Social Good Brasil Lab 2017

O Social Good Brasil é um laboratório pioneiro no Brasil que apoia empreendedores a desenhar e validar ideias que usam tecnologias para impacto social.

O Lab possui 4 meses de duração, encontros presenciais e trocas de aprendizados através de um ambiente virtual. Os encontros presenciais acontecem na Grande Florianópolis, cidade destaque como polo tecnológico.

Se você tem uma ideia ou iniciativa em estágio inicial que contribui para um problema da sociedade e deseja participar de um ambiente que ajuda a dar ritmo e foco para sua ideia, então o Lab foi feito para você! Assista esse vídeo:

Saiba mais sobre este incrível Lab e não fique de fora! Clique aqui

Mastercard traz programa Girls4Tech ao Brasil para despertar o interesse de meninas por tecnologia

Com conteúdo voltado aos setores de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, atividade realizada com estudantes da rede pública busca fomentar o talento de meninas por áreas ainda predominantemente masculinas.

Atividades serão realizadas no Cubo Coworking Itaú com baterias de criptologia, convergência digital e algoritmos

 

A Mastercard traz pela primeira vez ao Brasil o programa Girls4Tech, idealizado há dois anos pela companhia. O objetivo é estimular o interesse de meninas de 9 a 11 anos pelas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática – conhecidas em inglês pela sigla de STEM.  A série de atividades será realizada no dia 04/11, das 08h às 13h, no Cubo Coworking Itaú (Rua Casa do Ator, 919, Vila Olimpia, em São Paulo).

Ao todo, 45 meninas participarão da ação, que terá três baterias contendo exercícios de criptologia, algoritmos e convergência digital, realizadas por meio de elementos lúdicos que fazem alusão às ações realizadas por profissionais no cotidiano. Ao final do período, haverá uma breve seção de codificação, simulando uma ação real de programação.  As atividades, que terão mentoria de funcionários da Mastercard, também contarão com a presença de Camila Achutti, Chief Technology Officer, fundadora da Mastertech e líder do blog Mulheres na Computação.

“A Mastercard globalmente promove iniciativas para incentivar a presença feminina no setor de tecnologia. O Girls4Tech é apenas um dos exemplos. O programa tem o objetivo de despertar o interesse pelas ciências e mostrar para as estudantes que é possível ter uma carreira nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, um universo ainda predominantemente masculino. Até agora, o programa já chegou a mais de 5000 garotas em 11 países”, declara Patrícia Bastos, Diretora de Comunicação da Mastercard Brasil e Cone Sul.

As áreas conhecidas como STEM geram capacidade de pesquisar, projetar e inventar soluções que se tornam indispensáveis para sobreviver no Século XXI.  No entanto, o panorama brasileiro e mundial mostra a necessidade de se investir mais em educação infanto-juvenil voltada a ciência. De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), que analisa a educação em 65 países no mundo, em 2015 mais da metade dos jovens de 15 anos eram analfabetos funcionais e não tinham competências em áreas como matemática e ciências. No Brasil, 58º colocado da avaliação, 67,1% dos alunos pesquisados estão abaixo do nível 2 em matemática, em uma escala que vai até o nível 6.

A situação para as meninas é ainda mais delicada pelo fator cultural, observado por especialistas como a pesquisadora norte-americana Jane Margolis. Em seu livro “Entrando no clube: mulheres na computação”, Margolis enfatiza que, desde a infância, o computador é mostrado como um “brinquedo de menino”. Não à toa, metade das famílias americanas coloca o PC doméstico no quarto do filho.

Highlights do Dell Women’s Entrepreneur Network 2016

Olá pessoal,

Recupera de 18 horas de vôo, jetlag de 5 horas de diferença e uma enxurrada de informação e novas conexões aqui estou eu pra contar um pouquinho do que foi o DWEN, um evento que já está no seu 8º ano e que tem por objetivo aproximar mulheres empreendedoras em nível global para que seus negócios se acelerem através das conexão! Coisa mais linda né!?

Sempre me falaram muito do evento, mas eu nunca tinha tido a oportunidade de participar e esse ano foi com direito a pitch e África ❤

Podia escrever um post gigantesco contando cada detalhes, mas resolvo separar 3 histórias de mulheres incríveis que conheci lá no evento, contar um pouco sobre como foi fazer o pitch em inglês e na frente das mulheres empreendedoras de destaque global e imprensa do mundo inteir0.

Antes de entrar no TOP 3 preciso fazer 1 comentário e mostrar 1 vídeo.

PRIMEIRO COMENTÁRIO: o time Brasil estáva incrível. Era de dar orgulho! Conheci mulheres incríveis, com negócios muito bem sucedidos e corações enormes! Tenho muito orgulho das mulheres empreendedoras do nosso país e vocês também deveriam ter! ❤

Quanto ao vídeo, ele foi exibido durante o último painel pelo Aaron Sheriniam, Chief Communication and Marketing Officer da UN Foundation, que er auma figura impar, de um carisma e empatia únicos. Durante sua apresentação sobre o Objetivo 8 (“Promote sustained, inclusive and sustainable economic growth, full and productive employment and decent work for all”) e sua relação com o empreendedorismo. Como empresas com próposito claro tinham o poder de mudar o mundo. Me emocionei muito e acho que vocês também vão:

Bora pro nosso TOP 3 histórias inspiradoras!!!!!!!

Sarah Collin – Wonderbag

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Sarah Collins e sua invenção

Sarah Collins é incrível! Uma mulher muito forte que  tem trabalhado no desenvolvimento social há mais de vinte anos. Ela é Sul Africana e passou a maior parte de sua carreira trabalhando com ecoturismo de base comunitária, um dos projetos que ela fundou é bem bacana, uma ONG chamada Take Back the Future, que treina jovens para tomar posse de seus recursos naturais, reservas de caça e parques e

Desde 2008, a Wonderbag tem sido sua paixão e foco. A bolsa é feita de um material isolante no qual as pessoas podem cozinhar.  Alimentos que já começaram a cozedura podem ser colocados no Wonderbag, que tem propriedades de isolamento e permitem que o alimento termine de cozinhar sem o uso de energia e de maneira “limpa”. O que reduz de forma significativa as emissões de carbono e os gastos relacionados a alimentação. Pensando em populações da África, o impacto é gigante.

Tem um vídeo da própria Sarah contando a história dela e da Wonderbag bem bacana:

Leila Janah – Sama and Laxmi

 

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Leila com uma das matérias primas da Laxmi

 

Leila Janah é fundadora e CEO da Sama e Laxmi; duas empresas que compartilham uma missão social comum para acabar com a pobreza global, dando trabalho para as pessoas com necessidade.  Ela recebeu um BA da Harvard em Estudos Africanos de Desenvolvimento e vive em San Francisco.

Queria falar um pouquinho mais sobre o Sama Group. No press kit tem todas as infos no detalhes, mas a ideia geral é conseguir empregar pessoas de regiões vulneráveis da África em trabalhos digitais, como organização de dados, tageamento de imagens e outros serviços típicos da nossa era e que não requerem um super investimento em treinamento. Incrível não?

A Leila tem um TEDx bem bacana que você pode ver aqui!

Jane Wurwand – Dermologica

 

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Ela está loira agora, mas essa foto tá muito maravilhosa!

 

 

A história Dermalogica começa em 1986. Jane Wurwand, na época “terapeuta de pele” no Reino Unido, foi para Los Angeles e reconheceu que a educação continuada de terapia de pele e  corpo era praticamente inexistente nos Estados Unidos. Embora fosse possível encontrar cursos abrangentes e sérios, os estudantes dos EUA entravam na indústria ainda licenciado sob treinada, e pior, sem ser muito respeitado.

Jane decidiu investir então nessa educação vocacional, abrindo uma pequena sala de aula em Marina del Rey, na Califórnia sob o nome de IDI – The International Dermal Institute. Ela começou convidando terapeutas da pele licenciados para obter cursos hands-on em nível de pós-graduação tão crucial para torná-los competitivos no mercado. Hoje, IDI é referência internacional para a pele e terapia corporal com 37 locais em todo o mundo. Um império movido pelo próposito e que foi vendido para a Unilever com um dinheiro impensável. Uma energia sem igual escutar toda essa história dela!!!

Tem um vídeo massa sobre a história dela no Makers: http://www.makers.com/jane-wurwand

DOLPHIN TANK

Vamos a minha participação no evento!!!! Fui ao evento para fazer um pitch sobre a Ponte21 e o Mastertech no Dolphin Tank, que da primeira vez que eu li a explicação não entendi nada, mas quando vi funcionando quase não acreditei no poder que ele pode ter!

A ideia é a seguinte, a audiência e uma banca escolhida a dedo tem o objetivo de te ajudar com feedback e conexões focado em uma dúvida central que deve ser a última parte do seu pitch. Como a audiência era muito selecionada a minha sensação era que eu podia chegar em quem eu quisesse e obter as respostas para qualquer dúvida.

Vou dar um exemplo prático, tem um grande benchmark internacional do Mastertech, que eu já tinha tentado conversar várias vezes no passado e nunca tinha conseguido. Lá tinham pelo menos 3 pessoas que poderiam me apresentar pra elas. Entenderam o poder de aceleração que uma oportunidade como essa pode ter?

Foram 5 pitchs, previamente selecionados em nível mundial, cada um com 3 minutos de pitch e 10 de feedback. E sem exagerar, são 10 minutos que valem por anos! Foi uma oportunidade e tanto.

Olha aí as fotinhos:

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Não posso terminar sem agradecer a Dell por todo suporte e dedicação. Vocês arrasaram!

Se alguém tiver alguma dúvida específica sobre o evento, coloca aqui nos comentários que eu respondo ❤

Mil beijos!