62% afirmaram que não sabem ou estão inseguros sobre como obter ajuda caso se deparem com um risco online

Países que registraram os menores índices (e, portanto, os mais altos níveis de civilidade digital) foram Reino Unido (45), Austrália (51) e Estados Unidos (55). Na outra ponta, com os piores resultados,  estão África do Sul (78), México (76) e Rússia (74). O novo índice baseia-se no Índice de Segurança em Computação Microsoft, divulgado de 2010 a 2013, principalmente no componente comportamental do índice.