Listagem colaborativa das iniciativas de mulheres na tecnologia pelo país <3

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Sempre me perguntam: Mas será que tem algo do tipo na minha cidade? Onde eu acho as comunidades? Será que eu estou sozinha?

ENFIM! Querendo um mundo melhor e como comemoração da semana da mulher fiz uma chamado nas nossas redes sociais para gente juntar tudo em um lugar só!

QUEM SENTIR FALTA DE ALGUM DEIXA NOS COMENTÁRIOS COM UMA DESCRIÇÃO E UM LINK QUE EU ATUALIZO O POST ❤

Vamos as iniciativas MARAVILHOSAS que estão mudando a vida de milhares de meninas e mulheres por esse Brasilzão!

A

As Marias – canal no youtube focado em empoderar e mostrar a visão feminina nas coisas, quadro Maria tecnológica mostra casos e projetos de mulheres na tecnologia, mudanças, comportamentos, preconceito, empoderamento e a diferença. https://www.youtube.com/watch?v=twyjpN-L020

Academia Lovelace – um grupo de estudos do FreeCodeCamp (http://www.freecodecamp.com/) no Brasil focado em mulheres com uma futura job board de estagios em ONGs do Brasil.

Ada.vc – a missão é mostrar que o mundo digital pertence as mulheres, e querem ajudar toda e qualquer mulher a compreendê-lo para fazer as melhores escolhas ao navegar por ele. E por isso, a musa é a Ada, para lembrar que se estamos aqui, é por causa dessa mulher destemida que usava vestidos ótimos,  com poesia no DNA e cheia de paixão pelo conhecimento.

Anitas – um projeto que busca empoderar mulheres na área de tecnologia e empreendedorismo, e que apoia diversas comunidades, com o as Pyladies Floripa, o Technovation Challenge Floripa, o Startup Weekend Woman Floripa, entre outras ações!

B

Byte Girl – evento sem fins lucrativos focado em ajudar mulheres que se interessam por tecnologia. O evento conta com palestras ministradas APENAS POR MULHERES, workshops mistos e área de exposições de trabalhos. Ocorre anualmente em FortalezaCE. Embora focado no público feminino, é aberto a todos os públicos.

C

Code Girl – surgiu como uma ação para dialogar sobre as razões pelas quais a participação feminina em TI no Brasil é tão pequena. Concebemos um evento com palestras motivacionais, onde mulheres que trabalham e empreendem na área falam sobre desafios e superações. As edições são um sucesso completo e tem uma identidade MARAVILHOSA! Para acompanhar siga o facebook do grupo: https://www.facebook.com/codegirlrn/

D

Delete Seu Preconceito – projeto que reúne uma série de campanhas e pequisas com o objetivo de desmistificar estereótipos de gênero relacionados à carreiras de Computação e Tecnologias.http://www.deleteseupreconceito.com/

Django Girls – é uma organização/comunidade sem fins lucrativos que capacita e ajuda as mulheres a organizar oficinas de programação de um dia, fornecendo ferramentas, recursos e apoio. Contam com a contribuição de centenas de pessoas para trazer mais mulheres incríveis pro mundo da tecnologia. Estamos fazendo a tecnologia mais acessível através da criação de ferramentas mais simples e recursos projetados com empatia. Durante os eventos, 30-60 mulheres constroem as suas primeiras aplicações web usando HTML, CSS, Python e Django. Django Girls Niterói, Django Girls São José dos Campos, Django Girls Rio de Janeiro são edições do nacionais do Django Girls.

E

Emílias – Armação em Bits – projeto de extensão (Depex Departamento de Extensão) do Departamento Acadêmico de Informática da UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná de Curitiba e Campo Mourão. Nosso objetivo é divulgar as diversas facetas da Computação para estudantes do ensino médio para incentivá-las a escolherem a área como profissão.

F

F3mhack – destina-se a despertar o desejo de uma abordagem feminista e pós-colonial à tecnologia, levando em conta as diferenças, a autonomia, a liberdade e a resistência social. Para iniciar o processo de nos libertar das tecnologias patriarcais, vamos precisar empurrar mais um pouco os limites da tecnologia. Além disso, não podemos nos esquecer que todas somos especialistas em relação às tecnologias que usamos em nossas vidas diárias para hackativistas feministas

G

Girl Lab –   é uma plataforma feminina focada  em educar as mulheres através da partilha de conhecimentos e experiências. Queremos apoiar, capacitar e inspirar as mulheres e meninas a crescer, excel e trazer a mudança para suas comunidades com tecnologia.

Girls in Tech – iniciativa global sem fins lucrativos focada em promover engajamento, educação e empoderamento de meninas e mulheres apaixonadas por tecnologia. Quer acelerar o crescimento de mulheres inovadoras que estão entrando na indústria de alta tecnologia e criando startups de sucesso. Fundado em 2007 pela americana Adriana Gascoigne. O escritório central da GIT é em São Francisco e já está presente em mais de 18 países. No Brasil, o GIT foi lançado em junho de 2013 em São Paulo, em agosto de 2015 no Rio de Janeiro quando unimos forças e iniciamos o Girls in Tech Brazil.

I

InsideOutBrasil – grupo com o objetivo de apoiar e criar iniciativas que visem aumentar a diversidade no meio tecnológico. Para mais infos acessem o site ou o facebook do grupo: https://www.facebook.com/InsideOutProjectBrasil/

INSPIRADA NA COMPUTAÇÃO – página para compartilhar informações e inspirar mulheres para área de computação e tecnologia. Ada Lovelace foi a primeira programadora da história.

InfoPreta – é uma empresa de mulheres negras que busca influenciar e ajudar jovens na comunidade que não tem acesso à tecnologia, preferencialmente focamos em estimular as meninas, mulheres e crianças para a área de exatas, mostrando que elas podem tudo. Fazemos oficinas e doamos notebooks, cpus e itens de informática e montamos salas de aprendizado, bibliotecas e oficinas.

J

JS4Girls (Javascript for Girls) – comunidade que segue um modelo OPEN SOURCE e FREE para ensino de Javascript para mulheres, visto que o meio de programação é deveras machista e ter um ambiente MAN-FREE pode ser bem mais proveitoso.

L

LadyTalks (http://ladytalks.technology/) – busca dar voz a minorias através do compartilhamento de conhecimento. Qualquer pessoa pode falar sobre qualquer assunto de interesse relacionado a tecnologia. As apresentações são online e ficam disponíveis no youtube para acesso do público.

M

Meninas Digitais -O Programa Meninas Digitais da Sociedade Brasileira da Computação (SBC) é direcionado às alunas do ensino médio/tecnológico ou nos anos finais do ensino fundamental, para que conheçam melhor a área de informática e das Tecnologias da Informação e Comunicação, de forma a motivá-las a seguir carreira nessas áreas. Ainda, o programa permite que estudantes e profissionais que já atuam na área relatem suas experiências. Para mais informações fiquem de olho no facebook do grupo.

Minas Programam – curso voltado para mulheres que desconstrõe o binarismo biologizante de que homens são mais aptos para atuar em programação/computação e empoderasse mulheres politico e tecnicamente a ocupar esse espaço.

Meg –  jogo de tabuleiro voltado para meninas do fund. 1 que estimula o aprendizado de habilidades lógico matemáticas. O projeto da Meg também contempla iniciação à robótica. Nossa florzinha geek ama tudo relacionado a tecnologia e tem a missão de falar com meninas de 7 a 9 anos!

MariaLab – coletivo que surgiu de uma idéia: a grande maioria dos hackerspaces e makerspaces no Brasil e no mundo, embora sejam receptivos com as mulheres, não só têm uma maioria de frequentadores masculina como, por conta disso, acabam por deixar de lado algumas características e necessidades compartilhadas pela maioria das mulheres na área de STEM. Sentimos a necessidade de ter um espaço criado por mulheres, onde não somos minoria. A idéia é abranger todo o tipo de projeto ligado a tecnologia… feito por mulheres!

Minas Nerds – coletivo formado por mulheres que produzem e consomem literatura, games, quadrinhos, RPG e tudo que engloba a cultura Geek /Nerd e Cultura Pop em geral.

P

Poligen – Grupo de estudos de gênero da Poli-USP. O grupo é bastante diverso, composto por estudantes de graduação e de pós-graduação, servidores docentes e não docentes da Universidade de São Paulo, além de algumas pessoas colaboradoras de fora da USP. A maioria do grupo é ligada às áreas das chamadas ciências duras, mas não há restrição à participação pois entende-se que da diversidade é que nasce riqueza de conhecimento e inovações. Enfim, é um grupo que conta com homens e mulheres e é aberto à participação de quaisquer interessados(as) em discutir, pesquisar e agir sobre os temas gênero, feminismo, ciência, tecnologia e correlatos.

Poesia Compilada – Manifesto literário que compila elementos de tecnológicas.

Peixe Babel – canal do youtube liderado por uma menina que fala sobre tecnologia, inteligência artificial, robótica e muito mais! Uma mega inspiração!

PyLadies – é uma organização internacional que visa aumentar o número de mulheres líderes na comunidade Python. Promovemos encontros, palestras e workshops gratuitos. A chapter Brasil já conta com 18 cidades, para mais detalhes acesse: http://brasil.pyladies.com/ . Existem atualmente 18 grupos Pyladies no Brasil: PyLadies Natal, PyLadies Recife, PyLadies São Luis, PyLadies Fortaleza, PyLadies Salvador, PyLadies Teresina, PyLadies São Carlos, PyLadies Rio, PyLadies Duque de Caxias, PyLadies São Paulo, PyLadies Belo Horizonte, PyLadies Mogi das Cruzes, PyLadies Campinas, PyLadies Vale, PyLadies DF, PyLadies Mato Grosso, PyLadies Curitiba, PyLadies Florianópolis.

Programaria – um meta-site sobre mulheres e tecnologia. A PrograMaria é um convite para refletir, se inspirar e aprender. Nossos objetivos são: Contribuir para que mais meninas e mulheres sintam-se motivadas e confiantes a explorar os campos da tecnologia, da programação e do empreendedorismo; Incentivar o debate sobre a falta de mulheres nesses campos; Promover oportunidades e ferramentas para que elas deem os primeiros passos na aprendizagem da programação. Mais do que ajudar a aprender as ferramentas necessárias, a PrograMaria quer empoderar meninas e mulheres, mostrando que elas são capazes de realizar suas próprias ideias.

R

Rails Girls SP –  Fundada por Linda Liukas e Karri Saarinen. O primeiro evento foi realizado em Helsink em Novembro de 2010 Desde então, os eventos gratuitos têm se expandido para muitos países atraindo milhares de meninas para o mundo da construção de web.
Rails Girls visa abrir a tecnologia e torná-lo mais acessível para as meninas e mulheres. O evento dura um fim de semana e é gratuito. É uma operação totalmente sem fins lucrativos, então os eventos são organizados em conjunto com os patrocinadores locais. Aqui no Brasil já tivemos duas edições em São Paulo.

RodAda Hacker -rede focada no estímulo à apropriação de novas tecnologias por meninas e mulheres, que se baseia na realização de oficinas colaborativas especialmente desenhadas para o público feminino. Os encontros, para quem quer imaginar e construir projetos incríveis e recriar tecnologias da rede, ocorrem desde 2012 em diversas partes do país.

T

Tutoras – Mulheres empoderando mulheres através da programação 💕 O objetivo do projeto é que minas que já sabem programar ensinem outras minas com pouca ou nenhuma experiência na área. O projeto é sem fins lucrativos e o trabalho é totalmente voluntário.

Technovation Challenge – O PROGRAMA GLOBAL DE EMPREENDEDORISMO
E TECNOLOGIA PARA MENINAS. Times de meninas de 10 a 18 anos trabalham com mentores para desenvolver um aplicativo de celular que solucione um problema social. Em 2015, o Technovation impactou mais de 2.000 meninas em 21 estados do Brasil.

W

Women Up Games (www.womenupgames.com) – Conectando mulheres ao mundo dos games. Empoderamento de mulheres focando na maior participação jogando ou desenvolvendo jogos digitais.

Women Who Code – uma organizaçāo global sem fins lucrativos , fundada em 2011 em San Francisco – CA. Tem a missão de incentivar mulheres em carreiras tecnológicas através de grupos de estudos,projetos e maratonas de programaçāo. Estamos presentes em 20 países, 60 cidades e 50.000 membros. 1) Evento Presencial- nós realizou 1.500 eventos técnicos gratuitos no ano passado 2) a nossa Newsletter semanal, o Código Review, onde se destacam as mulheres e dar a volta à comunidade: no ano passado, doou US $ 276.000 em um ingresso de conferência dar-away + $ 249.000 em bolsas de estudo 3) Liderança: mulheres que se tornam líderes WWCode são capazes de construir as habilidades que necessitam + aumentar o seu perfil através de oportunidades como falar em conferências, escrevendo em publicações técnicas, recebendo imprensa menciona e prêmios, e serem vistos como líderes do pensamento de executivos. Isto posiciona-los para se tornarem líderes de tecnologia e incentivar + capacitar outras mulheres para ter sucesso em suas carreiras também. Ela tem um impacto exponencial para o indivíduo + sua comunidade ao seu redor. No Brasil temos uma chapter em Recife – Women Who Code – Recife

Women@Comp – Imagine um mundo em que existem pelo menos 40% de mulheres em lugares relacionados à computação. Imaginou? É isso que o Women@Comp está buscando.

Women Techmakers – Iniciativa do Google que apoia nossos grupos independentes para dar visibilidade, recursos e comunidade para mulheres na tecnologia. Temos várias chapters no Brasil, para saber qual é mais perto de você olha aqui:  www.gdgbh.org/wtm

#

#includemeninasuff – foi criado por um grupo de professores e alunas do Instituto de Computação da UFF para incentivo e empoderamento de meninas nas áreas de Tecnologia da Informação.

 

Mil beijos a todos os envolvidos nessa listagem!

Vozes Femininas: Vanessa Nunes

VanessaNunesVanessa Nunes é uma motion designer que atua há mais de 10 anos na área e desenvolve animações para websites, aplicativos mobile e campanhas publicitárias. Hoje, ela vem conquistando espaço entre produtoras de internet de Los Angeles.

Formada em publicidade e propaganda pela Universidade de São Caetano do Sul, no ABC paulista, Vanessa entrou para o mercado de trabalho como assistente de arte digital mas logo migrou para o Motion Design, onde passou muitos anos trabalhando com Flash e Actionscript.

Em sua carreira, ela já teve trabalhos premiados em festivais como o Clio Awards, The FWA, Wave Festival, entre outros.

Confira a conversa que tivemos:

Como era o espaço para as mulheres dentro das agências de publicidade quando você começou?

Posso dizer que não era nada comum encontrar outras meninas desenvolvedoras dentro das agências digitais brasileiras. Especificamente na área de motion design, segui como sendo a única mulher em todas as equipes em que trabalhei. Também foi assim com as produtoras americanas, mas felizmente esse quadro parece estar se revertendo e outras animadoras se juntaram ao time no ano passado.

Como tem sido trabalhar para o mercado americano?

Bom, para começar eu precisei adaptar minha rotina de acordo com o fuso horário, que de acordo com o horário de verão, pode variar entre 04 a 06 horas de diferença. Então, reservo o período da manhã para os assuntos pessoais e começo a trabalhar por volta de 15h e sigo até às 23h. Por chat, começamos organizando o dia pelas prioridades. O trabalho é dividido entre toda a equipe e, quando necessário, fazemos reuniões por videoconferência para alinhar os pensamentos e discutir feedbacks por parte do cliente. É bastante produtivo trabalhar com eles, pois são muito organizados e eficientes.

O que você faz para ter inspiração?

Além de buscar inspirações em sites de motion graphics e visual effects para ter outras referências, gosto de prestar atenção ao movimento real das coisas e pessoas nas ruas. Sou muito observadora. Acho divertido, por exemplo, olhar os carros parados em dia de chuva, esperando o semáforo abrir, com seus para-brisas e luzes de setas ligados, num ritmo bagunçado e harmonioso ao mesmo tempo.

Três de seus sites favoritos…

Pinterest, Dribble and Icecreamhater.

Qual a sua parte favorita do seu trabalho e a parte mais difícil?

Tenho duas partes favoritas durante o desenvolvimento do projeto. A primeira vem logo no início, durante o brainstorm de ideias, quando se busca a linguagem e o estilo de animação que serão utilizados. A segunda parte favorita vem ao final, quando estou refinando os tempos de entrada/saída e duração de cada elemento na tela.

A parte mais difícil do trabalho é manter as animações funcionando perfeitamente em todos os navegadores e dispositivos. É difícil porque requer tempo e, em muitos casos é preciso descartar ideias porque nem todos os browsers dão suporte às novas tecnologias. Nestes casos, tento chegar ao objetivo por outros caminhos como vídeos ou sequência de imagens, o que nem sempre é possível.

Quais são softwares que você não pode viver sem?

Slack, Skype, GitHub, Sublime Text e os softwares da Adobe como Photoshop, Illustrator e After Effects.

Qual foi o seu primeiro trabalho como animadora? Você lembra?

Não lembro exatamente o que eu desenhava, mas recordo de fazer pequenos desenhos nos cantos das folhas do caderno de escola e ficava folheando pra lá e pra cá. Eu não fazia ideia, mas já estava fazendo flipbooks!

Se houver quaisquer experiência-chave que você poderia apontar que ajudaram a moldar sua carreira, quais seriam elas?

Acredito que o momento mais importante de minha carreira foi quando me juntei a um dos mais criativos times de desenvolvedores da indústria digital brasileira, a Gringo, uma produtora digital de São Paulo. Com eles aprendi a trabalhar com framework, softwares de versionamento e a usar classes e plugins nas minhas animações. Além da agilidade, era possível criar e testar as animações em paralelo ao trabalho de front-end feito pelos outros programadores da equipe.

O que você está estudando no momento e se há algum desafio de longo prazo que você está considerando fazer?

Como programadores, acredito que nunca devemos deixar de estudar e nos mantermos atualizados porque novas tecnologias, linguagens e engines de programação surgem a todo momento. Venho estudando bastante sobre CSS Animation, SVG Drawing, Javascript e Processing. Para o futuro, gostaria de explorar o campo das instalações interativas.

Foi um privilégio entrevistar você!

Eu também adorei, obrigada!

———————– AUTOR———————–

Ricardo Andrés tem mais de dez anos de experiência em Comunicação. Iniciou sua carreira na área digital na AgênciaClick (atual Isobar). Atuou como diretor de arte em diversas agências do mercado, entre elas FCB, Ogilvy, Wunderman, Doubleleft (FLAG) e AKQA, trabalhando com grandes marcas nacionais e internacionais. Hoje trabalha como diretor de arte na BlueHive – JWT, Ricardo também foi sócio e diretor de criação do Estúdio Caboclo.

No fundo, no fundo é tudo tecnologia!

A reflexão do dia hoje foi: no fundo, no fundo é tudo tecnologia! E o pior de tudo é que as pessoas têm perdido oportunidades por acharem que tecnologia é ficar no computador o dia todos fazendo só programas de computador numa tela preta com letrinha verde! NÃÃÃÃÃO!

Muito pelo contrário! Aí liguei a câmera para gravar no vídeo que vocês vão ver aqui embaixo e me veio na cabeça a Natura (que inclusive está com o processo de trainee aberto!)! Se eu perguntar pra vocês o que a Natura faz vocês vão falar o que? Cosméticos de uma maneira sustentável! INCOMPLETO! Uma empresa do tamanho da Natura hoje é uma empresa de tecnologia! SIM! UMA EMPRESA DE TECNOLOGIA!

Quer um exemplo claro disso, olha essa notícia que saiu no IT Fórum, pouco mais de 10 dias atrás:

Natura leva prêmio máximo com projeto de mobilidade.

Conheça os vencedores do prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI 2015

A IT Mídia, em parceria com PWC e consultores de mercado, anunciaram na noite de hoje (17/11), em São Paulo, os vencedores do prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI 2015. Dos 214 cases válidos inscritos, cem foram classificados para a lista e 19 deles levaram para casa o prêmio em diferentes categorias.
Viram? Querem outro exemplo?

Olhem as áreas que eles estão oferecendo no processo de trainee:

  • Finanças
  • Inovação
  • Marcas e Negócios
  • Operações e Logística
  • Pessoas e Cultura
  • Redes
  • Tecnologia Digital

E na real todas as outras áreas usam muita tecnologia!

Bom chega de texto! Assistam o vídeo que vai ficar bem claro o que eu estou querendo dizer é se inscrevam no processo de trainee da Natura! #fikaadica ( Você pode ser de qualquer área, com graduação ou pós graduação finalizada de Dez/2012 a Dez/2015)

E como prometido, aí vão as fotos da fábrica da Natura!

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beijos!